Aug 13 2008

Os Sistemas Operativos Integrados

Published by Carlos Martins under OpenHardware

A semana passada falei-vos dos e da possível revolução que eles representam ao chamar a atenção para a importância do sistema operativo que vos permite “trabalhar” com o .

so

Afinal, para que precisamos nós de um Sistema Operativo? Porque motivo nos pedem para que se pague muitas centenas de euros por uma coisa que… “não faz nada”? (Especialmente quando consideramos que temos alternativas gratuitas?)

Lembro-me perfeitamente de inúmeros casos, onde após o longo de do (ainda na altura do 95) as pessoas me perguntavam: “E agora? Como é que escrevo uma carta? Como é que faço aquelas folhas cheias de números?” Ao que eu dizia: “Naaah, espere… agora é preciso mais esses .”

É certo que não é função do sistema operativo providenciar tudo isso - é certo - (embora a o tenha tentado quando integrou o seu Explorer no , com resultados que não foram lá bem conseguidos), mas isso apenas serve para colocar em causa a actual dos sistemas operativos.

Levado ao extremo, pedem-nos que paguemos por um bocado de que efectivamente “não faz nada,” a não ser permitir correr outros .

Com os , vemos que afinal talvez - na maior parte dos casos - não seja necessário um sistema operativo que custa centenas de euros e ocupar Gigabytes de epaço em

E começam a surgir até que oferecem um mini sistema operativo integrado na motherboard que permite realizar a maioria das operações, sem que seja necessário ter um sistema operativo “tradicional” instalado: na , falar num de , , ver fotos, etc.

Tal como nunca nenhum de vocês se preocupou em um sistema operativo no telemóvel (é só ligar e usar), porque razão não poderão/deverão os poder ser usados de forma semelhante?

Curiosamente, no início era mesmo isso que acontecia - de forma mais “BÁSICA”, com a maioria dos de outros tempos a ter um de na BIOS, permitindo que se ligasse o e se escrevessem -; algo que mais tarde foi dispensado à medida que os PCs evoluí. Mas eis que chegamos a um ponto em que parecemos destinados a regressar a esse mesmo velho conceito de ter um sistema operativo integrado no . Um S.O. que poderá não dispensar o uso de um S.O. mais completo e potente instalado num rígido (ou ), mas que para a maioria das funções será mais que suficiente.

Actualmente, há várias a trabalhar nisto - como a Splashtop -, mas de forma proprietária e “fechada” - mas de futuro, espera-se que isto se torne um e que todos nós possamos escolher um sistema operativo integrado que possamos num chip especial existente nos para arranque instantâneo.

No entanto, a longo prazo e com o de memórias não voláteis, tudo isto se poderá tornar redundante - com a possibilidade de desligarmos os equipamentos e voltar a ligá-los estando eles prontos a funcionar sem necessidade do de “arranque.”

cmartins Os Sistemas Operativos Integrados Carlos Martins escreve no PL todas as quartas um sobre . Podem encontrar mais artigos como este no seu Aberto até de Madrugada.

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Aug 05 2008

PARTEDMAGIC

Uma diferente do habitual que faz parte do meu “estojo de primeiros socorros”.

Como o próprio nome indica, trata-se de uma especificamente criada para na repartição do duro, mas não só, já que, para além de na de partições, também inclui algumas aplicações para analisar e tratar da “saúde” do duro.

Recentemente saiu a versão 3.0. Ocupa 40 MB num CD ou USB e, contrariamente ao que aconteceu com versões anteriores, foi actualizada com algumas das mais recentes vindo a afirmar-se como uma das mais válidas e indispensáveis ferramentas para esta função.

No ” existem outras distros que também vos podem ser úteis, porém aconselho esta para todos aqueles que não queiram lidar com a linha de comandos mas sim através de um ambiente .

Download no oficial.

Advertência: Esta contém aplicações poderosas que o podem mas ao mesmo também pode destruir de uma forma (quase) permanente o conteúdo do seu duro. Leia todos os documentos ao seu dispôr e com precaução.

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Jul 15 2008

DSL

Damn Small .

Não é para menos. Quando diz que é acreditem que é mesmo : cerca de 50 MB.
Lançada recentemente, esta última versão 4.4.3 faz jus às versões anteriores e para se ter uma noção da “pequenez” desta atentem neste pormenores:
- Live-CD utilizando apenas um mini-CD;
- Arranca através de um drive USB;
- Arranca através de um outro sistema operativo;
- Em modo “frugal ” poderá arrancar através de um “ Compact ;
- Necessita apenas de um 486 com 16 MB de ;
- Corre inteiramente em apenas 128 MB de .

