Nov 15 2008

Dev-C++

Published by António Sousa under análises

Dev-C++ é um IDE (ambiente de ) para de aplicações nas linguagens de ção C e C++.

Com uma utilização de recursos baixa, consegue ombrear com softwares da mesma classe não-.

Possui uma interface suficientemente fácil para o utlizador não se "perder" o , mas ao mesmo possui todas as opções necessárias para se puder trabalhar.

O acto de e "correr" uma aplicação é rápida, usando poucos recursos do computador onde se encontra instalado.

dev-c

Testei pequenos desenvolvidos por mim nas linguagens de ção acima referidas, tendo o Dev-++ compilado e executado quase todos eles.

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Aug 06 2008

Compilar o IceCat com suporte para um idioma à sua escolha

Published by Bruno Miguel under guias linux

De há pelo menos um mês para á que o é o meu browser de eleição. Este browser é baseado no Firefox e tem algumas adições, como uma funcionalidade que permite bloquear, individualmente, cada cookie de um determinado website.

O browser é mantido apenas para o sistema GNU/, mas deverá ser possível compilá-lo em , Mac OS X e outras plataformas sem grandes problemas, já que o - deste se mantém alinhado com a última do Firefox - e, como sabem, o Firefox está disponível para diferentes sistemas. Para além disso, está apenas disponível em inglês. Para que possam o em - ou qualquer outra, se assim o entenderem -, vou explicar como o browser, num sistema GNU/, já com o em e como criar uma extensão de para poderem num binário do que esteja noutro diferente do .

Primeiro que tudo, tenho que dizer que eu uso o gNewSense, por isso este reflecte os passos nesse sistema. Como o gNewSense é baseado no , deverá ser possível reproduzir este pequeno na integra na mantida pela Canonical, assim como no e distribuições baseadas nesta. Nas outras, os passos deverão ser semelhantes. Também, este não é para quem agora começou a usar o sistema GNU/, mas para quem já tem um conhecimento ligeiro do sistema e da linha de comandos.

Agora que a introdução chata está feita, vamos pôr as mãos na massa. O primeiro passo é a instalação das dependências do . Abram um terminal e digitem o seguinte comando:
sudo apt-get libx11-dev ftgl-dev libotf-dev libxft-dev libpango1.0-dev doxygen autoconf libgtk2.0-dev libnm-glib-dev libidl-dev libxt-dev libpng12-dev libxp-dev

Depois de instaladas as dependências, temos que descarregar o -, descompactar o arquivo e movê-lo para /usr/src (como tenho o - de todas as aplicações nesta localização, vou obrigar-vos a seguir este meu hábito):
wget ftp://ftp.gnu.org/gnu/gnuzilla/3.0.1-g1/-3.0.1-g1.tar.bz2
sudo tar xvf - /usr/src -3.0.1-g1.tar.bz2

Agora, vamos até à pasta /usr/src e vamos preparar tudo para descarregar os ficheiros de necessários:
cd /usr/src
sudo cvs -z3 -d:pserver:anonymous@cvs-mirror.mozilla.org:/cvsroot co mozilla/client.mk
sudo cvs -z3 -d:pserver:anonymous@cvs-mirror.mozilla.org:/cvsroot co mozilla/tools/l10n

Precisamos dos ficheiros para o europeu (pt-PT). Para isso, primeiro temos que entrar na pasta mozilla, criada pelo passo anterior, e depois correr um comando. Como não saímos de /usr/src:
cd mozilla
sudo make -f client.mk l10n-checkout MOZ_CO_PROJECT=browser MOZ_CO_LOCALES=pt-PT

Depois de executado o comando anterior, ficamos com o - do Firefox na pasta mozilla e os ficheiros de que queremos na pasta l10n, localizada em /usr/src. O facto da pasta l10n ficar em /usr/src e não em /usr/src/mozilla poupa-nos o trabalho de a mover.

Como já temos o - do no local correcto (fizemos isso num dos primeiros passos), temos que preparar a para ser usada pelo . Isso passa por criar duas pastas, copiar dois ficheiros para elas e editá-los. Primeiro, vamos entrar na pasta browser, que está dentro da pasta do , que por sua vez está dentro da pasta l10n.
cd /usr/src/l10n/pt-PT/browser

Agora, criamos as duas pastas que precisamos:
sudo mkdir -p branding/unofficial

Copiamos os dois ficheiros de que necessitamos:
sudo cp ../../chrome/branding/brand.*

E agora editamos os ficheiros brand.dtd e brand.properties. Vejam os meus para saberem como eles devem ficar.

Para além de editar os ficheiros que movemos para as pastas que criámos, eu fiz outras alterações. Para saberem quais, vejam o diff que criei.

