Sep 27 2008
Aug 19 2008
DEBIAN
DEBIAN é uma distribuição Linux que prima por apenas apresentar software livre e aberto, mas apesar disto ninguém pense que esta particularidade acarreta alguma limitação. Nada mais errado, pois este SO, para além de ter um repositório com 18.733 pacotes (repito - completamente livres e abertos), corre em 11 plataformas diferentes tanto como servidor quanto cliente. É de facto um dos SO mais multi-facetados que se conhece, senão “o mais”.
Certo é que ninguém lhe fica indiferente, especialmente os “criadores” de algumas das mais badaladas distribuições Linux que por aí andam, tais como Ubuntu, knoppix, Damn Small Linux e DreamLinux, entre muitas outras. Para além das várias distribuições a que deu origem, também levou a que se constituísse à sua volta uma das maiores, melhores e mais dedicadas comunidades da actualidade. Esta comunidade é famosa pelo prazer de ajudar e também pelo poder de resposta que tem face aos problemas que vão surgindo. Este poder de resposta é de tal modo que, desde o alerta até à resolução de determinada falha, quase só se fala em horas e não em dias, meses ou anos. Esta também é uma “marca” deste SO.
DEBIAN encontra-se actualmente na versão 4.0 (estável) - saiu no dia 26 de Julho - e vem artilhado com imensos programas entre os quais o OpenOffice e o Iceweasel. Este último, também constitui um motivo de realce já que foi escolhido em detrimento do Firefox devido à incessante busca por um “Linux” totalmente Livre e Aberto muito próximo da filosofia GNU.
Para todos quanto desejarem experimentar este SO, já sabem que podem contar com o rápido e nacional darkstar. Chamo a atenção para um pormenor: antes de começar, aconselho vivamente uma leitura atenta de alguma literatura acerca do Debian. Podem começar por aqui, por exemplo.
Muito haveria a dizer, mas hoje vou terminar por aqui, com uma singela e justa homenagem a este SO:
PARABÉNS AO DEBIAN E A TODA A SUA COMUNIDADE PELOS 15 ANOS DE EXISTÊNCIA.
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Jul 22 2008
RED HAT
Desde tempos imemoriais que uso os produtos com a chancela Red Hat. Foi o meu primeiro amor neste mundo da liberdade e desde sempre havia qualquer coisa que me fazia ficar espantado com o que a comunidade conseguia construir!
Mais tarde apaixonei-me pelo openSuse, mas essa é outra história que neste momento tem cada vez menos valor. Com muita pena minha.
O Fedora foi, é e será uma das distribuições que estará sempre presente pelo menos numa das minhas máquinas; e esta versão 9 conseguiu espantar-me. Mais uma vez.
Na próxima semana espero ter concluído um artigo mais abrangente acerca desta distribuição.
Se quanto ao Fedora 9 não me alongo mais, esta semana andei a experimentar 3 distribuições baseadas no produto desta casa: CentOS, BLAG 90000 e Linpus.
Começando pelo fim, Linpus é uma distro um pouco minimalista baseada em Fedora. Embora já exista há algum tempo, só agora parece querer tornar-se reconhecida mundialmente através da ACER, mais especificamente do ACER One. Eu sou um dos que pertenciam ao grupo dos “desconhecedores”. Já tinha “ouvido”, há cerca de 2 ou 3 anos, falar de qualquer coisa mas nunca perdi tempo a experimentar, tal como agora aconteceu com este sabor “Linux”.
Apesar das várias versões, sinceramente pode servir para uma máquina do tipo ACER One, mas não consigo vislumbrar o que poderá fazer face aos nomes mais conhecidos do mundo “Linux”, exceptuando no mercado da China. Foi uma experiência que me custou muitas e boas horas e não me convenceu. Espero ainda pôr as mãos em cima de um ACER One para ver como aquela versão do Linpus se porta.
