Jun 04 2007

VirtualBox

Published by João Matos under análises

Não foi à muito tempo que a libertou o código do sob a GPL. Por essa altura houve bastante furor na comunidade pois não existia um ’s fácil de utilizar.
Essa é a grande vantagem deste programa, um interface simples e fácil de utilizar com assistente para criar máquinas virtuais.

Criar uma máquina virtual é tão simples como clicar em “VM” e depois “New”.

Virtualbox

Depois de clicar em next surge a opção de dar um nome a essa máquina virtual e escolher o sistema operativo por exemplo linux 2.6 serve perfeitamente para a grande maioria das distribuições linux actuais.
Logo a seguir existe a opção de atribuir o tamanho da memória disponível para essa máquina virtual. Atenção este valor deve ser no mínimo e deve ser controlado de acordo com a memória disponível na maquina real, ou seja, se o pc real tiver 322Mb disponíveis colocar 256 na máquina virtual é aceitável, mas se houver 128Mb de memória ram livre colocar 256 faz com que o utiliza o ficheiro de paginação e por consequência a emulação fica bastante lenta.
Logo a seguir vem a criação de um disco virtual. O recomendado é 8gb, mas para experimentar a maioria das distribuições linux 4Gb é suficiente - não será possível copiar dvd’s por exemplo. É possível criar discos de tamanho fixo ou flexível.
O pc virtual está quase pronto a utilizar.
Agora é preciso alterar o que e como vai ser carregado o cd.
Do lado direito do programa, estão os detalhes da máquina virtual, o CD-ROM/DVD está por defeito Unmounted. Ao clicar lá é possível defini para a máquina virtual um leitor de cd/dvd da máquina real (E:\ por exemplo) ou uma imagem de cd (um ) como por exemplo distrolinux..
A máquina virtual está pronta a arrancar. a partir daqui, tudo o que acontecer será exactamente como se fosse um computador real mas esta dentro daquela janela. Atenção, a máquina virtual pede o foco do rato para poder trabalhar no sistema operativo que está a correr, para libertar o foco basta premir a tecla ctrl da direita.
Existem também opções de emular a placa de som e a placa de rede. Para activar é semelhante ao cd. Na placa de rede o recomendado é NAT o computador recebe um ip da gama 10.0.0.x e consegue comunicar com a Internet.
A nível da rede existem algumas limitações, visto não ser possível, por exemplo, partilhar ficheiros com o sistema operativo real ou outros na rede. Por outro lado também é possível aceder a esta máquina através do Remote Desktop.

Do que experimentei achei que era um pouco limitado. Comecei por experimentar 4 diferentes para esta plataforma (x86) syllable, visopsys, e aros. Destes 4 apenas o visopsys funcionou o que é estranho já que o é um clone livre do , deveria funcionar sem grandes problemas. Resolvi então passar a algo mais conhecido e instalei o 2000 e uma distribuição linux de nome Vector. Ambas correram bem e tudo funcionou a 100%.

O virtual Box tem ainda um extra, que são as Guest aditions. Depois de instalado no a máquina virtual fica muito mais rápida. Extras também existem para linux, mas só foram testadas nas distribuições mais populares.

Nota: O código fonte está em GPL mas o binário tem algumas restrições.

Relacionados

20 comentários

Oct 02 2006

MS Windows: Satisfação garantida ou dinheiro de volta?

Published by Luís Bastos under opiniões

Uma pergunta que faço acerca dos malditos OEM : quantos utilizadores de Linux compraram um portátil (principalmente um portátil de marca, excluindo os Macs x86, mesmo com a bateria a arrebentar), ao qual tiveram que pagar pelo que vinha incluído (impingido), e nunca tentaram (e se tentaram nunca conseguiram) reaver o de volta daquilo que jamais iriam usar (o )?

Continuar a ler »

Relacionados

1 comentário