Aug 06 2008

Compilar o IceCat com suporte para um idioma à sua escolha

Published by Bruno Miguel under guias linux

De há pelo menos um mês para cá que o é o meu browser de eleição. Este browser é baseado no Firefox e tem algumas adições, como uma funcionalidade que permite bloquear, individualmente, cada cookie de um determinado website.

O browser é mantido apenas para o sistema GNU/, mas deverá ser possível compilá-lo em , Mac OS X e outras plataformas sem grandes problemas, já que o código-fonte deste se mantém alinhado com a última do Firefox - e, como sabem, o Firefox está disponível para diferentes sistemas. Para além disso, está apenas disponível em inglês. Para que possam o em português - ou qualquer outra, se assim o entenderem -, vou explicar como o browser, num sistema GNU/, já com o em português e como criar uma extensão de para poderem instalar num binário do que esteja noutro diferente do português.

Primeiro que tudo, tenho que dizer que eu uso o gNewSense, por isso este reflecte os passos nesse sistema. Como o gNewSense é baseado no Ubuntu, deverá ser possível reproduzir este pequeno na integra na mantida pela Canonical, assim como no Debian e distribuições baseadas nesta. Nas outras, os passos deverão ser semelhantes. Também, este não é para quem agora começou a usar o sistema GNU/, mas para quem já tem um ligeiro do sistema e da linha de comandos.

Agora que a introdução chata está feita, vamos pôr as mãos na massa. O primeiro passo é a das dependências do . Abram um terminal e digitem o seguinte comando:
sudo apt-get install libx11-dev ftgl-dev libotf-dev libxft-dev libpango1.0-dev doxygen autoconf libgtk2.0-dev libnm-glib-dev libidl-dev libxt-dev libpng12-dev libxp-dev

Depois de instaladas as dependências, temos que descarregar o código-fonte, descompactar o arquivo e movê-lo para /usr/src (como tenho o código-fonte de todas as aplicações nesta localização, vou obrigar-vos a seguir este meu hábito):
wget ftp://ftp.gnu.org/gnu/gnuzilla/3.0.1-g1/-3.0.1-g1.tar.bz2
sudo tar xvf -C /usr/src -3.0.1-g1.tar.bz2

Agora, vamos até à pasta /usr/src e vamos preparar tudo para descarregar os ficheiros de necessários:
cd /usr/src
sudo cvs -z3 -d:pserver:anonymous@cvs-mirror.mozilla.org:/cvsroot co mozilla/client.mk
sudo cvs -z3 -d:pserver:anonymous@cvs-mirror.mozilla.org:/cvsroot co mozilla/tools/l10n

Precisamos dos ficheiros para o português europeu (pt-PT). Para isso, primeiro temos que entrar na pasta mozilla, criada pelo passo anterior, e depois correr um comando. Como não saímos de /usr/src:
cd mozilla
sudo make -f client.mk l10n-checkout MOZ_CO_PROJECT=browser MOZ_CO_LOCALES=pt-PT

Depois de executado o comando anterior, ficamos com o código-fonte do Firefox na pasta mozilla e os ficheiros de que queremos na pasta l10n, localizada em /usr/src. O facto da pasta l10n ficar em /usr/src e não em /usr/src/mozilla poupa-nos o trabalho de a mover.

Como já temos o código-fonte do no local correcto (fizemos isso num dos primeiros passos), temos que preparar a tradução para ser usada pelo . Isso passa por criar duas pastas, copiar dois ficheiros para elas e editá-los. Primeiro, vamos entrar na pasta browser, que está dentro da pasta do , que por sua vez está dentro da pasta l10n.
cd /usr/src/l10n/pt-PT/browser

Agora, criamos as duas pastas que precisamos:
sudo mkdir -p branding/unofficial

Copiamos os dois ficheiros de que necessitamos:
sudo cp ../../chrome/branding/brand.*

E agora editamos os ficheiros brand.dtd e brand.properties. Vejam os meus para saberem como eles devem ficar.

Para além de editar os ficheiros que movemos para as pastas que criámos, eu fiz outras alterações. Para saberem quais, vejam o diff que criei.