Quanto ao BLAG 90000, o meu parceiro Bruno Miguel já aqui colocou um artigo. Nada mais tenho a adiantar excepto realçar a natureza “totalmente livre a aberta” que faz parte da filosofia deste “Linux”. Apesar de alguns desentendimentos que me deram um pouco de trabalho lá consegui colocar tudo a trabalhar, mas chamo a atenção que não foi à primeira…
Eis-me chegado ao CentOS. Para quem não conhece posso adiantar que é uma das melhores distribuições “Linux” que anda por aí. Baseada no Red Hat Enterprise Linux, oferece todo o potencial deste livre e aberto produto comercial, porém a custo ZERO. Se no mundo “servidor” quase todos conhecem o CentOS, já no caso dos Desktop tal não se verifica e apenas uma “meia dúzia” de malucos se lembram de andar por aí com esta distribuição, grupo nos quais me incluo pois a partir de agora é este “Linux” que me acompanha a maior parte do tempo - fiquei rendido. O Fedora 9 continua a acompanhar-me mas numa outra máquina, a qual provavelmente substituirá o actual prestimoso e velhinho servidor. Pode-se dizer que se trata de uma troca já que o CentOS está actualmente no “velho” servidor, onde se tem portado de forma irrepreensível.
Neste momento, penso que o CentOS é a melhor distribuição para um sistema empresarial já que tem uma invejável versão servidor, ao mesmo tempo que a Desktop/Workstation se encaminha para a “bóptimo”.
Quem estiver interessado em experimentar pode descarregar a versão mais recente - 5.2 Live CD - no habitual darkstar.
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Jul 08 2008
GENTOO 2008.0
Qual Fénix renascida, eis uma nova versão desta tão popular distro.
Desde sempre gabada pela rapidez mas nem tanto pelo tempo que demorava a compilar todos os programas, esta distribuição parecia estar a acabar, imerecidamente; mas, de repente, surge com um novo fôlego. E que fôlego!
Testei as duas versões LiveCD - x86 e amd64. Se na versão x86 não tive qualquer problema, já a AMD64 não me mereceu qualquer atenção especial porque, muito simplesmente, pifou. Não deu nada. Nicles. Zero! (*)
Assim, a primeira impressão que tive do “novo” Gentoo foi como que uma sensação de leveza. Para esta sensação contribui e muito o Xfce, o qual ganhou o lugar outrora ocupado pela GNOME.
Sinceramente, nunca me dei bem com o Xfce e também não foi desta que me deu um “click”. A minha preferência actual recai no GNOME e tenho alguma dificuldade em gostar dos outros muito embora já tenha dado uma voltinha pelo KDE 4 - e pelo que vi, promete e muito!
Esta versão do GENTOO é bem actual e conta com muitos drivers para o hardware actual, se bem que o problema que encontrei no AMD64 deva estar relacionado com algum do hardware que compõe esta máquina - Paix - que, como já disse anteriormente, não é pêra-doce para qualquer SO. Nas versões do ano passado apenas uma distro conseguiu instalar todos os componentes desta máquina, mesmo incluindo uns Windows - e não foi a versão para 64 bits -, enquanto neste ano quase todas detectam tudo à primeira excepto as versões 64 bit e o OpenSolaris (um pouco mais para a frente falarei do Solaris). Chamo a atenção para o facto de eu estar a falar em instalações automáticas e sem qualquer intervenção da minha parte excepto as absolutamente necessárias, como é fácil de entender.
Não sei bem qual o posicionamento do Gentoo no panorama actual. Espero bem que se safe e que venha a ser uma das distribuições mais usadas.
A comunidade Gentoo foi uma das principais “fontes” de recursos a quem todos recorriam e geralmente encontravam a resposta. Nunca me hei-de esquecer do enorme potencial de informações que ainda por aí circula. Um grande Viva a esta comunidade!
Merece-o.
Quem estiver interessado em instalar uma distribuição Linux segura, rápida, actual e com enorme potencial informativo (logo = aprendizagem) não hesite!