Agora que a está pronta, vamos até à pasta do e compilamos este browser com o Europeu (pt-PT):
cd /usr/src/-3.0.1-g1
sudo ./configure –enable-ui-locale=pt-PT; sudo make

Agora, o está compilado em , mas não instalado globalmente. Para o instalarem no sistema, teriam que usar o comando sudo make . Se quiserem, podem fazê-lo, mas eu aconselho antes a criação de um arquivo com os binários, tal como a Mozilla distribui o browser no seu site. Para o fazer basta, no final do sudo make:
sudo make - browser/installer/

O comando sudo make - browser/installer/ vai criar-vos um arquivo bzip2 em dist/ chamado -3.0.1-g1.pt-PT.-i686.tar.bz2. Podem copiá-lo para onde quiserem e usar o como se usassem o Firefox descarregado do site da Mozilla.

Se quiserem criar uma extensão para adicionar um ao , vão precisar de executar todos os passos até à compilação do browser. Aí, não se passa a flag para o (se já tinham compilado antes o , podem saltar este passo). Em vez disso, executam-se os seguintes comandos:
sudo ./configure
sudo make;

Assim que acabar, vão até browser/locales:
cd browser/locales

E executem o seguinte comando, que criará uma extensão xpi em dist/ (/usr/src/-3.0.1-g1/dist/):
sudo make langpack-pt-PT

Essa extensão poderá ser instalada no e Firefox - e, provavelmente, em qualquer browser baseado no Firefox - que esteja noutro que não o Europeu. Por uma razão que desconheço, o nome da extensão fica firefox-3.0.1-g1.pt-PT.langpack.xpi. Talvez se deva a um makefile, mas não tenho a certeza.

Volto a repetir que este requere alguns conhecimentos mínimos do sistema GNU/. Se não os tiverem, podem descarregar o pronto a usar do seu site oficial. Se usarem , ou uma baseada numa delas, também podem um pacote deb.

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Jul 08 2008

GENTOO 2008.0

Qual Fénix renascida, eis uma desta tão popular distro.

Desde gabada pela mas nem tanto pelo que demorava a todos os , esta parecia estar a acabar, imerecidamente; mas, de repente, surge com um novo fôlego. E que fôlego!

Testei as duas versões - x86 e amd64. Se na x86 não qualquer problema, já a AMD64 não me mereceu qualquer atenção especial porque, simplesmente, pifou. Não deu nada. Nicles. Zero! (*)

Assim, a primeira que do “novo” Gentoo foi como que uma sensação de leveza. Para esta sensação contribui e o Xfce, o qual o lugar outrora ocupado pela .

Sinceramente, nunca me dei bem com o Xfce e também não foi desta que me deu um “click”. A minha preferência actual recai no e tenho alguma dificuldade em gostar dos outros embora já tenha dado uma voltinha pelo 4 - e pelo que vi, promete e !

Esta do GENTOO é bem actual e com muitos para o actual, se bem que o problema que encontrei no AMD64 deva estar relacionado com algum do que compõe esta máquina - Paix -  que, como já disse anteriormente, não é pêra-doce para qualquer SO. Nas versões do passado apenas uma distro conseguiu todos os componentes desta máquina, mesmo incluindo uns - e não foi a para 64 bits -, enquanto neste quase todas detectam tudo à primeira excepto as versões 64 bit e o (um pouco mais para a frente falarei do Solaris). Chamo a atenção para o facto de eu estar a falar em instalações automáticas e sem qualquer intervenção da minha parte excepto as absolutamente necessárias, como é de entender.

Não sei bem qual o posicionamento do Gentoo no panorama actual. Espero bem que se e que venha a ser uma das distribuições mais usadas.

A Gentoo foi uma das principais “” de recursos a quem todos recorriam e geralmente encontravam a resposta. Nunca me hei-de esquecer do enorme potencial de informações que ainda por aí circula. Um grande Viva a esta !

Merece-o.

Quem estiver interessado em uma segura, rápida, actual e com enorme potencial informativo (logo = ) não hesite!

Vá até Darkstar ou até à página oficial, descarregue o e experimente.

Depois digam-me algo, ok?

(*)  - acabou num monitor completamente escuro. Não é minha intenção, em relação a estes artigos rápidos, andar a lutar contra o sistema. Arranca e trabalha - ok. Não trabalha - posto de lado.
Quando se tratar de análises completas, já estou a tratar da 1ª acerca do Fedora 9, aí sim vou à luta.


jocaferro GENTOO 2008.0 José Rocha escreve no PL todas as terças um sobre Sistemas Operativos Abertos.
Podem encontrar mais artigos como este no seu blog pessoal.

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Dec 19 2007

Nova versão do Liferea, agora em Português

Published by Bruno Miguel under actualização

Lars Linder publicou a mais estável do de . As da são:

Os utilizadores que desejarem esta , poderão o código-fonte da aplicação ou este de através do gestor de da sua - no e basta um simples apt-get .

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Sep 26 2007

Como é que os programadores de software aberto ganham dinheiro?

John Mark’s, um blogger como tantos outros acha esta pergunta bastante irritante:

Como é que os de aberto ganham ?

Hoje em dia com como a Canonical que faz o e a Red Hat que são bem sucedidas não é algo tão difícil de acreditar, mas a é que quem não conhece o método de de aberto e se apercebe que “o segredo” daquilo que fazem está à logo chega a esta pergunta.

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