Nov 23 2008

mtPaint

Published by António Sousa under análises

Hoje venho falar do mtPaint, um de vocacionado para uma manipulação de pixeis.

mtPaint

Tendo a característica acima referida torna-se um programa que permite de forma detalhada a criação de ícones, tratamento de fotografias digitais.

Com uma interface simples e com uso de poucos recursos do o mtPaint tem um grande número de opções e funcionalidades que à primeira vista o utilizador não espera. Entre elas, as principais são:

  • Modo de divisão horizontal ou vertical do ecrã;
  • Com zoom elevado os pixeis encontram-se divididos em “grelhas”;
  • Níveis de zoom que vão desde dos 10% até ao 2000%;
  • Suporta os formatos BMP, GIF, JPEG, LSS, PNG, TGA, TIFF, XPM e XBM;
  • Permite a criação de animações e de GIF´s;
  • O utilizador pode definir gradientes;
  • Correcção de gama, brilho, contraste, saturação;
  • Pré-visualização dos resultados em real.

Este programa é bom para quem deseja fazer os seus ícones sem grande esforço, com uma boa qualidade e utilização de recursos do reduzida.

mtPaint utiliza a biblioteca GTK+ e está traduzido em 14 línguas diferentes (entre as quais o pt-PT). Utiliza a licença GPL e funciona em ambientes e ambientes .

Descarreguem-no, experimentem-no e digam-me da vossa justiça.

Até para a semana, abraço!

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Nov 15 2008

Dev-C++

Published by António Sousa under análises

Dev-C++ é um IDE (ambiente de ) para de aplicações nas linguagens de programação C e C++.

Com uma utilização de recursos baixa, consegue ombrear com softwares da mesma classe não-livres.

Possui uma interface suficientemente fácil para o utlizador não se "perder" o programa, mas ao mesmo possui todas as opções necessárias para se puder trabalhar.

O acto de e "correr" uma aplicação é rápida, usando poucos recursos do onde se encontra instalado.

dev-c

Testei pequenos programas desenvolvidos por mim nas linguagens de programação acima referidas, tendo o Dev-++ compilado e executado quase todos eles.

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Nov 09 2008

Poedit

Published by António Sousa under análises

Poedit é um programa utilizado na tradução de , usando o catálogo gettext.

Sendo leve de , carregar e com um interface intuitiva, é possível editar ficheiros com a extensão .po com a maior das facilidades.

poedit-thumb Poedit

Só funciona practicamente com uma janela. Após a abertura de um novo catálogo (ou de um já existente), a área de trabalho divide-se em 3 partes.

Na primeira parte (lado mais à esquerda), encontram-se as strings que se pretende traduzir. Na parte mais à direita ficam as strins já traduzidas, enquanto na parte de baixo aparece a string que está a ser traduzida.

O utilizador pode ainda gerir todos  os seu catálogos, editar comentários, fazer uma procura no ódigo- para tentar localizar strings que necessitem de tradução e em que contexto estas são utilizadas.

Embora seja um programa simples, é extremamente poderoso na sua função. Não lhe encontrei nenhum ponto negativo, tendo como ponto alto a leveza de recursos que utiliza e a sua facil uitilização.

encontra-se traduzido em 62 línguas diferentes (entre as quais o pt-PT) e está sob a licença MIT. funciona em ambientes , , ,  e que recomendo vivamente.

Até para a semana, abraço!

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Nov 02 2008

JDownloader

Published by António Sousa under análises

JDownloader é um programa de gestão de downloads que permite automizar o mais possível a descarga de ficheiros alojados em servidores do tipo one-click-hosters.

jdownloader-300x218 JDownloader

Este tipo de servidores têm normalmente os ficheiros divididos em várias partes, o que torna por vezes a tarefa de ir buscar ficheiros aborrecida. O após a inserção de todos as hiperligações das partes do ficheiro, realiza o descarregamento das mesmas “poupando o trabalho” de ter de escrever em cada parte os ódigos de verificação e ordena ainda as partes a descarregar.

