Dec
13
2008
Estudo confirma uma das vantagens mais conhecidas e apontadas do software livre: a poupança no custo das licenças.
O Cenatic, uma fundação pública criada em Novembro de 2006 pelo Ministério da Indústria, Turismo e Comércio espanhol para estudar a aplicabilidade de software livre na administração pública, conduziu um estudo [versão espanhola] para enumerar as principais vantagens do uso de software livre.
Dezasseis implementações de software livre na administração pública espanhola foram estudadas como parte do estudo. Elas permitiram ao Cenatic concluir que a poupança nas licenças de software é uma das principais vantagens para a escolha de software livre.
Para além desta, outras três vantagens foram apontadas pelo estudo do Cenatic: independência de um fornecedor, possibilidade de criar uma comunidade à volta de determinado software e maior facilidade em adaptar o software às necessidades reais dos organismos públicos.
Com este estudo, o Cenatic conclui que as administrações públicas espanholas devem formar o seu staff nos aspectos legais, económicos e sociológicos do software livre.
Um estudo interessante, mas que me parece não aprofundar aquela que é a grande vantagem do software livre: a liberdade. Liberdade para estudar, alterar, partilhar, partilhar as alterações e usar o software para o fim que se bem entender. Não estou a insinuar que o estudo é mau, muito pelo contrário; apenas acho que o ponto da liberdade podia ter sido muito mais aprofundado, até porque liberdade faz parte de qualquer democracia e o software proprietário é contrário a isso (não é democrático, tem uma natureza ditatorial).
{via OSOR}
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Nov
18
2008
O OpenOffice.org ainda não é tão ou mais popular que um certo e determinado pacote de ferramentas de produtividade proprietário/nocivo, mas pelo menos já é mais popular que outra solução proprietária/nociva, esta para a web: o Google Docs. Isto é, pelo menos nos Estados Unidos da América (EUA) é mais popular.
Quem o afirma é a ClickStream Technologies, que conduziu um estudo que mostra que o OpenOffice.org é utilizado por 5% dos americanos, ao passo que o Google Docs é utilizao por 1% da população deste país. Este estudo, que envolveu 2400 pessoas e foi realizado entre Maio e Novembro deste ano através de um questionário, mostra também que o OpenOffice.org foi utilizado pelos participantes durante 8.7 dias, ao passo que o Google Docs o foi somente durante 1.5 dias.
Esta é uma boa notícia. Num país com mais de 300 milhões de habitantes, mais de 15 milhões de pessoas (15 150 400, mais habitante, menos habitante) utilizam o OpenOffice.org. Talvez esse seja um dos motivos para, numa semana, a versão 3.0 deste pacote de ferramentas de produtividade ter ultrapassado os 3 milhões de downloads directos do site do projecto.
{via Sapo Tek}
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Jul
26
2008
Nos últimos tempos, o software livre tem tido um crescimento bastante grande, quer no sector empresarial, desktops e mercado móvel. Quais as razões para esse bom? A O’Reilly, juntamente com o CEO da Navica, realizaram um estudo e apontam seis razões para este crescimento:
- Agilidade e adaptabilidade;
- Reduzida dependência de um único fornecedor;
- Qualidade e segurança;
- Custo;
- Soberania;
- Inovação.
São razões fortes. Mas para mim, a grande razão, que não é mencionada no relatório, é a liberdade, cuja consequência é o respeito pelos utilizadores, que não são encarados como consumidores que se devem espremer até ao último cêntimo.
Com todas estas razões apontadas pela O’Reilly e com a utilização cada vez maior de software livre em todos os campos, compreende-se que Portugal continue a não querer ver que o software livre é o caminho a seguir?
{via O Vigia}
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May
10
2007

Foi hoje apresentado em Bruxelas (Bélgica) o resultado de um estudo de avaliação da adopção mundial de tecnologias open-source, por governos, entidades organismos públicos e privados
Este projecto, que movimentou 17 organizações de 12 países, representativas de governos, desenvolvedores e pesquisadores, foi financiado pela União Europeia.
Aguardam-se, nos próximos dias, a divulgação dos resultados e conclusões, que, estamos em crer, serão certamente positivas.
(ler + na fonte)
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