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Oct 07 2008

PUPPY 4.1

O Puppy morreu!

Viva o Puppy!

Ontem, o “pequeno” Puppy chegou à versão 4.1. Aí chegado começa a enfrentar um problema - ficou orfão.
Mas, será que existe mesmo um problema?
Espero bem que não.

Ao fim de cinco anos Barry Kauler aka “O benévolo ditador” vai abandonar o desenvolvimento entregando-o gradualmente nas mãos de uma equipa de fieis desenvolvedores. Fico a aguardar por novas versões para ver se esta equipa continuará a cumprir com o objectivo de Barry.

Para quem não conhece o Puppy esta é uma das distribuições que praticamente trabalha em todo o tipo de equipamento, inclusivé nos famosos ASUS eeePC. Criada de raíz, logo sem recurso a qualquer outra , se cotou como um dos mais extraordinários Sistemas Operativos dedicados a máquinas antigas. Mas não se pense que, apesar de se dar bem em máquinas obsoletas e com “pequenos” processores, não vem armada com os necessários para um do dia-a-dia.

Leve, poderoso, seguro e rápido tem ainda a particularidade de poder ser configurado à maneira do “”. A sua rapidez advém de uma outra particularidade - todo o SO e demais correm na memória só que para isso o tem que ter instalados uns “absurdos” 128MB de memória!
Pode trabalhar com menos memória, menos do que 50MB, mas tem que recorrer ao ou ao CD pelo que fica mais lento. Já que falei em CD existe mais uma particularidade - o Puppy pode gravar no LiveCD e guardar ficheiros ou as configurações, usando a pouco usada capacidade de gravação em multi-sessão.

Devido à sua “leveza” pode ser instalado através das mais diversas suportes quer os conhecidos LiveCD e USB quanto os (agora) raros ZIP e Superdisk. Obviamente que também pode ser instalado através de disquete, do duro, rede interna ou ainda da web. Só para terminar, também pode ser instalado a partir de Windows.

Todo o sistema é de configurar já que existe ajuda para quase tudo. As duas versões disponíveis foram testadas num Pentium III 1 GHz sem qualquer problema. Inicialmente optei pela mais leve com o 2.6.21.7 (retro) em modo Live CD passando posteriormente para a mais “moderna” com o 2.6.25.16 através de um USB e apenas a primeira me deu um pequeno problema para detectar uma das placas de rede das duas que este meu antigo e fiel contém mas é perfeitamente normal já que é especialmente dedicada ao hardware mesmo velhinho. As duas versões são diferentes e como é expectável também se comportam de maneira diferente tentando chegar a todo o leque de máquinas  existente.

Em resumo, se tem uma máquina velha parada a um canto porque não dar-lhe um pouco de uso?
Ao mesmo que não a envia para o lixo também pode servir para evitar o desnecessário consumo dos actuais apenas para andar a navegar ou elaborar uns textos. Lembre-se que para além de estar a poupar uns trocos também estará a reparar um pouco a sua .

Face ao exposto porque não perde um bocado do seu a brincar com o cachorro!?


jocaferro PUPPY 4.1 José Rocha escreve no PL todas as terças um sobre .
Podem encontrar mais artigos como este no seu blog pessoal.

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Sep 30 2008

gOS

Até este momento tinha evitado escrever algo sobre o gOS.

Apesar de haver uma altura em que parecia que todos andavam a mudar para esta , dei uma vista de olhos e sinceramente não fiquei . A primeira impressão que me assaltou à carola foi sentir uma espécie de amadorismo na forma como elaboraram esta oferta, a qual esteve associada à marca de Everex, principalmente os netbooks.

Entretanto, como quase tudo na vida, o gOS foi evoluindo e vai agora na 3.0, segundo os autores, a melhor. Pudera!

Gravado o CD e posto a correr em modo LiveCD, lá andei a dar uma volta (que já vai em dois dias) tentando ver se os problemas que até agora afligiam as versões anteriores já se encontram resolvidos. Primeira surpresa - parece-me que sim.

Esta 3.0 é baseada no 8.04.1 e neste momento apenas com Gnome, prevendo-se outras versões para mais tarde. ainda com o Mozilla Prism, ainda em desenvolvimento, vocacionado principalmente para aplicações Web, como por exemplo GoogleDocs. Para além do Prism, ainda com Google Gadgets e o Wine para todos os que queiram jogar uns joguitos para Windows.

