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Oct 01 2008

Surveyer SVS - Brincar com Robots em 3D

srv1q-svs550-264x300 Surveyer SVS - Brincar com Robots em 3DSe - como eu - passaram horas a brincar com legos na vossa juventude (embora não haja nada de mal em continuar a brincar com Legos durante a vida adulta) então de certeza que gostarão do de hoje.

Mesmo para quem tenha perdido o “bichinho” dos Legos, a necessidade de continuar a “inventar” permanece, e é por isso que hoje vos venho falar de um dos mais frequentes sonhos de qualquer pessoa: brincar com um robot.

Mas não é um robot qualquer… este Surveyer pode levar vários módulos, entre os quais se destaca um sistema de visão stereo 3D com duas câmaras.

Como seria de esperar, todo o software de desenvolvimento é GPL Open Source.

E depois, com a ajuda dos “tradicionais” óculos com filtros em azul e vermelho, é so começarem a passear pelas redondezas com a ajuda do vosso robot.


Surveyor SVS (stereo vision system) - robot test #1 from Surveyor Corporation on Vimeo.

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Sep 25 2008

Desenvolve para o Android em Ubuntu

Published by Carlos Martins under OpenHardware

androidsdk-300x225 Desenvolve para o Android em UbuntuE com os primeiros a poucas semanas do início da sua comercialização, é a altura perfeita para que os interessados comecem a brincar um pouco com esta nova plataforma que promete revolucionar a móvel.

Embora se possa dizer que isso é algo que foi já iniciado pelo iPhone da Apple, não nos podemos esquecer que - independentemente da sua facilidade de utilização - este produto não é propriamente “aberto.” Sim, temos uma App Store para a qual todos* podem desenvolver (*desde que tenham OS X para correr o SDK.) Mas estamos depois sujeitos às decisões um pouco aleatórias da Apple para que esta permita a sua inclusão, ou não, na App Store - algo que tem causado bastante polémica.

Nesse aspecto, a plataforma desenvolvida pelo Google é mais acolhedora: qualquer pessoa pode fazer o que bem entender.

Mas ainda melhor, é que qualquer pessoa pode desenvolver programas para o sem ter que gastar um cêntimo em software, uma vez que o SDK corre em .

Por exemplo, se usam o , podem ver como o SDK 1.0 neste excelente tutorial do howtoforge.

Isto sim, deveria servir de exemplo a todas as que lançam SDKs exclusivamente para sistemas operativos fechados e não-gratuitos.

Portanto, se já te sentias atraído pelo OpenMoko mas preferes usar uma base um pouco mais evoluída e que facilita o de aplicações com suporte geográfico, começa já hoje a pensar nos programas que poderás criar e no teu futuro .

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Sep 18 2008

OSD 2.0 uma TV-box capaz de encoding em HD

Published by Ricardo Faria under OpenHardware

A , uma empresa dedicada a produzir soluções de (Digital video Recording) e PMP/R (/Recorder) baseadas em da TI, acabou de lançar a versão 2.0 da sua OSD () set-top-box. Esta nova versão, que para além das características da anterior (OSD 1.0), lançada à cerca de dois anos, permite o encoding de conteúdo em alta definição a 720p e D1 para MPEG-4 e H.264 respectivamente.

neuros_osd2_panel-sm OSD 2.0 uma TV-box capaz de encoding em HD

Segundo o CEO (Chief Executive Officer (Director-Executivo ou Director-Geral em português)) da Neuros, a grande vantagem desta é a capacidade de encoding de alta definição a partir de um sinal analógico.

Quanto ao hardware, esta OSD2 vêm equipada com um processador DaVinci 6446 da TI instalado num modulo DM6446M02 com 256 MB de DDR2 e 256 MB de NAND soldados, acoplado a uma placa de E/S de formato Mini-ITX. A vem disponível com os codecs da TI de modo a tirar o todo o potencial do DSP incorporado no DaVinci, que possibilitam o encoding e o upscale de um sinal analógico H.264 na resolução D1 (qualidade de DVD) para os 1080i (full HD).

