Oct
09
2008

A tão falada versão mobile do Firefox, que a certa altura se pensou ser tão real como os unicórnios, existe. Podem pular de alegria por que há motivos para isso: para além de ser real, já tem uma versão inicial, a milestone 8, disponível para download.
Este browser da Mozilla foi baptizado Fennec. Pode ser executado em processadores x86 e AMR e é compatível com dispositivos móveis que usam o GNU/Linux ou o Windows Mobile.
Tal como no Firefox, o Gecko é o “motor” escolhido para o browser. Isto permite que boa parte das extensões do Firefox, provavelmente com pequenos ajustes necessários, funcionem no Fennec, tornando também este browser num autêntico canivete suíço para a internet. Imaginem: Adblock Plus, NoScript, dicionários, Forecastfox, ScribeFire, FlashGot e mais uma miríade de extensões no telemóvel. É quase o paraíso!
Se as extensões já são boas, fiquem a saber que poderão importar os vossos favoritos, passwords, cookies, histórico e outras informações do Firefox para o Fennec. A vossa vida online passa do PC para o telemóvel.
Esperemos é que os binários do Fennec não venham acompanhados por um EULA…
{via Linux Devices}
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Sep
17
2008
Qual uma das muitas vantagens da transparência no desenvolvimento de qualquer coisa? Pode ser estudada se alguém o quiser fazer. Esta é uma das bases do software livre.
Se a maioria do hardware tivesse o mesmo método de desenvolvimento, as coisas certamente seriam diferentes. Só não sei se seriam melhores ou piores.
Continuando…
O OpenMoko é um smartphone que, para além de utilizar software livre, tem os esquemas igualmente livres. Qualquer pessoa pode descarregá-los e estudá-los, seja por curiosidade ou porque quer desenvolver um telemóvel baseado no Freerunner. Isto é uma vantagem, não só para quem vê os esquemas, mas para quem os desenvolveu.
Esta natureza aberta permitiu que a entidade comercial por detrás do OpenMoko abrisse um programa educacional na Universidade National Tsing Hua, em Taiwan, sobre desenvolvimento de dispositivos móveis. O objecto de estudo será, como é óbvio, o OpenMoko.
De acordo com o projecto OpenMoko, este programa, chamado OpenLab, é o primeiro curso do género em todo o mundo e irá incentivar os estudantes a desenvolverem hardware e software para o OpenMoko.
Como é óbvio, o desenvolvimento não terá que se cingir apenas ao OpenMoko. Lá está: o desenvolvimento transparente não fecha ninguém a determinada plataforma.
{via Linux Devices}
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