Oct 25 2008

Privacidade? Não no Reino Unido

Published by Marcos Marado under Direitos Digitais

Começo por vos relembrar do artigo que escrevi à dois meses, intitulado “Vigia”. Nele, falei-vos de uma Directiva Europeia (2006/24/CE), que, recorrendo ao argumento do “combate ao terrorismo”, foi aprovada em 2006, e transposta em Julho para Portugal. Essa directiva força a que todos aqueles que providenciem “serviços de comunicação” em Portugal os adaptam de forma a que um conjunto enorme de - relativos a quem usou o serviço, quando, e para comunicar com quem - passem a ser registados e guardados durante o prazo de um ano.

Essa directiva comunitária já foi transposta para outros países, sendo mais recente o caso do . A “Communications Data Bill”, cujo objectivo seria a “prevenção e detecção de crimes e protecção da segurança nacional”, é definida como a forma de encontrar “o balanço adequado entre a e a protecção pública”. Parece-me, pessoalmente, que o balanço adequado seria “tentar proteger o público sem nunca violar a ”. Mas aquele Parlamento, ao contrário de mim, acha que não. Descansa-me saber que não estou só: já Benjamin Franklin dizia que “Aqueles que abrem mão da liberdade essencial por um pouco de segurança temporária não merecem nem liberdade nem segurança”. Mas se formos a ler as várias reacções à notícia, não estamos, eu e Franklin, sós: a reacção geral é que esta medida Orwelliana é destrutiva para o país. Mas quem tem poder para parar os interesses que estão por detrás destas decisões?

Nada fria esta temática, foi logo acalentada por outra decisão - adivinhem lá - no . Segundo alguém, que - assumo - deve ter feito um estudo de mercado, “os telefones pay-as-you-go (comprados na totalidade, em vez de subsidiados por uma operadora), são populares entre criminais e terroristas, porque o anonimato conseguido com estes dispositivos escudam as suas actividades dos olhos das autoridades.” A validade deste estudo em lado algum referido, mas citado, nunca é posto em causa, e eu também não o ponho. O que questiono, tal como no ponto anterior, é como é que usamos o dado anterior - certamente bem medido através de um inquérito a criminais e terroristas à solta - quando sabemos que existem também milhares de cidadãos cumpridores da lei que optam por esses por qualquer outra razão (sim, a venda não é exclusiva a terroristas, 72% dos utilizadores da rede Vodafone no usam-nos) e que querem manter as suas comunicações privadas. Isto porque, devido ao exposto anteriormente, nada mais natural que definir um conjunto de medidas que tornem obrigatória a identificação (via cartão de identificação ou passaporte) do comprador de um telemóvel no acto de compra. Mais uma vez, a medida foi mal recebida, pelo que Jacqui Smith decidiu apanhar com os tomates todos agora, e implementar esta nova base de no próximo ano, quando já ninguém se lembrar do assunto.

Se pensam que isto não vos interessa , pensem outra vez. O facto disto estar a acontecer no não é sinónimo de “não está a acontecer em Portugal”, mas sim de “vai acontecer em Portugal”. Como sempre, este tipo de medidas serão passadas a propostas comunitárias, daí a directivas comunitárias, e daí, quase que obrigatoriamente, em leis para cada um dos países Europeus. Não nos espantemos pois que hajam anti-Barrosistas na Europa. Mas a UE muda de mãos dentro de um ano… Iremos nós deixar com que tudo fique na mesma?

Outra visão do que se tem passado no quanto à pode ser lida no Ars Technica.

mmarado Privacidade? Não no Reino Unido Marcos Marado escreve no
PL ao Sábado sobre Direitos Digitais.
Podem
encontrar mais artigos como este no seu blog pessoal.

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Sep 25 2008

Desenvolve para o Android em Ubuntu

Published by Carlos Martins under OpenHardware

androidsdk-300x225 Desenvolve para o Android em UbuntuE com os primeiros a poucas semanas do início da sua comercialização, é a altura perfeita para que os interessados comecem a brincar um pouco com esta nova plataforma que promete revolucionar a Internet móvel.