Agora que a tradução está pronta, vamos até à pasta do e compilamos este browser com o Português Europeu (pt-PT):
cd /usr/src/-3.0.1-g1
sudo ./configure –enable-ui-locale=pt-PT; sudo make

Agora, o está compilado em português, mas não instalado globalmente. Para o instalarem no sistema, teriam que usar o comando sudo make install. Se quiserem, podem fazê-lo, mas eu aconselho antes a criação de um arquivo com os binários, tal como a Mozilla distribui o browser no seu . Para o fazer basta, no final do sudo make:
sudo make -C browser/installer/

O comando sudo make -C browser/installer/ vai criar-vos um arquivo bzip2 em dist/ chamado -3.0.1-g1.pt-PT.-i686.tar.bz2. Podem copiá-lo para onde quiserem e usar o como se usassem o Firefox descarregado do da Mozilla.

Se quiserem criar uma extensão para adicionar um ao , vão precisar de executar todos os passos até à compilação do browser. Aí, não se passa a flag para o (se já tinham compilado antes o , podem saltar este passo). Em vez disso, executam-se os seguintes comandos:
sudo ./configure
sudo make;

Assim que acabar, vão até browser/locales:
cd browser/locales

E executem o seguinte comando, que criará uma extensão xpi em dist/install (/usr/src/-3.0.1-g1/dist/install):
sudo make langpack-pt-PT

Essa extensão poderá ser instalada no e Firefox - e, provavelmente, em qualquer browser baseado no Firefox - que esteja noutro que não o Português Europeu. Por uma razão que desconheço, o nome da extensão fica firefox-3.0.1-g1.pt-PT.langpack.xpi. Talvez se deva a um makefile, mas não tenho a certeza.

Volto a repetir que este requere alguns conhecimentos mínimos do sistema GNU/. Se não os tiverem, podem descarregar o pronto a usar do seu site oficial. Se usarem Debian, Ubuntu ou uma baseada numa delas, também podem instalar um pacote deb.

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Jul 12 2008

Tutorial video do MediaCoder

Published by João Matos under guias livres

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Jun 17 2008

SISTEMAS OPERATIVOS - LIVRES E ABERTOS

“Hoje é o primeiro dia do resto da minha vida”.
Esta frase poderá prestar-se a tudo mas, especificamente neste caso, é mesmo uma realidade.
Todas as Terças irão contar, da minha parte, com um ou notícia acerca de Sistemas Operativos e Abertos e, quando possível, uma informação ou acerca de uma determinada .
Espero conseguir cobrir o espectro das várias hipóteses existentes desde as distribuições “”, ou .

Hoje, como estou a iniciar a com , não vou apresentar qualquer Sistema Operativo. Optarei, antes, por “filosofar” um pouco acerca deste conceito.

Qual a vantagem de optar por um SO e aberto?
A resposta é simples: escolha.

Pode, à partida, parecer um pouco simplista, mas na esta escolha engloba muitos outros conceitos com o realce a recair sobre a .

de escolher o que eu pretendo.
de mudar.
de experimentar.
de fazer o que quiser com o que me é oferecido.
de construir um SO à minha vontade.
de o para quantas máquinas quiser.
de optar pelo proprietário se assim o entenderem.

Em suma: completa para tudo!

E quem não gosta e preza a sua ?
O ser , com a sua capacidade de raciocinar, anseia e ansiou pelo seu . Imensas lutas tem sido travadas, desde tempos imemoriais, em busca deste ideal.
Porque há-de ser diferente com a ? Ou, posto de outro modo, porque não o fazer com a que se encontra ao dispor, principalmente quando esta não lhe custa absolutamente nada e, para além do custo, também é absolutamente ?

Ah!, podem alguns exclamar, mas tem custos pelo menos o que gastamos.
Certo, sem dúvida. Só que o que estão a gastar é produtivo ou seja, estão a aprender algo que poderá ficar para e não a desperdiçar em algo que daqui a dois ou três anos já não existe e lá terão que recomeçar de novo.
Nada como exemplos para ilustrar a teoria e o meu exemplo recorrente é o . Um país, que ainda há pouco se encontrava tecnologicamente atrasado, ao enveredar pelo caminho do e Aberto, tornou-se, em pouco - menos de 5 anos -, numa das maiores potências mundiais no que concerne a este campo. Os nossos irmãos brasileiros começam a dar cartas no inteiro e as solicitações por parte das principais mundiais começam a aparecer em grande escala.