Neste momento e após 2 dias só posso dizer que tudo parece encaixar melhor e que me parecem sanados a grande maioria dos problemas que afligiram as versões anteriores.

Também, felizmente, parece ter acabado aquele pesadelo do Space...

Para todos os que querem dar uma vista de olhos ao gOS 3.0 podem dirigir-se até aqui.


jocaferro gOS José Rocha escreve no PL todas as terças um sobre .
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Sep 23 2008

MILAX

Uma das mais recentes distribuições .
Minimalista poderia ser o primeiro nome já que funciona em quase todos os processadores x86 que se conhecem, considerando como ponto de partida a era 386. Como é óbvio, também funciona nos SPARC.

Com um reduzido, cerca de 126 MB, oferece vários tipos de entre os quais o invariável que dará origem a um mini-LiveCD e também USB. Esta última forma está a ser cada vez mais utilizada e decerto teremos quase todas as distribuições a optarem por acrescentarem esta forma de .

Se está interessado em experimentar uma pode começar por ir até ao site oficial e a mais - 0.3.2.. Poderá constatar que o , apesar de ainda não ter chegado ao nível dos “”, em termos de funcionalidades anda lá perto. No meu PAIX01 detectou tudo à primeira sem ser necessário andar a mexer em mais nada excepto mudar o para a língua portuguesa.

Recomendado.


jocaferro MILAX José Rocha escreve no PL todas as terças um sobre .
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Sep 16 2008

PC-BSD

Apesar de que se fala em sistemas operativos e abertos a conversa recair quase sobre , em abono da verdade existem outros SO que também são dignos de nota. Espero escrever sobre alguns mais desconhecidos mas esta semana e a próxima já tem o destino traçado - para esta o PC- e para a próxima uma das distribuições , ou seja, duas distribuições puro UNIX!

Como o próprio nome indica, o PC- é baseada em , mais propriamente em , com o qual tem muitas afinidades e poucas diferenças.
Acabada de sair a versão 7.0 e ainda mal tive de a colocar a trabalhar numa pen disk de 4 GB.

Para quem nunca experimentou qualquer e tem com , principalmente com kde, poderá chegar a uma altura em que até parece que tudo é igual. Não é bem assim, já que existem algumas diferenças. Para aqueles que já lidaram e tem com outros poderão ficar surpreendidos com a facilidade de e até um pouco de pé atrás precisamente face a esta facilidade. Pessoalmente, sou apologista que cada um é como é e se uns preferem andar constantemente em modo texto que (me) lhes faça bom proveito, mas o tende a evoluir e dentro de uns anos poucos serão aqueles que ainda recorrem à linha de comandos ou “menus” em modo texto. Aliás, o irá ter brevemente um instalador .

Conheci o PC- há cerca de 2 anos e fiquei meio de boca aberta perante a facilidade com que se instalava num dos cá do lab-caseiro - um PII 350 MHz / 512 MB de memória. Desta vez resolvi experimentar num PIII 733 MHz com 256 MB de memória (posteriormente aumentei para 512) e o resultado foi o mesmo - fiquei de boca aberta e a pensar cá para mim porque razão não o tinha permanentemente instalado numa das minhas máquinas…
Ora, porque tinha um outro : o !

Ok, sai o Dragão e entra o diabo vermelho(*). Durante uns tempos este diabinho não dará chances a mais ninguém pelo menos nesta máquina.
A não poderia ser mais pacífica e logo a seguir uma série de acessórios que eu considero indispensáveis vieram parar ao meu rígido através de um dos mais poderosos instalador de que conheço - ports - onde se pode escolher mais de 19.000 aplicações. Estou um pouco mais habituado a este método mas as opções não terminam aqui, já que para além do PKG e source do , existe ainda um formato próprio para o PC- - pbi (tanto pode significar Push Button Installer ou PC- Installer).

Por enquanto ainda não me meti em grandes aprimoramentos da interface gráfica, ando apenas a sorver um pouco de Oxygen(**), mas talvez perca um pouco de a alargar os meus horizontes no que diz respeito a efeitos gráficos principalmente os que usam e abusam de 3D - Compiz Fusion. Embora poucas vezes tenha tentado uma incursão no dos efeitos gráficos especiais, acho que ainda vou tentar colocar um aquário como suporte dos meus ambientes de trabalho. Com peixinhos e tudo!