neuros_dm6446m02_module_diag-sm OSD 2.0 uma TV-box capaz de encoding em HD

O modulo DM6446M02 da OSD2 disponibiliza as seguintes E/S na parte traseira

* Porta série
* Porta IRBlaster
* Conector para antena Wi-Fi
* 10/100 LAN
* 2 x USB
* A/V Out:

  • o HDMI
  • o Component
  • o Composite
  • o Stereo audio

* A/V In:

  • o Composite
  • o Component
  • o 2 x stereo audio

neuros_osd2_devkit_reario-large-sm OSD 2.0 uma TV-box capaz de encoding em HD

Adicionalmente, é conectada uma placa ao modulo DM6446M02 de modo a disponibilizar na parte frontal uma porta USB, um leitor de cartões SD, entradas para vídeo composto, um receptor de infravermelhos e um par de led’s.

neuros_osd2_devkit_frontio-large-sm OSD 2.0 uma TV-box capaz de encoding em HD

Quanto ao software, vem instalado um firmware , completamente aberto a modificações por parte do utilizador e com suporte a diferentes formatos bastante elevado (disponíveis aqui). Além disso, são disponibilizadas actualizações periódicas baseadas em pacotes binários. Toda a informação acerca do firmware pode ser obtida aqui.

Assim quem pretende um dispositivo extremamente versátil, quando comparado com outra opções (TiVO por exemplo), que permite a gravação e o encoding para HD a partir de diversas fontes analógicas e com software completamente livre, esta é uma excelente opção que fica por $250.

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Sep 17 2008

Fit-PC Slim - Quando o Tamanho Importa

Published by Carlos Martins under OpenHardware

Fit-PC Slim

Nem sempre maior é sinónimo de melhor. E se nalgumas situações necessitamos de um potente, que gasta centenas de Watts, ocupa grande parte da secretária, e faz tanto barulho como um avião a levantar voo; noutras, desejaríamos ter um o mais possível e pelo qual nem déssemos conta.

Pois bem, este Fit-PC Slim é o ideal para este segundo caso.

Gastando apenas 5W em média e medindo 110 x 100 x 30mm, este sem ventoinhas torna-se praticamente “invisível” quando em funcionamento.

No entanto, não deixa de ser interessante a nível de hardware, com um CPU AMD Geode LX800 a 500MHz, Ethernet, VGA, WiFi, e podendo levar um de 2.5″ com capacidade à escolha.

Podendo correr (e até mesmo , se for mesmo necessário), torna-se assim no hardware ideal para tarefas que não necessitem de grande poder de computação mas que precisem de estar disponíveis 24h por dia.

Aliás, como a sua fonte de alimentação aceita entradas de 9-15VDC, torna-se também numa opção atraente para todos aqueles que estejam interessados em colocar um no seu automóvel.

Imaginem as possibilidades…

A versão mais atraente (com 512MB e Wifi) tem preços a partir dos $245 - um valor bastante aceitável.

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Sep 10 2008

HiVision - Um Portátil por 69 Euros?

Published by Carlos Martins under OpenHardware

HiVision-MiniNote.avi HiVision - Um Portátil por 69 Euros?O João Matos já anunciou este portátil, mas achei que este fenómeno merecia um pouco mais de . :)

se tem falado dos mini-portáteis de baixo custo - também conhecidos por . Mas afinal, será que um portátil de 300 ou 400 Euros poderá ser chamado de de baixo custo?

O preço inicial anunciado para o Eee PC (o modelo que deu inicio a este formato) era bastante inferior ao que se verificou na realidade. Falavam-se de preços na ordem dos $199 dólares, mas que rapidamente foram inflaccionados para os valores que vemos actualmente.

No entanto, há quem tenha tido a de produzir efectivamente um portátil de baixo custo: o fabricante que consegue oferecer um modelo bastante interessante por uns míseros $98 USD, cerca de 69 Euros.

(Ok, mesmo que com a “roubalheira” do câmbio eles arredondem para cima e ficasse por 99 Euros, continuaria a ser interessante.)

Evidentemente que não o podem comparar directamente com os modelos que custam 4 ou 5 vezes mais, mas… por este preço e pelas funcionalidades que apresenta… não me digam que não pensariam duas vezes. (Aliás, acho que há “pseudo-portáteis” de brincar para crianças que custam mais que isto!)