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Oct 27 2008

Page Scavenger

Published by António Sousa under análises

Page Scavenger é uma pequena aplicação para ambientes que permite ao utilizador efectuar de uma forma simples o download de que se encontram em alguns serviços de , através de hiperligações colocadas em Websites.

page-scavanger-300x225 Page Scavenger

Após a abertura do programa, verifica-se uma divisão da janela principal. Na parte superior tem um local para o utilizador colocar a hiperligação da imagem e outro para se definir o destino onde a queremos guardar.

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Oct 20 2008

Jajuk

Published by António Sousa under análises

Excepcionalmente o meu texto é publicado hoje, por motivos de estudos. Desde de já as minhas mais sinceras desculpas.

O que hoje venho falar é o Jajuk, um e ao mesmo gestor dos ficheiros de áudio que possuem no .

Passando à frente as opções ditas “normais” de qualquer programa do género (Repeat, shuffle, fast forward/rewind, mute, pause…), tem também algumas características que me chamaram à atenção:

jajuk-thumb Jajuk

  • Digital DJ: O interpreta as nossas preferências, tocando as músicas que mais gostamos;
  • Criação de playlist em apenas dois cliques;
  • Encontra e apaga entradas duplicadas;
  • Continuar a ler »

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    Oct 12 2008

    Wally

    Published by António Sousa under análises

    Wally é um programa que permite ao utilizador mudar o seu .

    Ao executar a primeira vez o , pode-se aceder directamente às suas definições para se personalizar o programa ao nosso gosto. É nesse campo que o mais surpreende: é altamente configurável e utiliza várias diferentes para alterar o fundo do .

    wally-thumb1 Wally

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    Aug 13 2008

    Os Sistemas Operativos Integrados

    Published by Carlos Martins under OpenHardware

    A semana passada falei-vos dos e da possível revolução que eles representam ao chamar a atenção para a importância do sistema operativo que vos permite “trabalhar” com o .

    so

    Afinal, para que precisamos nós de um Sistema Operativo? Porque motivo nos pedem para que se pague muitas centenas de euros por uma coisa que… “não faz nada”? (Especialmente quando consideramos que temos alternativas gratuitas?)

    Lembro-me perfeitamente de inúmeros casos, onde após o longo de do (ainda na altura do 95) as pessoas me perguntavam: “E agora? Como é que escrevo uma carta? Como é que faço aquelas folhas cheias de números?” Ao que eu dizia: “Naaah, espere… agora é preciso mais esses programas.”

    É certo que não é função do sistema operativo providenciar tudo isso - é certo - (embora a o tenha tentado quando integrou o seu Explorer no , com resultados que não foram lá bem conseguidos), mas isso apenas serve para colocar em causa a actual dos sistemas operativos.

    Levado ao extremo, pedem-nos que paguemos por um bocado de que efectivamente “não faz nada,” a não ser permitir correr outros programas.

    Com os , vemos que afinal talvez - na maior parte dos casos - não seja necessário um sistema operativo que custa centenas de euros e ocupar Gigabytes de epaço em

    E começam a surgir até que oferecem um mini sistema operativo integrado na motherboard que permite realizar a maioria das operações, sem que seja necessário ter um sistema operativo “tradicional” instalado: na , falar num programa de , , ver fotos, etc.

    Tal como nunca nenhum de vocês se preocupou em um sistema operativo no telemóvel (é só ligar e usar), porque razão não poderão/deverão os poder ser usados de forma semelhante?

    Curiosamente, no início era mesmo isso que acontecia - de forma mais “BÁSICA”, com a maioria dos de outros tempos a ter um de na BIOS, permitindo que se ligasse o e se escrevessem programas -; algo que mais tarde foi dispensado à medida que os PCs evoluíram. Mas eis que chegamos a um ponto em que parecemos destinados a regressar a esse mesmo velho conceito de ter um sistema operativo integrado no . Um S.O. que poderá não dispensar o uso de um S.O. mais completo e potente instalado num rígido (ou ), mas que para a maioria das funções será mais que suficiente.

    Actualmente, há várias a trabalhar nisto - como a Splashtop -, mas de forma proprietária e “fechada” - mas de futuro, espera-se que isto se torne um e que todos nós possamos escolher um sistema operativo integrado que possamos num chip especial existente nos para arranque instantâneo.