Vá até Darkstar ou até à página oficial, descarregue o LiveCD e experimente.
Depois digam-me algo, ok?
(*) - acabou num monitor completamente escuro. Não é minha intenção, em relação a estes artigos rápidos, andar a lutar contra o sistema. Arranca e trabalha - ok. Não trabalha - posto de lado.
Quando se tratar de análises completas, já estou a tratar da 1ª acerca do Fedora 9, aí sim vou à luta.
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Jun 17 2008
SISTEMAS OPERATIVOS - LIVRES E ABERTOS
“Hoje é o primeiro dia do resto da minha vida”.
Esta frase poderá prestar-se a tudo mas, especificamente neste caso, é mesmo uma realidade.
Todas as Terças irão contar, da minha parte, com um artigo ou notícia acerca de Sistemas Operativos Livres e Abertos e, quando possível, uma detalhada informação ou tutorial acerca de uma determinada distribuição.
Espero conseguir cobrir o espectro das várias hipóteses existentes desde as distribuições “Linux”, BSD ou OpenSolaris.
Hoje, como estou a iniciar a colaboração com Programas Livres, não vou apresentar qualquer Sistema Operativo. Optarei, antes, por “filosofar” um pouco acerca deste conceito.
Qual a vantagem de optar por um SO Livre e aberto?
A resposta é simples: escolha.
Pode, à partida, parecer um pouco simplista, mas na verdade esta escolha engloba muitos outros conceitos com o realce a recair sobre a liberdade.
Liberdade de escolher o que eu pretendo.
Liberdade de mudar.
Liberdade de experimentar.
Liberdade de fazer o que quiser com o que me é oferecido.
Liberdade de construir um SO à minha vontade.
Liberdade de o transportar para quantas máquinas quiser.
Liberdade de optar pelo proprietário se assim o entenderem.
Em suma: completa liberdade para tudo!
E quem não gosta e preza a sua liberdade?
O ser humano, com a sua capacidade de raciocinar, anseia e sempre ansiou pelo seu espaço. Imensas lutas tem sido travadas, desde tempos imemoriais, em busca deste ideal.
Porque há-de ser diferente com a tecnologia? Ou, posto de outro modo, porque não o fazer com a tecnologia que se encontra ao dispor, principalmente quando esta não lhe custa absolutamente nada e, para além do custo, também é absolutamente livre?
Ah!, podem alguns exclamar, mas tem custos pelo menos o tempo que gastamos.
Certo, sem dúvida. Só que o tempo que estão a gastar é produtivo ou seja, estão a aprender algo que poderá ficar para sempre e não a desperdiçar tempo em algo que daqui a dois ou três anos já não existe e lá terão que recomeçar de novo.
Nada como exemplos para ilustrar a teoria e o meu exemplo recorrente é o Brasil. Um país, que ainda há pouco tempo se encontrava tecnologicamente atrasado, ao enveredar pelo caminho do Software Livre e Aberto, tornou-se, em pouco tempo - menos de 5 anos -, numa das maiores potências mundiais no que concerne a este campo. Os nossos irmãos brasileiros começam a dar cartas no mundo inteiro e as solicitações por parte das principais empresas mundiais começam a aparecer em grande escala.
Um dos grandes problemas apontados à progressão deste ramo de negócio é a falta de técnicos e realmente existe um grande deficit de profissionais neste ramo que resulta numa procura muito superior à oferta.
Oportunidade de negócio?
Sim, sem qualquer sombra de dúvida. Se procurarem um pouco poderão certificar-se que os profissionais deste ramo ganham mais que os que se dedicam ao proprietário. Salvo as devidas excepções, como é óbvio.
Dedicar o vosso tempo a esta actividade é investir no vosso futuro. Tudo é gratuito, pelo que evitam a pirataria. E, na maioria dos casos, os conhecimentos que estão a assimilar adaptam-se perfeitamente quer ao mundo livre quanto ao proprietário.