É que, mesmo sendo barato, este oferece praticamente tudo o que podem encontrar em qualquer : WiFi, 3x USB, Ethernet, leitor de cartões SDHC, audio in/out, 1GB de . A principal diferença está no processador utilizado; que em vez de ser um CPU famoso como o Atom da Intel, é um processador mais básico da MIPS.

No campo do software, não há diferenças a assinalar. O sistema operativo é (um Embedded ) e permite usar voice-, skype, Firefox, e o popular Abiword para processamento de texto.

Sendo baseado em , não é de estranhar que seja facilmente adaptável por utilizadores mais avançados, para que se adeque às suas necessidades.

Se estão interessados, vejam esta analise mais detalhada em vídeo:

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Sep 03 2008

Firmwares Alternativos para os Routers

Published by Carlos Martins under OpenHardware

linksys_wrt54g Firmwares Alternativos para os RoutersHoje em dia, com a proliferação do hardware informático em nossas casas, quase toda a gente tem um router (com ou sem WiFi) para permitir o acesso à de todos os e demais dispositivos - como consolas de jogos, centrais de alarme, câmaras de segurança, etc.

Ora, dentro daquela caixa a que chamamos router está quase sempre um micro-processador programável a correr uma versão específica de adaptada para as suas necessidades.

Pois bem, tal como vocês podem escolher qual o sistema operativo que querem correr no vosso , muitas das vezes também é possível escolher qual o “firmware” que querem no vosso router.

Obviamente estas coisas não devem ser feitas “à toa”, pois correm o risco de ficar com o vosso router inoperacional. Mas se lerem (e relerem) todas as instruções com cuidado e seguirem o passo-a-passo, não deverão ter qualquer problema.

Quais são então as vantagens de optar por um firmware alternativo? Não será o firmware de origem, feito pelo fabricante, bem mais capaz e melhor?

Quase sempre… não.

Aliás, muitos dos fabricantes usam estes open-source como base dos seus próprios - só que muitas das vezes colocam restrições apenas para diferenciar modelos “baratos” de modelos “caros.”

Com um firmware “livre” poderão ter acesso a muitas mais funções, como aumentar a potência do sinal WiFi, dar prioridade a certo tipo de tráfego (para que possam fazer chamadas VoIP ou jogar jogos online sem se preocuparem com outro que está a fazer um download), ter maior variedade de serviços de DNS dinâmicos, entre muitas outras coisas interessantes - algumas das quais bastante técnicas.

O mais popular destes é o DD-WRT, e se estiverem interessados só têm que verificar se o vosso router está na lista de routers suportados.

Portanto, se se sentem limitados com as capacidades do vosso router actual, antes de gastarem dinheiro num novo vejam o que o pode fazer por vós.

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Aug 27 2008

TouchKit - o Multitouch Open-Source

Published by Carlos Martins under OpenHardware

touchkit-300x225 TouchKit - o Multitouch Open-SourceNinguém pode negar que o “” está na moda; mas para além disso, o é uma tecnologia com o potencial de poder vir a revolucionar a forma como interagimos com os , tal como o rato fez na sua altura.

Porque, apesar de os existirem há , parece que apenas agora - com a chegada dos dispositivos - o público se apercebeu das potenciais vantagens que estes dispositivos têm.

Obviamente, trata-se ainda de uma área em e cujas aplicações apenas agora começam a ser exploradas em sistemas que vão desde o Surface a como o iPhone da Apple.

Mas nem só de hardware e software proprietário vive o , e a prova chega-nos com o projecto open-source TouchKit.

O touchkit é um kit do tipo “faça-você-mesmo” que visa ajudar o de aplicações . Consiste num ecrã de 70cm x 50cm e uma infra-vermelha, assim como todo o software necessário para começar a “brincar” com esta tecnologia.

De fora ficam o projector e necessários, para que se fique então com um sistema totalmente operacional.

Todo o software e esquemas de hardware estão também disponíveis gratuitamente.

Fiquem com um vídeo que demonstra o TouchKit:

TouchKit Version 2.0 from stefanix on Vimeo.