Apesar de , não quer dizer que terão que prescindir das ferramentas que usam diariamente. Podem contar com programas para quase tudo - apesar de muitos serem quase desconhecidos - entre os quais destaco o .

Se tem uma máquina “velha” e estão dispostos a explorar o que ainda é possível fazer com material que provavelmente vai contribuir para a poluição deste magnífico e único Planeta, tentem pelo menos dar uma oportunidade de adiarem a inevitável morte de um equipamento que provavelmente vos acompanhou durante mais do que a família ou namorado/a. Ainda se pode fazer com uma máquina destas e quem passa a maior parte do no ou afins, consultar uns , receber/enviar e-mails, redigir uns simples textos, fazer umas ou perder um pouco de a blogar, pode ter a certeza que resultará. Para além de não estarem a remeter a lata velha para o lixo podem ainda reduzir substancialmente a da “luz” que, como é lógico, trará também claras vantagens para o nosso Planeta e para o “bolso”.
Nos tempos em que vivemos, todos os valem a pena e se puderem reduzir ao mínimo o uso dos autênticos “sorvedores” de energia eléctrica que são os actuais, sem grande impacto para as que executamos, porque não o fazer!?

Esta é extremamente modular e poderão optar por mais/menos funcionalidades e caso optem por num rígido poderão contar com um SO completíssimo baseado no célebre .

No site oficial poderão ler mais sobre este minúsculo “” que já com alguns e bons anos de saudável convívio com algumas máquinas que compõem o meu lab caseiro das quais saliento um PII 350 que é efectivamente o “meu” com mais anos na minha companhia - cerca de 9 anos com a mesma motherboard+++placa gráfica.

Experimentem. Verão que não darão o vosso como perdido. Podem começar por construir o vosso próprio ringtone ou seja por aqui.

Ah! e GAIA agradece!

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Jan 22 2008

Guia de segurança livre no Windows

Published by João Matos under Uncategorized

no tem sido um ponto em que a pouco se tem preocupado até às ultimas versões do XP e também no . Neste apresentamos alguns que tornam o mais seguro e daremos também algumas dicas para que o seu sistema não sofra de males de saude.

Desde a sua origem qualquer sistema é virtualmente imune a vírus. Esta imunidade é conseguida através de uma função simples do sistema que são as . Desde 1969 quando foi criado os sistemas têm de (root) e normais. As de têm privilégios para modificar tudo no sistema já as normais, não têm privilégios suficientes para alterar as definições avançadas do sistema. que um entra no sistema ganha as que o utilizador logado no sistema tiver, assim, se estiver logado como , qualquer malicioso terá a capacidade de fazer o que quiser ao sistema. Se estiver a utilizar uma limitada esse não terá a possibilidade de fazer grandes males ao . É um tipo de pro-activa, pois protege mesmo antes da infecção. Nos sistemas e apenas depois da comercialização do NT já foi possível implementar este tipo de , já que as versões anteriores eram sistemas mono-utilizador. Mesmo implementando este novo tipo de no seu novo , a não foi pro activa na e mesmo havendo a possibilidade de limitar as de utilizadores, por vários motivos a MS não o fez e os seus sistemas baseados no NT (2k, xp, etc) continuaram a ter por defeito a de a principal.

A solução passa por utilizar de utilizador limitadas, o que num sistema significa perder recursos. Ou não…

O Sudown faz num sistema aquilo que o sudo faz num sistema , dar privilégios de a uma limitada.
A é simples e é feita através da sua normal. Depois de instalado recomenda que coloque uma senha para proteger a de utilizador.

Para que a fique concluida e o coloque as basta que o execute.

Agora a de utilizador deixa de ter privilégios e operações como alguns ou alterar definições do painel de controlo deixam de estar acessíveis, como por exemplo alterar as definições das de rede, parar serviços e até alterar as horas.

Como ter privilégios então?

Para aceder ao painel de controlo basta clicar com o botão direito em cima do ambiente de trabalho e escolher “sudo Control Panel” é então solicitada palavra-passe.

auth Guia de segurança livre no Windows

Para um basta clicar com o botão direito em cima do de e escolher

“sudo nome_do_programa”

também é possível faze-lo através da linha de comando basta escrever sudo nome do .
que o é executado ele permanece por alguns minutos em execução, ou seja, a esta com privilégios de enquanto estiver uma chave na bandeja do sistema e não é necessário estar a colocar a palavra-passe enquanto ela lá permanecer.