Então o que impede alguém de mudar?
Provavelmente a acomodação. Vivemos numa sociedade, pelo menos no mundo que se diz “civilizado”, em que compramos tudo feito - sociedade “fast-food”, em que as grandes corporações dominam a seu belo prazer os governantes, em que o poder do dinheiro se sobrepõe ao “social” e em que grandes barbaridades são cometidas diariamente com a assinalável passividade da nossa parte.
Vivemos numa sociedade obesa, adaptados à curva do sofá e à forma das pantufas, adoramos o nosso umbigo e passivamente assistimos à barbárie que passa diariamente nos telejornais.
É óbvio que nem todos são assim. Felizmente!
Há sempre alguém, por vezes com um idealismo exacerbado como é o meu caso, que tenta lutar contra a maré. Dá trabalho e chatices sem conta mas, no “fim da viagem”, podermos sentir-nos bem com nós próprios e a satisfação de termos conseguido algo por mais ínfimo seja ilumina a imagem que todos os dias vemos no espelho.
E do lado do proprietário não há ninguém nas mesmas condições, podem perguntar.
Claro que sim. Os idealistas estão dos dois lados da barricada.
Afinal, quais as vantagens que posso tirar de toda esta estafa?
Relativamente poucas se estiverem a pensar em termos monetários, mas muitas se estiverem a pensar em realização pessoal.
Em resumo, não é um “wow” mas sim “Eureka”.
Descoberta ao invés da pasmaceira.
Em jeito de conclusão, faço o convite para me acompanharem nesta viagem, se assim o desejarem. Ninguém é obrigado a nada, mas conto com toda a participação dos leitores de PL para me questionarem ou mesmo para me emendarem quando acham que estou errado. Não vale a pena mencionar que insultos não, já que tenho a certeza que estou perante pessoas verdadeiramente civilizadas.
Contudo, peço o especial favor de evitarem ao máximo as perguntas cujas respostas se podem encontrar com uma simples busca, excepto no caso dos tutoriais ou análises mais detalhadas. A minha vida profissional limita-me imenso o tempo que posso dispensar e por esse motivo darei primazia às questões mais pertinentes ou aquelas onde o grau de dificuldade é mais elevado.
Despeço-me com um grande @braço para toda esta comunidade.
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Sep 26 2007
Como é que os programadores de software aberto ganham dinheiro?
John Mark’s, um blogger como tantos outros acha esta pergunta bastante irritante:
Como é que os programadores de software aberto ganham dinheiro?
Hoje em dia com empresas como a Canonical que faz o Ubuntu e a Red Hat que são empresas bem sucedidas não é algo tão difícil de acreditar, mas a verdade é que quem não conhece o método de desenvolvimento de software aberto e se apercebe que “o segredo” daquilo que fazem está à vista logo chega a esta pergunta.
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Sep 20 2007
Como evitar perder dados em pen’s USB no seu Linux
Escrevi este artigo baseado na minha experiência de alguns meses com o Ubuntu Linux 7.04 (Feisty Fawn).
Quando tenho transferido ficheiros para discos usb (memorias Flash, discos ATA, etc.), com alguma regularidade tenho tido a má experiência de perder ficheiros. É uma situação que tem sido um bocado incomoda para mim, e acredito mais ainda a todos os mais novatos que eu do mundo do Linux, que vieram agora depois de anos a sofrer desnecessariamente com o MS Windows, se depararem agora com um problema destes…
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Sep 14 2007
Programas Livres junta-se ao planeta TekPT
No sentido de levar o Programas Livres a um publico ainda maior, aceitámos fazer parte do planeta TekPT.
Lendo o ambito deste agregador não foi dificil tomar esta decisão, é um agregador que demonstra ter qualidades que serão comuns. O Programas Livres divulga software livre e vai navegar até sítios que poderão ser mais complicados em termos de audiência, um pouco com um olho de fora da comunidade para dentro da comunidade de software livre, com o intuito de mostrar o que de bom tem o software livre.