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Aug 20 2008

Linutop - o Micro-Mini-Computador

Published by Carlos Martins under OpenHardware

Linutop

Cada vez mais, a necessidade de um se tem segmentado em vários tipos de diferente utilização: há quem queira usar o seu como uma potente máquina de jogos, há quem o use para trabalhar com aplicações exigentes de vídeo e imagem, e há também aqueles que querem um quase exclusivamente para na e usar umas ferramentas de produtividade como o OpenOffice.

Se, em alguns , já começam a surgir os “mini-sistemas-operativos” integrados (dos quais já aqui falei anteriormente) que demonstram claramente que para muitas coisas (aceder à net, ver fotos e , etc.) não é sequer necessário ter um sistema operativo clássico instalado, porque razão precisaremos nós de um caixote enorme e de um sistema que gasta centenas de Watts por cada hora que está ligado?

como este Linutop, que permitem fazer essas tais operações “não-exigentes” de forma eficaz, mas gastando apenas uma fracção da energia que um normal gasta - já para não falar no seu tamanho diminuto e funcionamento silencioso -, poderão bem vir a tornar-se cada vez mais comuns no futuro. Neste caso, o gasta uns meros 8 Watts e, apesar de não ser uma referência em “potência de processamento”, é mais que suficiente para executar os indispensáveis e habituais Firefox, Open Office, VLC Media player e demais programas que queiram usar.

Poderá não ser um substituto para o vosso principal - nem é essa a sua intenção - mas torna-se uma opção interessante para usar como vosso segundo ou terceiro terminal para estas funções. Imaginem, é só escondê-lo por traz do vosso novo LCD ou Plasma, e podem aceder à directamente na vossa sala, sem terem que se preocupar com o barulho de discos e ventoinhas nem esconder um “caixote” de PC dentro de um armário.

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Aug 13 2008

Os Sistemas Operativos Integrados

Published by Carlos Martins under OpenHardware

A semana passada falei-vos dos e da possível revolução que eles representam ao chamar a atenção para a importância do sistema operativo que vos permite “trabalhar” com o .

so

Afinal, para que precisamos nós de um Sistema Operativo? Porque motivo nos pedem para que se pague muitas centenas de euros por uma coisa que… “não faz nada”? (Especialmente quando consideramos que temos alternativas gratuitas?)

Lembro-me perfeitamente de inúmeros casos, onde após o longo de do (ainda na altura do 95) as pessoas me perguntavam: “E agora? Como é que escrevo uma carta? Como é que faço aquelas folhas cheias de números?” Ao que eu dizia: “Naaah, espere… agora é preciso mais esses programas.”

É certo que não é função do sistema operativo providenciar tudo isso - é certo - (embora a o tenha tentado quando integrou o seu Explorer no , com resultados que não foram lá bem conseguidos), mas isso apenas serve para colocar em causa a actual dos sistemas operativos.

Levado ao extremo, pedem-nos que paguemos por um bocado de software que efectivamente “não faz nada,” a não ser permitir correr outros programas.

Com os , vemos que afinal talvez - na maior parte dos casos - não seja necessário um sistema operativo que custa centenas de euros e ocupar Gigabytes de epaço em

E começam a surgir até que oferecem um mini sistema operativo integrado na motherboard que permite realizar a maioria das operações, sem que seja necessário ter um sistema operativo “tradicional” instalado: na , falar num programa de , , ver fotos, etc.

Tal como nunca nenhum de vocês se preocupou em um sistema operativo no telemóvel (é só ligar e usar), porque razão não poderão/deverão os poder ser usados de forma semelhante?

Curiosamente, no início era mesmo isso que acontecia - de forma mais “BÁSICA”, com a maioria dos de outros tempos a ter um de na BIOS, permitindo que se ligasse o e se escrevessem programas -; algo que mais tarde foi dispensado à medida que os PCs evoluíram. Mas eis que chegamos a um ponto em que parecemos destinados a regressar a esse mesmo velho conceito de ter um sistema operativo integrado no . Um S.O. que poderá não dispensar o uso de um S.O. mais completo e potente instalado num rígido (ou ), mas que para a maioria das funções será mais que suficiente.

Actualmente, há várias a trabalhar nisto - como a Splashtop -, mas de forma proprietária e “fechada” - mas de futuro, espera-se que isto se torne um e que todos nós possamos escolher um sistema operativo integrado que possamos num chip especial existente nos para arranque instantâneo.