Agora mesmo que algum vírus passe por uma de , os estragos que consegue fazer já são menores.

Uma das formas de mais pro-activas existentes são as firewalls. As firewalls a nível aplicacional não são tão boas como as que funcionam através de routeamentos de NAT, mas pelo menos impedem os utilizadores mal intencionados de utilizaram portas de tcp para entrarem num sistema

iSafer é um gráfica que funciona basicamente a nível do winsock que é uma do que serve de ponte entre o TCP/IP e as aplicações.
Embora à primeira seja questionável uma de que utiliza uma da MS que pode conter não corrigidas, manter o sistema também faz parte da pelo que resolve dois problemas e é obrigatório.
A é simples e depois de instalado a utilização também é simples.

isafer

Não tem up’s chatos que alguma aplicação sendo do utilizador ou sistema tenta aceder à . Limita-se a bloquear o acesso e deixar o utilizador escolher o que permitir.
Como? Assim que inicia, o mostra uma pequena aplicação no canto inferior direito que mostra o da , clicar em opções leva-nos até às configurações.

“FW Rule Set” permite-nos criar regras. Criar uma regra é tão simples como clicar em “add rule” seleccionar o separador “Application rule” clicar em “browse” seleccionar aplicação e escolher “Allow”.
Também é possível abrir portas especificas ou conjuntos de portas para por exemplo ou peer-2-peer.
Se alguma aplicação deixou depois de funcionar depois da do o melhor é executar a aplicação em causa com o separador “ log” activo. Se a aplicação estiver a tentar aceder e for bloqueada vai aparecer uma aplicação normalmente no sentido “OUT” com a permissão “deny”, para autorizar basta clicar com o botão direito em cima e “add aplication rule” para autorizar a saida.
O também permite ver as partilhas de e fazer buscas por portas abertas ou fechadas no separador “Port Scan”.
Provavelmente a única utilizável.

Agora que as pro activas estão instaladas e configuradas e partindo do principio que o sistema esta e não tem as infecções por vírus serão mínimas, serão maioritariamente por do utilizador.

Clamwin é a para do antivírus , bastante utilizado em .
É um antivírus simples e de utilizar.

0_clamwin Guia de segurança livre no Windows

A é o habitual, seguinte até ao concluir. Depois de instalado, coloca um ícone na área de , onde possibilita o acesso às funções e ao principal.

As suas principais características são:

  • automáticas.
  • A possibilidade de buscas por vírus.
  • Integração no explorador do .
  • Utilização através da linha de comando
  • Busca automática de vírus nos ’s descarregados no outlook express.

É importante ainda indicar que o não tem em real, ou seja, ele não detecta vírus automaticamente tem de ser através de uma especifica do utilizador solicitando uma , seja através da integração com o explorador ou .

Quem tiver uma máquina com boas capacidades existe ainda a possibilidade de usar o winpooch que usa o para procurar vírus no sistema em real.

Para alguns a não existência do real time scanner pode ser um problema, portanto, medidas adicionais podem ser tomadas para procurar por vírus assim que eles entram no . tanto através do , como através do de .

O ClamMail é um proxy de pop3 e a sua função é a de filtrar os ’s antes deles chegarem a caixa de entrada do de .
Este torna-se necessário porque o tem apenas integração com o Outlook Express.
Ele funciona como um proxy com cache e está à escuta numa porta. O de é configurado para o utilizar e que é feito um pedido ao de antes dos ’s chegarem à caixa de entrada do de , são filtrados e desinfectados. Se estiverem limpos aparecem normalmente na caixa de entrada, se filtrados apenas aparecem os headers com a mensagem de que o continha malware.

clammail

A do é simples e a integração com o sistema excelente. Depois de instalado ele é adicionado aos serviços do e os podem ser vistos no log viewer do sistema. Também é colocado como applet do painel de controlo e ícone na área de .
A configuração é feita no de , independentemente do que se estiver a utilizar. Basta ir às definições da e no do de colocar ‘localhost’. No do username deve estar

user\POP3_server:[porta][-/+]

por exemplo

utilizador@domininio.pt\mail.dominio.pt:110-

ou seja \ do de pop3 : a porta utilizada (normalmente 110) seguido do sinal de + ou - para o caso de ser necessária, ou não do de .

A de do é o e as são regulares e automáticas. Uma essencial para quem tem em que não fazem controlo de vírus.