    No entanto, a longo prazo e com o de memórias não voláteis, tudo isto se poderá tornar redundante - com a possibilidade de desligarmos os equipamentos e voltar a ligá-los estando eles prontos a funcionar sem necessidade do de “arranque.”

    cmartins Os Sistemas Operativos Integrados Carlos Martins escreve no PL todas as quartas um sobre . Podem encontrar mais artigos como este no seu Aberto até de Madrugada.

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    Jul 08 2008

    GENTOO 2008.0

    Qual Fénix renascida, eis uma desta tão popular distro.

    Desde gabada pela mas nem tanto pelo que demorava a todos os programas, esta parecia estar a acabar, imerecidamente; mas, de repente, surge com um novo fôlego. E que fôlego!

    Testei as duas versões - x86 e amd64. Se na x86 não qualquer problema, já a AMD64 não me mereceu qualquer atenção especial porque, simplesmente, pifou. Não deu nada. Nicles. Zero! (*)

    Assim, a primeira que do “novo” Gentoo foi como que uma sensação de leveza. Para esta sensação contribui e o Xfce, o qual o lugar outrora ocupado pela .

    Sinceramente, nunca me dei bem com o Xfce e também não foi desta que me deu um “click”. A minha preferência actual recai no e tenho alguma dificuldade em gostar dos outros embora já tenha dado uma voltinha pelo 4 - e pelo que vi, promete e !

    Esta do GENTOO é bem actual e com muitos para o actual, se bem que o problema que encontrei no AMD64 deva estar relacionado com algum do que compõe esta máquina - Paix -  que, como já disse anteriormente, não é pêra-doce para qualquer SO. Nas versões do passado apenas uma distro conseguiu todos os componentes desta máquina, mesmo incluindo uns - e não foi a para 64 bits -, enquanto neste quase todas detectam tudo à primeira excepto as versões 64 bit e o (um pouco mais para a frente falarei do Solaris). Chamo a atenção para o facto de eu estar a falar em instalações automáticas e sem qualquer intervenção da minha parte excepto as absolutamente necessárias, como é de entender.

    Não sei bem qual o posicionamento do Gentoo no panorama actual. Espero bem que se e que venha a ser uma das distribuições mais usadas.

    A Gentoo foi uma das principais “” de recursos a quem todos recorriam e geralmente encontravam a resposta. Nunca me hei-de esquecer do enorme potencial de informações que ainda por aí circula. Um grande Viva a esta !

    Merece-o.

    Quem estiver interessado em uma segura, rápida, actual e com enorme potencial informativo (logo = ) não hesite!

    Vá até Darkstar ou até à página oficial, descarregue o e experimente.

    Depois digam-me algo, ok?

    (*)  - acabou num monitor completamente escuro. Não é minha intenção, em relação a estes artigos rápidos, andar a lutar contra o sistema. Arranca e trabalha - ok. Não trabalha - posto de lado.
    Quando se tratar de análises completas, já estou a tratar da 1ª acerca do Fedora 9, aí sim vou à luta.


    jocaferro GENTOO 2008.0 José Rocha escreve no PL todas as terças um sobre Sistemas Operativos Abertos.
    Podem encontrar mais artigos como este no seu blog pessoal.

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    Jun 18 2008

    Wine 1.0

    Published by João Matos under actualização

    Após 15 anos de sai a versão 1.0 do

    wine Wine 1.0

    Nada melhor do que um bom vinho para comemorar grandes ocasiões e esta é uma que não pode, sem duvida, ficar por marcar. Após 15 longos anos de e persistência, saiu a que pode ser considerada estável do . Para quem não conhece o , funciona como um emulador, apesar de na verdade ser uma api intermedia entre o sistema operativo e qualquer aplicação escrita para .

    Muitos foram os constrangimentos destes programadores: alterações na API do , ausência de ódigo ou documentação, programas mal escritos, entre outros. Agora o permite que centenas de programas para corram em , alguns, segundo dizem, melhor do que na plataforma original…

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