Como isto já vai um pouco longo gostaria de vos convidar a dar uma volta nesta já que não perdem nada excepto um pouco do vosso precioso (***) e quem sabe até podem gostar. De certeza absoluta que ficam bem servidos.
Para todos aqueles que estejam interessados em experimentar, tentem o habitual “darkstar” (****). Poderão optar por um Live DVD, um LIVE USB uma colecção de CD ou ainda pelos boot CD/USB.
Também poderão experimentar como . Seguramente, uma das melhores e mais seguras plataformas existentes.

(*) - Malandros, conseguem ver conotações clubísticas em todo o lado…
(**) - Uma grande homenagem a um companheiro do Planet Geek - Nuno Pinheiro. Nuno, tu mereces!
(***) - Sim eu sei…
(****) - Quando lá estiver. É tão que ainda não chegou a alguns mirrors mesmo tratando-se dos oficiais. Por enquanto ainda está lá a “beta”.


jocaferro PC-BSD José Rocha escreve no PL todas as terças um sobre .
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Sep 09 2008

SCIENTIFIC LINUX

Inicialmente desenvolvida por FERMILABCERN tem, ao longo do , sofrido várias alterações essencialmente devido à colaboração de várias Universidades e outros Laboratórios espalhados por todo o .

Como o próprio nome indica, esta baseada no  é essencialmente vocacionada para ser usada pela científica. Recentemente, saiu a 4.7 / RHEL 4 a qual contém poucas alterações tendo praticamente sido uma aposta em maior estabilidade. Para além das versões 4.x, existem ainda as mais “modernas” versões 5.x / 5 tendo saído a 5.2 há relativamente pouco - 26 de Junho.

Atendendo às e ao prestígio entretanto alcançado o número de utilizadores tem vindo a crescer de forma assinalável e se, de alguma forma, precisa de um SO que concentre todas as aplicações para atender à científica tem aqui uma excelente oportunidade.

Para download eis uma lista de mirrors. Saliente-se a ausência de qualquer mirror português.

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Sep 02 2008

gNewSense

Será que todas as distribuições “” são totalmente ?
Mesmo !?
Para a grande maioria a resposta é não!

Para quem está acostumado com o “verdadeiro” terá com toda a certeza uma multitude de de terceiros, os quais, para além de serem proprietários, recorrem a um tipo de licenciamento que não é de todo saudável para a “”.
Estão neste caso alguns codecs e drivers proprietários, algumas fontes e ainda uns quantos .
E há algum problema nisto?
Para mim não, não vejo qual o problema excepto se estiver perante uma ilegalidade.
É ilegal?
A resposta não é consensual. Uns dizem que sim enquanto outros afirmam o contrário. Para além do extremismo das interpretações da Lei acresce ainda o factor territorial a complicar as coisas, já que aquilo que é proibido num país poderá não o ser noutro.

As distribuições seguem este caminho - umas vem com tudo, outras vem com alguma coisa e outras com nada (proprietário e fechado, como é óbvio!). é um perfeito exemplo das que apenas recorrem a verdadeiramente e abertos.

Pessoalmente, estou mais perto do do que daquelas distros que permitem tudo e mais alguma coisa. Apesar da minha posição também compreendo que quem quer iniciar-se no “” não ficará lá bem disposto caso lhe apresentem uma distro destas, e menos quando se está a iniciar.

Atenção para um pormenor - apesar de recusar tudo o que não seja “verdadeiramente” , tal não quer dizer que tenham que prescindir das actividades que normalmente executam no dia-a-dia, sejam elas no trabalho ou outras de natureza mais lúdica.

Se quiserem experimentar um SO verdadeiramente esta pode ser uma solução, principalmente para aqueles que já conhecem um pouco o .

Como decerto já perceberam, é baseada no , saiu recentemente a 2.1 e tem o apoio de FSF (Free Foundation) - free as in freedom.

Caso esteja interessado em conhecer mais pode dirigir-se até aqui e já que enveredou por esta viagem aconselho uma vista de olhos a builder.

jocaferro gNewSense José Rocha escreve no PL todas as terças um sobre .
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Aug 19 2008

DEBIAN

é uma que prima por apenas apresentar e aberto, mas apesar disto ninguém pense que esta particularidade acarreta alguma limitação. Nada mais errado, pois este SO, para além de ter um repositório com 18.733 (repito - completamente e abertos), corre em 11 plataformas diferentes tanto como quanto . É de facto um dos SO mais multi-facetados que se conhece, senão “o mais”.