SafeDownload

Safe download é uma para o que permite pesquisar os efectuados pelo .
Muitos dos vírus são descarregados através do ao , principalmente através dos cada vez mais comuns webmail que permitem ter acesso ao no .
O que esta faz é tão simples como chamar o antivírus para saber se aquele é vírus ou está infectado por um vírus.

safedownload

Para esta análise utilizaremos o , antivírus , pelo que é necessário que seja previamente instalado.
Depois de instalada a , vamos às opção das e no scanner 1 procuramos a do

clamscan.exe

depois introduzimos os argumentos. Os argumentos podem ser bastantes, mas para simplesmente funcionar basta algo como

--bell -- --database=c:\docume~1\alluse~1\.\db c:\docume~1\user\ambien~1 -

O que isto faz é pedir ao para apitar e remover quando encontrar um vírus ou infectado utilizando a de naquela . O hífen “-” representa o descarregado.
Como o clamscan não aceita espaços em branco sem aspas e a não aceita as aspas, pelo que é necessário recorrer ao método de nomenclatura de DOS, 8+3, ou seja, 8 caracteres para o nome do + 3 para a . A forma como funciona é simples, os não podem ter mais do que 8 caracteres pelo que por exemplo só pode ser “documen~”, ou seja, “documen” mais o til “~” para indicar que o nome continua. Outros argumentos importantes podem ser encontrados aqui:

://forum.softwareblaze.com/viewtopic.php?t=127

O clamscan que vem por defeito no é um pouco lento pois que executado ele tem o de arranque somado com o de . Se configurado para fazer uma ao a determinadas horas quase que nem damos , mas executado manualmente ou mesmo chamado pela o de espera pode ser chato.
Neste caso o melhor é optar por uma alternativa ao . Uma alternativa que é na o mesmo que o , ou seja o clamav, mas sem as funcionalidades do , o mais importante: clamd e clamdscan. O clamd é um daemon e o clamdscan é o scanner como o clamscan mas utiliza o clamd.
O problema é que o clamd foi feito para ser um de e não para ser executado no e não existe um que coloca o clamd como portanto tem de ser colocado manualmente. Os passos são os seguintes.

São necessários o Instsrv.exe e o Srvany.exe do Resource Kit, são ferramentas do sistema operativo, mas por não serem não colocaremos o link.

Abrimos a linha de comando navegamos até à onde foi instalado o Resource kit e exectamos o comando

INSTSRV.EXE "clamd" SRVANY.EXE

No regedit deve haver agora a chave

HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\clamd

em que o ImagePath aponta para o SRVANY.EXE

dentro dessa chave criamos a chave “Parameters” com a classe em branco.

Dentro dessa chave criamos o valor com o nome “Application”, tipo de “REG_SZ” e em “String”, o caminho completo para o clamd.exe

Para arrancar o basta digitar na

NET START clamd

No entanto é aconselhável utilizar o gestor de serviços para iniciar ou parar o e coloca-lo em automático para ser executado no arranque

Agora que quiserem um anti-vírus rápido utilizamos o clamdscan e ele faz o scan com metade do podemos utiliza-lo na ou mesmo criar uma do , mas atenção que o clamdscan não aceita o ” - ” como o clamscan do clawin melhor é colocar apenas a directoria para onde vão os .

Em , a por vírus na do próprio clam demora 17 segundos com o clamscan e 6 segundos com o clamdscan.

Este não podia terminar sem as , que são habituais, mas ainda assim pouco utilizadas.
Cuidado por onde anda, nem todos os são seguros.
Cuidado com aquilo que descarregas, seja através do em , aceitar do ou anexos em de .
Existem que nos enchem de , cookies de rastreamento e nos fazem colocar os nossos para fins indevidos, esses também nos podem levar a fazer o de spyware. Confie no .
Outra forma mais é através dos contactos, qualquer vírus dos mais comuns, assim que afecta o pc procura o adressbook do contactos do outlook e do e começa a reenviar-se.
Quem nunca falou com alguém com o infestado? Montes de de antes da pessoa começar realmente a falar… Utilizem alternativas como o jabber.
’s indesejados são o prato do dia. Basta deixar o em qualquer website em puro texto (como este que escrevo) e logo ele vai passar por um webpage crawler e adicionado a uma de que vai posteriormente dar a alguém que vai juntar esse a uma lista e vender a . Essas usam-nas então para e são completas de tal forma que permitem reconstruir a vida de uma pessoa com poucos cuidados.
Depois a caixa de entrada fica cheia de muitos não são simples mas contém por vezes links para vírus alojados em na . cuidado um tão simples como um com um titulo que diz as minhas fotos de verão e no texto clique aqui podem apontar para um vírus que depois de descarregado pode ter como consequência a perda total dos no . Tenham em atenção o link do ele vai ser algo como ://xpto.qq/a_localização/ficheiro_perigoso.exe podem colocar o em cima do link que vai aparecer na de (baixo) status do , se for grande e não der para ver a (3 digitos após o nome do ) cliquem com o botão direito façam copiar da e colem no bloco de . Atenção, mesmo que a origem pareça fidedigna não se esqueçam que pode ter vindo do do amigo infectado.
Já em relação ao è mais de perceber se é ou não vírus, pois basta perguntar à pessoa com quem estamos a falar se tentou enviar um link ou .

