Nov 11 2008

Plugins para o Google Chrome

Published by Bruno Miguel under geral

O e o são browsers diferentes e ninguém espera que eles se venham a tornar iguais, mas aposto que muitos de vocês gostavam que o segundo tivesse pelo menos metade das que o primeiro tem. Isso ainda está muito longe de acontecer, mas já podem utilizar algumas e no . Atenção que não são necessariamente as mesmas e que estão disponíveis para o .

As e para o estão disponíveis no site Chrome Plugins. Lá, poderão encontrar bookmarklets e alguns , como uma versão do extremamente útil AdBlock Plus desenvolvido para este . No mesmo site, também estão disponíveis alguns temas para este .

Assim como o ainda não é um considerado estável, também estas e não o devem ser, quanto mais não seja por serem usadas com uma aplicação ainda em beta. Se as usarem, não esperem uma estabilidade à lá Debian.

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Sep 27 2008

Termos de Serviço

Published by Marcos Marado under Direitos Digitais

Já falei sobre Termos de Serviço aqui no “Programas Livres”: sobre o facto de raramente as pessoas os lerem, e o porquê disso ser um erro. Hoje volto ao tema, mas sobre outro prisma.

O software não precisa de . Sempre que os tem, eles apenas podem restringir aquilo que os utilizadores podem fazer com ele. É tão simples quanto isto. O software é protegido por copyright, ou, em Portugal, pelos de Autor. Para definir os termos desses mesmos , o autor pode, caso queira explicitar algo que a lei dos de Autor não o faça, fazê-lo através da de utilização desse mesmo software. É isso que acontece com os programas livres: estes são licenciados com uma “ livre” — tipicamente uma das presentes nesta lista — que definem, além de quem é o titular da autoria do dito programa, quais são as suas condições de utilização, modificação, distribuição e o que mais ao autor lhe aprouver.

Ainda assim, há quem queira subverter a natureza das , fazendo com que, para além delas, os seus utilizadores tenham ainda de aceitar um conjunto de termos ou um de forma a poder usar os ditos programas.

Casos recentes disso são o Google Chrome e o Mozilla Firefox.

O caso do foi muito badalado, não por ter , mas sim pelo que diziam esses termos. A reacção foi tão forte que o sentiu-se forçado a mudá-los, como podemos ver no anúncio da mudança:

[...]diversos utilizadores atentos e bloggers exprimiram preocupações quanto à Secção 11 dos do que tenta dar-nos sobre qualquer conteúdo gerado pelo utilizador e “submetido, publicado ou mostrado em ou através” do .

[...]Pedimos desculpa por nos ter escapado isto, mas já está corrigido, e vocês podem ler os termos do serviço actualizados do .

Infelizmente, este anúncio não vem sem uma “mentira oculta”:

Esta secção foi incluída porque, segundo a lei de copyright, o precisa daquilo que é chamada uma “” para mostrar ou transmitir conteúdo.

Ora, um - ou outro qualquer software - precisa de uma , não só para “mostrar ou transmitir conteúdo”, mas para tudo o resto. A questão é que o já tem uma : a BSD license. Se querem um exemplo de um que tem apenas uma e não força os seus utilizadores a terem de assinar , vejam por exemplo o IceCat.

Mas também o Mozilla tem uma , e desde o 3.0.2 que a exibe para aceitação da primeira vez que um utilizador corre o . Bem, tem não, teve. Depois de muito criticada, a e o estiveram mesmo numa prova de fogo quando a comunidade Ubuntu decidiu que ela era um problema que tinha de ser solucionado. E isso movimentou tanta poeira que a CEO da Mozilla falou sobre o assunto, prometeu remover a EULA e finalmente fê-lo.

E assim temos as provas de que não só o software não precisa de EULAs ou , mas também de que quando a comunidade se junta e faz pressão sobre algo que está mal, as coisas podem funcionar. Pena é que a comunidade não tenha batido o pé com o tal como fez com o … Será porque ainda não há para GNU/Linux? Será a comunidade GNU/Linux mais alerta a este tipo de situações?

mmarado Termos de Serviço Marcos Marado escreve no
PL ao Sábado sobre Digitais.
Podem
encontrar mais artigos como este no seu blog pessoal.

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Sep 07 2008

Google Chrome

Published by António Sousa under análises

Já era anunciado faz algum tempo um da empresa , e aí está ele o Google Chrome. Com tanta “euforia” à volta deste novo , decidi experimentá-lo.

