Sep 29 2008
Sep 07 2008
Google Chrome
Já era anunciado faz algum tempo um browser da empresa Google, e aí está ele o Google Chrome. Com tanta “euforia” à volta deste novo navegador, decidi experimentá-lo.
À primeira vista, parece praticamente igual ao outros que existem no mercado: tem um aspecto minimalista sem grandes opções, embora sem que nos apercebamos da quantidade de funcionalidades que tem inserido.

Podemos começar pela omnibox. Duma forma simplista, a barra de endereços tem ao mesmo tempo duas funcionalidades: a “normal” e a de uma caixa de pesquisa. Assim, ao invés de introduzir um endereço, introduz-se uma ou mais palavras e aparecerá uma pesquisa com os sites relacionados com a palavra procurada.
Ao criarmos um novo separador, o Google Chrome mostra-nos informação sobre as páginas e motores de pesquisa que utilizamos com maior frequência, separadores fechados recentemente e sites guardados.
Atalhos de aplicação: torna-se agora possível guardar marcadores para certos sites como se de um programa pré-instalado se tratasse.
Gestor de tarefas, a mais “estranha” das funcionalidades: permite ver detalhes sobre os processos que estão a ser executados através do Google Chrome, conseguindo o utilizador encerrar um dos processos de forma simples e rápida.
Dá possibilidade do utilizador navegar na Web sem deixar qualquer rasto, informa-nos caso o endereço que desejamos visitar tenha possibilidade de ser um site “suspeito”, tem uma forma fácil de guardar uma página (basta clicar na estrelinha) e importa as definições do nosso browser.
Miais alguns aspectos a salientar são o facto de ao iniciar-se um download, a transferência (e a sua informação) aparecem logo no canto inferior esquerdo, e sempre que passamos o rato por um link surge-nos no mesmo local o endereço completo desse link.
Tem integrado o Google Gears (permite acesso offline a serviços que normalmente só funcionam quando estão on-line), e utiliza o renderizador WebKit (também utilizado no Safari e no Epiphany).
Dando agora uso à minha humilde opinião, achei o Google Chrome interessante para utilizadores não muito exigentes em termos de navegação. Embora tenha um acesso directo a marcadores, seja leve na sua execução, e possua dois recursos que julgo serem inovadores para programas da sua “classe” (falo concretamente no atalhos de aplicações e no gestor de tarefas), falha em pontos muito “básicos” como um botão de acesso directo à homepage e um suporte para RSS.
Acredito que estas pequenas falhas serão corrigidas em versões posteriores. Para quem estiver interessado neste novo browser fica desde já saber de este se encontra sob a licença BSD, está traduzido em 43 línguas (entre as quais o pt-PT), ainda só funciona em ambientes Windows e pode ser descarregado aqui.
Até para a semana, abraço!
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