E não se esqueçam: A melhor e mais pro-activa passa por cada um de nós.

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Sep 20 2007

Como evitar perder dados em pen’s USB no seu Linux

Published by João Matos under guias linux

Escrevi este baseado na minha de alguns meses com o 7.04 (Feisty Fawn).

Quando tenho transferido para discos usb (memorias , discos ATA, etc.), com alguma regularidade tenho tido a má de perder . É uma situação que tem sido um bocado incomoda para mim, e acredito mais ainda a todos os mais novatos que eu do do , que vieram agora depois de anos a sofrer desnecessariamente com o MS , se depararem agora com um problema destes…

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Sep 11 2007

HD VMD: “novo” formato, mais DRM

Published by João Matos under outras notícias

hdvdmÉ a do momento. Como não chegava já o HD e o Bluray, temos agora o HD VMD.

Numa explicação o mais breve possível o HD VMD é High Definition Versatile Multilayer Disc, de grosso modo, de Multi-camada de Alta Definição. A é baseada nos existentes ’s de laser vermelho em vez dos novos e caros laser’s azuis, mas com mais camadas, o que permite ter mais . 4 camadas 20G, 8 e 10 camadas 40 e 50G respectivamente. São mais lentos e parece que não têm tanta qualidade como os de lazer azul.

Para nós utilizadores significa por um lado mais um para a guerra o que permite baixar o preço, por outro é mais um para baralhar mais as coisas. Também depende do ponto de : uma sala escura com um de Bluray azul, hdvd preto e este novo vermelho fica mesmo High-Tec!

Como já estava à espera dei-me ao trabalho de procurar por ’s neste e acabei por encontrar, portanto é como diz o Tuga: venha o diabo e escolha!

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Jul 11 2007

Elive 1.0

Published by Luís Bastos under linux

As distribuições são mais que as mães. Há para todos os gostos e feitios.
Ontem vi uma que parece bem interessante e que talvez vá de ao que muita gente procura.
Trata-se da Elive. É leve e rápida e corre em máquinas pouco avantajadas.
Configuração mínima : à 100 / 64 Mo de - recomendados : 300 - 128 Mo de .
Monta automaticamente as partições . Pode ser utilizado como Cd Live ou instalado no duro. É baseado no e usa o Enlightenment. Vale a pena dar uma espreitadela.
Para fazer o da precisa de fazer um , não existe um valor mínimo. Pode no entanto fazer o de uma de gratuitamente. Já li maravilhas desta …Vou testar.

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Mar 04 2007

GParted

Published by Pepe under análises

Um rígido está normalmente constituído por uma ou mais partições. Essas partições normalmente não são editáveis, se vieram assim por defeito, o utilizador não pode fazer nada senão apenas utilizá-las. Mas como a evolui depressa foram surgindo opções de podermos criar, apagar, , mover, verificar erros ou copiar partições, e o tipo de sistema que elas são, sem alterar e apagar o conteúdo das mesmas. Uma dessas opções é o , que para os utilizadores do só pode ser utilizado a partir de um CD, mas isso não é nada pois vale a pena tê-lo porque é útil para quem quer criar novo para novos sistemas operativos.

gparted-small GParted

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Jan 22 2007

HealthMonitor

Published by Luís Bastos under rapidinhas

Trata-se de um de do pc.

Os feitos são simples, basicamente definimos um e um de em que o vai fazer verificações. Quando o de chega a um certo limite ou a ocupação da chega a um determinado valor recebemos um aviso. Esses são apenas dois exemplos de verificações.  O aviso pode ser por , SMS, ou por rede.

healthmonitor-small HealthMonitor

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Jan 12 2007

Distribuições Linux portáteis

Published by Luís Bastos under notícias livres

supergamer Supergamer
Um -live para os amantes de .
GParted
de particionamento de discos rígidos
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