Certo é que ninguém lhe fica indiferente, especialmente os “criadores” de algumas das mais badaladas distribuições que por aí andam, tais como , knoppix, Damn Small e DreamLinux, entre muitas outras. Para além das várias distribuições a que deu origem, também levou a que se constituísse à sua volta uma das maiores, melhores e mais dedicadas comunidades da actualidade. Esta é famosa pelo prazer de e também pelo poder de resposta que tem face aos problemas que vão surgindo. Este poder de resposta é de tal modo que, desde o até à resolução de determinada , quase só se fala em horas e não em dias, meses ou anos. Esta também é uma “marca” deste SO.

encontra-se actualmente na 4.0 (estável) - saiu no dia 26 de Julho - e vem artilhado com imensos entre os quais o e o Iceweasel. Este último, também constitui um motivo de realce já que foi escolhido em detrimento do devido à incessante busca por um “” totalmente e Aberto próximo da GNU.

Para todos quanto desejarem experimentar este SO, já sabem que podem contar com o rápido e darkstar. Chamo a atenção para um pormenor: antes de começar, aconselho vivamente uma atenta de alguma literatura acerca do . Podem começar por aqui, por exemplo.

haveria a dizer, mas hoje vou terminar por aqui, com uma singela e justa homenagem a este SO:
PARABÉNS AO E A TODA A SUA PELOS 15 ANOS DE EXISTÊNCIA.

jocaferro DEBIAN José Rocha escreve no PL todas as terças um sobre .
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Aug 12 2008

KNOPPIX

Estive quase a começar pelas seguintes questões:
Porque é que não hei-de criar a minha própria ?
É possível?
Claro que qualquer um pode criar a sua própria . Tudo depende apenas de uns factores a ter em :
1. Vontade;
2. Persistência;
3. Alguma ou muita paciência.

Se quanto aos 2 primeiros pontos, pouco há a acrescentar; o terceiro poderá trazer alguma confusão, mas tudo passa pela opção que tomar. Se enveredar pelo caminho do LFS (Linux From Scratch), poderá ter que ter muita paciência, mas mesma muita, para além de um grupo de amigos que o queiram . Se, por outro lado, optar por uma distro existente e através dela fazer uma que vá de ao que deseja ou pretenda, pode ter a certeza que o caminho irá ser mais . Mesmo optando por esta última solução também existem as mais fáceis e as mais difíceis.

É aqui que entra a distro sobre a qual pretendo falar. Para já, gostaria de prestar uma homenagem a Klaus Knopper, por um dia ter imaginado a possibilidade de todos podermos ter um dia um a correr em qualquer máquina através de um CD. Claro que não foi o primeiro, mas é um dos maiores responsáveis por aquilo a que hoje em dia se optou por chamar Live-CD ou Live-DVD.

Knoppix anda entre nós desde 2000 e vai neste momento na 5.3.1, tendo como curiosidade a opção pelo Live-DVD em exclusivo a partir da 5.2, iniciava nessa altura o de 2007. A actual já tem algum e por esse facto ainda dispõe de algumas versões “antigas”, como por exemplo o 2.6.24.4 ou o kde  3.5.9.
Tem ainda mais uma curiosidade: tem uma para invisuais ou pessoas com problemas de que dá pelo nome de Adriane - Adriane Knopper, mulher de Klaus. O Adriane Knoppix é simples de usar e por esse motivo também pode ser utilizado por quem não percebe nada de ou para quem sabe pouco acerca de como lidar com eles. Quem quiser poderá, no momento de arranque, optar por esta .

Apesar de não ter sido a pioneira em Live-CD, é muitas vezes confundida como tal já que foi realmente através do Knoppix que se começou a assistir ao boom do número de distribuições disponíveis e na sua maioria derivadas deste trabalho de Klaus Knopper. E se começaram a aparecer distribuições como cogumelos, será de supor que o Knoppix é uma das mais simples formas de conseguirmos ter uma distro nossa, com o nosso nome e tudo se assim o entenderem.

Como é hábito, recorro novamente ao “darkstar” e se lá for aconselho uma aos cheatcodes. Podem-lhe ser úteis.