Uma união que se prevê duradoura é também um desejo.
Obrigado pelo convite.
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Sep 07 2007
O Programas Livres tem mais encanto na hora da despedida
Nota: Este é o meu post de despedida e não o fim do PL como alguns comentaram…O PL vai continuar e com muito boa gente a liderar
E por hobby entendo uma actividade sem fins lucrativos à qual nos dedicamos com empenho e principalmente regularidade.Fonte
O programaslivres foi nos últimos dois anos o meu hobby.
Dediquei-me a ele no meu tempo livre quase exclusivamente. Por vezes demasiado mas sempre com seriedade e dedicação. A ideia do PL surgiu um dia em que navegava pelo fantástico sitio da Framasoft. A framasoft é um repositório de programas livres produzido pela comunidade francófona. A quantidade de análises feitas é impressionante. A comunidade existente à volta deste projecto é considerável, são cerca de 1000 colaboradores efectivos. Tem um espaço em Pt mas com muitas limitações.
O PL surgiu portanto como um Framasoft em língua portuguesa.
Na altura os meus conhecimentos de webdesign e de Internet eram quase nulos. Foi aí que apareceu o meu amigo Dionet que muito me ajudou no arranque. Lá montei o PL que durante um ano não passou de um projecto meio escondido e com pouca visibilidade. No segundo ano O PL tornou-se mais visível e ganhou alguma notoriedade.
Passado quase dois anos de vida, chegou o tempo de balanço:
O que eu não consegui fazer:
- Criar uma comunidade activa ao nível do framasoft, com a devida proporcionalidade claro.
- Criar projectos laterais como um wiki, um fórum, alojamento de projecto livres.
O que eu consegui:
- Cativar pessoas para o mundo livre.
- Apresentar programas livres de qualidade.
- PL é o único sítio do género em língua portuguesa
Chegou a hora de partir. A razão essencial porque quero sair do PL é a vontade de fazer outras coisas. O tempo disponível é pouco, muito pouco e eu não vou ter tempo para o PL nos próximos tempos.
É com tristeza que deixo este projecto mas com a certeza que produzi algo de muito válido enquanto andei por cá.
O PL não se fez sozinho, houve muita gente a ajudar. Os nomes das pessoas que colaboraram encontram-se na coluna da direita. E a todas elas agradeço a dedicação. Gostaria de destacar o trabalho de cinco pessoas.
Dionet – Acompanhou-me desde do principio. Podia ser pai dele mas foi ele que me ensinou quase tudo. Obrigado por tudo.
JoaoVr – Tecnicamente, o seu apoio foi essencial. Foi um dos grandes responsáveis pelo sucesso do PL
João Matos – Veio mais tarde mas ainda veio a tempo. Rigor e profissionalismo, são estas as características que melhor o definem. É a ele que entrego o PL na certeza de que vai ficar em boas mãos.
João Pinto - Os seus excelentes artigos foram essenciais para a divulgação do PL.
Pepe – Ajudou imenso com a primeira versão do cd e foi sempre um grande colaborador e amigo.
O PL vai continuar , agora gerido pela equipa do adamastor. É uma equipa que dá-me todas as garantias de continuidade e o João Matos é a pessoa certa para liderar o projecto.
O PL foi uma experiência muito marcante para mim e por isso espero ainda poder colaborar com alguns artigos.
A todos os que por cá passaram um muito obrigado.
Até sempre.
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Sep 06 2007
ATI com drivers abertos
A AMD, actual detentora da ATI, anunciou que vai disponibilizar as especificações dos chipsets R500 e superiores. A medida inclui também o anuncio do apoio à comunidade na criação do driver aberto 2D até ao final do ano e deixando em aberto o desenvolvimento dos drivers 3D














