Jun 18 2008
GP2X - A Consola Portátil Linux
Muito se fala das consolas portáteis, nomeadamente da Nintendo DS e da Sony PSP - não esquecendo todas as diferentes séries dos clássicos GameBoy que ainda continuam a entreter milhões de miúdos e graúdos por todo o mundo. No entanto, todas elas têm um ligeiro inconveniente: são consolas “fechadas”, que obrigam a que se pague por todo o software que se deseja correr nelas. No entanto, há alternativas interessantes para quem gostar de executar e desenvolver software sem essas limitações: a GP2X.
Depois de um início atribulado, esta consola portátil abraçou pela primeira vez a comunidade open source, incentivando todos os jogadores e programadores a desenvolver software para ela. Assim sendo, esta consola conta com inúmeros programas desenvolvidos pela vasta comunidade de fãs; desde emuladores de consolas mais antigas - algo bastante apreciado por muitos jogadores - que permitem que os jogadores possam jogar os seus clássicos favoritos em qualquer lado, passando por jogos especificamente criados para a GP2X que utilizam ao máximo os seus dois processadores, não faltando players de áudio e vídeo, há de tudo um pouco.
Para acompanhar as tendências actuais, o seu mais recente modelo, o F-200, adiciona um touchscreen que permite toda uma nova geração de jogos ao estilo “Nintendo DS.” Mas, sendo uma plataforma aberta baseada em Linux, permite que a possam usar para muito mais que isso.
Portanto, quer estejam interessados em relembrar os velhos jogos clássicos das máquinas arcade, da Neogeo, SNES, Megadrive, Atari ST - e até mesmo do Amiga - ou estejam à procura de um aparelho portátil que queiram utilizar para os vossos projectos, aconselho-vos a darem uma olhada nesta pequena maravilha chamada GP2X e que podem encontrar em lojas online por menos de 150 Euros. Site oficial: GP2X.com
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Carlos Martins escreve no PL todas as quartas um artigo sobre OpenHardware. Podem encontrar mais artigos como este no seu blog pessoal Aberto Até de Madrugada. |
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Conceito bastante interessante e a um preço apelativo!
Fiquei entusiasmado com a ideia.
Cumprimentos!
E tem uma comunidade bastante grande - mesmo que por cá não seja tão comum como, por exemplo, a Nintendo DS (que, diga-se, também tem bastantes “homebrews”, mas obriga a reflashar o firmware ou usar um cartão para correr o software “não original”.)
Exactamente..
Ou seja, apenas se faz um investimento inicial (bastante reduzido diga-se) e depois é sempre a abrir!!!