No entanto, a longo prazo e com o de memórias não voláteis, tudo isto se poderá tornar redundante - com a possibilidade de desligarmos os equipamentos e voltar a ligá-los estando eles prontos a funcionar sem necessidade do de “arranque.”

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Aug 06 2008

Os Netbooks

Published by Carlos Martins under OpenHardware

NetbookSe passaram recentemente por alguma loja da especialidade, provavelmente já pararam por alguns momentos em frente desta nova geração de mini-portáteis de baixo custo, conhecidos também como “.”

É difícil não ser atraído pelo seu tamanho reduzido e preço apelativo, ao mesmo que prometem facilidade de utilização, autonomia e potência suficiente para satisfazer as actividades mais comuns.

Porque, realisticamente… a grande maioria dos utilizadores não necessita de um CPU tão potente como os que encontramos nos topo-de-gama. menos quando se associa um CPU razoável a um sistema operativo eficiente como as versões de que muitos destes trazem de origem.

Mas comecemos pelo início: tudo começou com o Eee PC da Asus.

Inicialmente anunciado como sendo um mini-portátil de baixo custo ($199), depressa foi inflacionado para os $299. Mas finalmente, depois de sucessivos atrasos, lá chegou ao mercado e… foi um enorme sucesso.

Foi a prova necessária de que muita gente não se importaria de ter um “” como segundo ou terceiro . o suficiente para andar na mochila ou saco sem pesar e mais que suficiente para escrever pequenos artigos, editar textos, verificar email, pela , etc.

Como sempre, esse primeiro modelo do Eee PC - apesar de ter sido lançado com um sistema operativo fácil de utilizar (baseado em , obviamente) - revelou também algumas limitações próprias de um produto que desbravava um novo território até aí inexplorado.

E embora a Asus depressa se tenha apercebido disso e iniciado a produção de novos modelos (algo que mais recentemente parece ter disparado e ficado fora de controlo: com a apresentação de mais de 20 modelos diferentes de Eee PCs!), era já tarde demais - todos os outros fabricantes avançavam a todo o vapor, oferecendo os seus próprios “Eee PCs”, muitos deles bem mais atractivos que os modelos da Asus, quer a nível de preços quer em características técnicas. E o resultado está à vista: escolher um é agora uma autêntica dor-de-cabeça.

Temos os Eee PC da Asus, o Wind da MSI (que em Portugal se transformou em Tsunami Moover,) o Aspire One da Acer, e muitos outros de outras marcas - com novos modelos a surgirem quase diariamente.

No entanto, estes podem bem ser apenas a “ponta do iceberg” num outro aspecto. Um dos efeitos secundários destes é mostrar às pessoas que podem na e fazer grande parte dos trabalhos diários sem estarem dependentes de um sistema operativo pago a peso de ouro - já para não falar nos restantes programas que são considerados “indispensáveis” e que adicionam mais umas largas centenas de euros em cima do custo total do equipamento.

Já não é a primeira vez que colegas me perguntam: mas que sistema operativo é este que vem nestes mini-portáteis? E ao falar-lhes do , me perguntam de seguida: e dá para pôr isto no meu PC principal?

É, na minha opinião, uma saudável… e que faz abrir os olhos a pessoas para quem PC era sinónimo de “.”

A VIA vai ainda mais longe com o seu conceito de Openbook, em que o próprio hardware e design é disponibilizando gratuitamente a quem quiser, para que facilmente possam implementar o seus modelos de , poupando o e dinheiro normalmente gastos na sua concepção.

E para quem ainda duvidar que isto vai revolucionar a forma como lidamos com os e a , vejam o recém anunciado “Magalhães”: o português que irá possibilitar o acesso à a muitos milhares de crianças.

Independentemente de ter sido ou não a melhor escolha (isso é tópico para outras conversas) é mais um passo dado no sentido de permitir o acesso aos desde cedo.

Não sei se já está definido qual o sistema operativo que irá ser disponibilizado nestes mini-portáteis, mas penso que será uma versão do Caixa Mágica - que me parece ser uma excelente opção para dinamizar ainda mais esta excelente versão de nacional.

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