Para finalizar, gostaria de colocar a seguinte questão:

- Há por aí alguém interessado em construir a sua própria ?

Se não for pedir , poderiam acrescentar por qual das opções enveredariam - LFS ou modificação de uma distro existente?


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Aug 05 2008

PARTEDMAGIC

Uma diferente do habitual que faz parte do meu “estojo de primeiros socorros”.

Como o próprio nome indica, trata-se de uma especificamente criada para na repartição do duro, mas não só, já que, para além de na de partições, também inclui algumas aplicações para analisar e tratar da “saúde” do duro.

Recentemente saiu a versão 3.0. Ocupa 40 MB num CD ou USB e, contrariamente ao que aconteceu com versões anteriores, foi actualizada com algumas das mais recentes vindo a afirmar-se como uma das mais válidas e indispensáveis ferramentas para esta função.

No ” existem outras distros que também vos podem ser úteis, porém aconselho esta para todos aqueles que não queiram lidar com a linha de comandos mas sim através de um .

Download no oficial.

Advertência: Esta contém aplicações poderosas que o podem mas ao mesmo também pode destruir de uma forma (quase) permanente o conteúdo do seu duro. Leia todos os documentos ao seu dispôr e com precaução.

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Jul 22 2008

RED HAT

Desde tempos imemoriais que uso os produtos com a chancela Red Hat. Foi o meu primeiro amor neste da e desde havia qualquer coisa que me fazia ficar espantado com o que a conseguia construir!
Mais tarde apaixonei-me pelo , mas essa é outra que neste momento tem cada vez menos valor. Com muita pena minha.

O Fedora foi, é e será uma das distribuições que estará presente pelo menos numa das minhas máquinas; e esta 9 conseguiu espantar-me. Mais uma vez.
Na próxima semana espero ter concluído um mais abrangente acerca desta .

Se quanto ao Fedora 9 não me alongo mais, esta semana andei a experimentar 3 distribuições baseadas no produto desta : CentOS, 90000 e Linpus.

Começando pelo fim, Linpus é uma distro um pouco minimalista baseada em Fedora. Embora já exista há algum , só agora parece querer tornar-se reconhecida mundialmente através da ACER, mais especificamente do ACER One. Eu sou um dos que pertenciam ao grupo dos “desconhecedores”. Já tinha “ouvido”, há cerca de 2 ou 3 anos, falar de qualquer coisa mas nunca perdi a experimentar, tal como agora aconteceu com este sabor “”.
Apesar das várias versões, sinceramente pode servir para uma máquina do tipo ACER One, mas não consigo vislumbrar o que poderá fazer face aos nomes mais conhecidos do ”, exceptuando no mercado da . Foi uma que me custou muitas e boas horas e não me convenceu. Espero ainda pôr as mãos em cima de um ACER One para ver como aquela do Linpus se porta.

Quanto ao 90000, o meu parceiro Bruno Miguel já aqui colocou um artigo. Nada mais tenho a adiantar excepto realçar a natureza “totalmente a aberta” que faz parte da deste “”. Apesar de alguns desentendimentos que me deram um pouco de trabalho lá consegui colocar tudo a trabalhar, mas chamo a atenção que não foi à primeira…

Eis-me chegado ao CentOS. Para quem não conhece posso adiantar que é uma das melhores distribuições “” que anda por aí. Baseada no , oferece todo o potencial deste e aberto produto comercial, porém a custo ZERO. Se no ” quase todos conhecem o CentOS, já no caso dos tal não se verifica e apenas uma “meia dúzia” de malucos se lembram de andar por aí  com esta , grupo nos quais me incluo pois a partir de agora é este “” que me acompanha a maior parte do - fiquei rendido. O Fedora 9 continua a acompanhar-me mas numa outra máquina, a qual provavelmente substituirá o actual prestimoso e velhinho . Pode-se dizer que se trata de uma troca já que o CentOS está actualmente no “velho” , onde se tem portado de forma irrepreensível.
Neste momento, penso que o CentOS é a melhor para um sistema empresarial já que tem uma invejável , ao mesmo que a /Workstation se encaminha para a “bóptimo”.
Quem estiver interessado em experimentar pode a mais - 5.2 Live CD - no habitual darkstar.


jocaferro RED HAT José Rocha escreve no PL todas as terças um sobre .
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