Embora se possa dizer que isso é algo que foi já iniciado pelo da Apple, não nos podemos esquecer que - independentemente da sua facilidade de utilização - este produto não é propriamente “aberto.” Sim, temos uma App Store para a qual todos* podem desenvolver (*desde que tenham OS X para correr o SDK.) Mas estamos depois sujeitos às decisões um pouco aleatórias da Apple para que esta permita a sua inclusão, ou não, na App Store - algo que tem causado bastante polémica.

Nesse aspecto, a plataforma desenvolvida pelo Google é mais acolhedora: qualquer pessoa pode fazer o que bem entender.

Mas ainda melhor, é que qualquer pessoa pode desenvolver programas para o sem ter que gastar um cêntimo em , uma vez que o SDK corre em .

Por exemplo, se usam o , podem ver como instalar o SDK 1.0 neste excelente tutorial do howtoforge.

Isto sim, deveria servir de exemplo a todas as empresas que lançam SDKs exclusivamente para sistemas operativos fechados e não-gratuitos.

Portanto, se já te sentias atraído pelo mas preferes usar uma base um pouco mais evoluída e que facilita o de aplicações com suporte geográfico, começa já hoje a pensar nos programas que poderás criar e instalar no teu futuro .

cmartins Desenvolve para o Android em Ubuntu Carlos Martins escreve no PL todas as quartas (quando não se esquece e passa para as quintas;) um artigo sobre OpenHardware. Podem encontrar mais artigos como este no seu blog pessoal Aberto até de Madrugada.

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Dec 05 2007

Linux Torvalds numa entrevista à Information Week

Published by João Matos under outras notícias

O criador do dos sistemas / deu uma entrevista à Information Week e, menos irado do que tem sido habitual nos últimos tempos, falou das vantagens da sua criação entre outras coisas.

Torvalds, lider do de do disse na que não odiava os produtos da MS, simplesmente não os achava interessantes e que a grande vantagem do era a sua flexibilidade pois existe em sítios tão diferentes como até supercomputadores. Já em relação às ultimas ameaças da MS, diz apenas que acha que eles não conseguirão impedir o tecnológico, mas que fazem correr com isso.

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Jul 10 2007

Neo 1973, o telemóvel aberto.

Published by João Matos under notícias livres

neo1973Numa altura em que não se fala de outra coisa senão do o OpenMoko apresenta o 1973.

O que apesar de ser baseado em de aberto, visto o seu ser baseado no OS X e este ultimo por sua vez ser baseado no todo o é fechado.

Ao contrário o Neo 1973 é baseado numa plataforma completamente aberta desde o passando pelo do , o X, até ao gestor de , o matchbox.

Apesar de ser considerado uma plataforma em já é possível adquiri-lo.

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Mar 17 2007

5 telemóveis Linux

Published by Luís Bastos under notícias livres

O começa a aparecer em força nos :

1.FIC Neo1973 (Detalhes)

fic-neo1973 5 telemóveis Linux

2. Mylo (Detalhes)

mylo-2 5 telemóveis Linux

 

3. ROAD S101K HandyPC (Detalhes)

s101k 5 telemóveis Linux

4. A1200 (Detalhes)

motorola a1200

5. B700 (Detalhes)

grundig-b700 5 telemóveis Linux

Fonte.

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Mar 13 2007

Telemóveis Grundig com Linux

Published by Fasfa under notícias livres

A olha para o futuro e o que vê? O caminho correcto a meu ver e que todas as companhias deviam apostar, ou seja o OpenSource nos seus aparelhos. Não há coisa mais bonita que colocar que os seus utilizadores podem aperfeiçoar ao seu gosto? A esta a apostar em com baseado no /, entre os quais podemos destacar:

-U900: podem ver aqui.

U900 G

- B700: podem ver aqui.

3-1-07-b700-small Telemóveis Grundig com Linux

Mais informações no site oficial da Grundig

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