À primeira vista, parece praticamente igual ao outros que existem no mercado: tem um aspecto minimalista sem grandes opções, embora sem que nos apercebamos da quantidade de funcionalidades que tem inserido.

google-chrome Google Chrome

Podemos começar pela omnibox. Duma forma simplista, a barra de endereços tem ao mesmo tempo duas funcionalidades: a “normal” e a de uma caixa de pesquisa. Assim, ao invés de introduzir um endereço, introduz-se uma ou mais palavras e aparecerá uma pesquisa com os relacionados com a palavra procurada.

Ao criarmos um novo separador, o mostra-nos informação sobre as páginas e motores de pesquisa que utilizamos com maior frequência, separadores fechados recentemente e guardados.

Atalhos de aplicação: torna-se agora possível guardar para certos como se de um programa pré-instalado se tratasse.

Gestor de tarefas, a mais “estranha” das funcionalidades: permite ver detalhes sobre os processos que estão a ser executados através do , conseguindo o utilizador encerrar um dos processos de forma simples e rápida.

Dá possibilidade do utilizador navegar na sem deixar qualquer rasto, informa-nos caso o endereço que desejamos visitar tenha possibilidade de ser um site “suspeito”, tem uma forma fácil de guardar uma página (basta clicar na estrelinha)  e importa as definições do nosso .

Miais alguns aspectos a salientar são o facto de ao iniciar-se um download, a transferência (e a sua informação) aparecem logo no canto inferior esquerdo, e sempre que passamos o rato por um link surge-nos no mesmo local o endereço completo desse link.

Tem integrado o Gears (permite acesso offline a serviços que normalmente só funcionam quando estão on-line), e utiliza o renderizador (também utilizado no Safari e no Epiphany).

Dando agora uso à minha humilde opinião, achei o interessante para utilizadores não muito exigentes em termos de navegação. Embora tenha um acesso directo a , seja leve na sua execução, e possua dois recursos que julgo serem inovadores para programas da sua “classe” (falo concretamente no atalhos de aplicações e no gestor de tarefas), falha em pontos muito “básicos” como um botão de acesso directo à homepage e um suporte para RSS.

Acredito que estas pequenas falhas serão corrigidas em versões posteriores. Para quem estiver interessado neste novo fica desde já  saber de este se encontra sob a BSD, está traduzido em 43 línguas (entre as quais o pt-PT), ainda só funciona em ambientes Windows e pode ser descarregado aqui.

Até para a semana, abraço!

Licença Sítio oficial Sist. operativo Idioma portátil Transferir Proglivre Proglivre
BSD Sítio oficial Windows InglêsPortugalBrasil Portátil Transferir - Ajuda / Suporte

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Sep 01 2008

[Actualizado] Google está a criar um browser livre

Published by Bruno Miguel under notícias livres

Aparentemente, à uns tempos circularam um rumores que indicavam que o estaria a preparar o seu próprio (), talvez até com todos os seus serviços integrados. Eu não me apercebi destes rumores, por isso foi com algum espanto que li um artigo no Blogoscoped.com acerca esse .

O autor do Blogoscoped afirma ter recebido um email vindo da empresa , com uma banda-desenhada em formato digital incluída. Essa banda desenhada, criada por Scott McCloud, é sobre o , um livre que o estará a preparar.

De com o autor do Blogoscoped.com, o :

  • será ;
  • usará o para fazer render aos ;
  • será incluído no Gears;
  • terá uma máquina virtual de Javascript, também ela ;
  • terá os separadores em cima da janela, em vez de dentro da janela;
  • incluirá auto-completion (lamento, mas não conheço a expressão portuguesa para isto) na barra de endereço;
  • terá a página inicial do será semelhante ao Speed Dial do Opera, onde aparecem miniaturas de alguns que adicionados (basicamente, atalhos para com pré-visualização em miniatura dos mesmos);
  • terá um modo de privacidade que não guardará quaisquer dados da navegaçaõ no disco (como o famoso pr0n mode prometido para o Explorer 8, um que eu aconselho a não utilizar, já que é fechado e não tem o hábito de respeitar os padrões );
  • incluirá um sistema contra ataques de phishing e infecções de malware.

O site oficial deste projecto poderá ser acedido em google.com/chrome.
Aparentemente, o site do estará numa secção da página do Gears. Podem visitá-lo aqui.

Nota: este post também foi publicado por mim no Webtuga.
Nota2: o endereço do site do foi actualizado.

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