Um dos grandes problemas apontados à progressão deste ramo de negócio é a falta de técnicos e realmente existe um grande deficit de profissionais neste ramo que resulta numa procura superior à oferta.
Oportunidade de negócio?
Sim, sem qualquer sombra de dúvida. Se procurarem um pouco poderão certificar-se que os profissionais deste ramo ganham mais que os que se dedicam ao proprietário. Salvo as devidas excepções, como é óbvio.

Dedicar o vosso a esta actividade é investir no vosso futuro. Tudo é , pelo que evitam a pirataria. E, na maioria dos casos, os conhecimentos que estão a assimilar adaptam-se perfeitamente quer ao quanto ao proprietário.

Então o que impede alguém de mudar?
Provavelmente a acomodação. Vivemos numa sociedade, pelo menos no que se diz “civilizado”, em que compramos tudo feito - sociedade “fast-food”, em que as grandes corporações dominam a seu belo prazer os governantes, em que o poder do se sobrepõe ao “” e em que grandes barbaridades são cometidas diariamente com a assinalável passividade da nossa parte.
Vivemos numa sociedade obesa, adaptados à curva do sofá e à forma das pantufas, adoramos o nosso umbigo e passivamente assistimos à barbárie que passa diariamente nos telejornais.

É óbvio que nem todos são assim. Felizmente!
alguém, por vezes com um idealismo exacerbado como é o meu caso, que tenta lutar contra a maré. Dá trabalho e chatices sem mas, no “fim da viagem”, podermos sentir-nos bem com nós próprios e a satisfação de termos conseguido algo por mais ínfimo seja ilumina a que todos os dias vemos no espelho.

E do lado do proprietário não há ninguém nas mesmas condições, podem perguntar.
Claro que sim. Os idealistas estão dos dois lados da barricada.

Afinal, quais as vantagens que posso tirar de toda esta estafa?
Relativamente poucas se estiverem a pensar em termos monetários, mas muitas se estiverem a pensar em realização .

Em resumo, não é um “wow” mas sim “Eureka”.

ao invés da pasmaceira.

Em jeito de conclusão, faço o convite para me acompanharem nesta viagem, se assim o desejarem. Ninguém é obrigado a nada, mas conto com toda a participação dos leitores de PL para me questionarem ou mesmo para me emendarem quando acham que estou errado. Não vale a pena mencionar que insultos não, já que tenho a certeza que estou perante pessoas verdadeiramente civilizadas.
Contudo, peço o especial favor de evitarem ao máximo as perguntas cujas respostas se podem encontrar com uma simples busca, excepto no caso dos ou análises mais detalhadas. A minha vida limita-me imenso o que posso dispensar e por esse motivo darei primazia às questões mais pertinentes ou aquelas onde o grau de dificuldade é mais elevado.

Despeço-me com um grande @braço para toda esta .

jocaferro SISTEMAS OPERATIVOS - LIVRES E ABERTOS José Rocha escreve no PL todas as terças um sobre Sistemas Operativos Abertos.
Podem encontrar mais artigos como este no seu blog pessoal.

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Aug 05 2007

Tutorial do inkscape: Olho tipo cartoon

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eyewithinkscape

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Aug 02 2007

Tutorial: Gerir o iPod com o Songbird

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songbirdscreen1

Análise do Songbird no PL.

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Tutorial do Inkscape - Logo Web 2.0

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ZOMG_1337_1060 Tutorial do Inkscape - Logo Web 2.0

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Jul 24 2007

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Neste tutorial o autor ensina como criar botões de navegação para sitios na utilizando funções básicas como formas e gradientes. A final fica assim:

gimp

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Jul 23 2007

Tutorial do Inkscape - Árvores

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Neste tutorial o autor ensina como criar árvores utilizando a função de gerar fractais no . A final retocada pelo fica assim:

better_tree Tutorial do  Inkscape - Árvores

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Gimp no PL.

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Jul 14 2007

Tutorial do Gimp - Texto Metalico

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que alguém comenta que o não corre a tal aplicação de de vem-me à cabeça o . E dizem-me que o não faz o que o “X” faz, mas nenhum das pessoas que até hoje me fez esta era de design ou pagava essas ferramentas comerciais. o é baseado na em camadas como os outras ferramentas de gráficas avançadas e consegue fazer coisas incríveis.

gimp_metal

Veja como fazer este efeito na neste site.

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Feb 05 2007

Tutorial de instalação do Vista

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Microsoft Windows Vista

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