Sep 23 2008

Lobby da Microsoft que bloquear o uso de software e formatos livres no Parlamento Europeu

Published by Bruno Miguel under notícias livres

Depois de ter ajudado à aprovação do pseudo-aberto MSOOXML [eu gosto de lhe chamar MScOcOXML], o braço lobista da , Voices for Innovation [nome irónico, não é?], está agora a tentar impedir a utilização de sistemas e nos do .

Num , este grupo lobista diz que «elementos radicais na comunidade open source intensificaram os seus esforços no Paralmento Europeu. Eles estão a tentar mudar significativamente a actual framework, que permite neutralidade tecnológica, introduzindo uma preferência por open source». Traduzindo por miúdos, a grande preocupação é o da deixar de estar entre as primeiras escolhas e não a «neutralidade tecnológica».

From: Voices for Innovation [mailto:eu@voicesforinnovation.info]
Sent: 22. september 2008
Subject: Policy Alert: Open Source activists secure close to 100 signatures in effort to mandate OSS

Open Source activists secure close to 100 signatures in effort to mandate OSS

Over the past few weeks radical elements in the open source community have intensified their efforts in the European Parliament. They are attempting to significantly change the existing public procurement framework, which follows a policy of technology neutrality, by introducing an open source preference.

The Parliament’s current approach reflects a much more balanced view, as it uses both proprietary and open source technology. The Members of the European Parliament (MEPs overseeing the Parliament’s IT spending follow the clear line that the Parliament’s IT procurement choices must be based on reasonable and objective criteria, such as “interoperability, cost/value for money, reliability, vendor support, ease of use and security”, thus ensuring the best value for tax payers money. If the Parliament moves away from this established policy we must fear that the choice available to both citizens and institutions will be significantly reduced, limiting the functionality and user-friendliness of the European Parliament’s portals.

Next week their efforts will intensify further, as they are planning to approach Members of the European Parliament with the view of signing and supporting a draft entitled “Written Declaration on the use of Open-source ”. The draft has been tabled for consideration by MEPs in May and calls on the Parliament to migrate its entire computer network to Open Source as a means to tackle the digital divide in Europe. Open Source proponents need to collect signatures of the 50% +1 Members of the European Parliament by next Thursday. At the moment they are far from reaching that number – clearly as many of the MEPs have seen through the ploy of masking an attempt to change the procurement policy of an institution, with a cause benefiting the disadvantaged members of our society.

It is unclear how the proponents of this draft Declaration draw a link between implementing an ‘Open-source only’ policy in the European Parliament and confronting the challenges of the digital divide. The major challenges of the digital divide are widely regarded to be the consequence of limited access, poverty, social exclusion, personal factors (age, disability) or education and skills gaps. The exclusion of proprietary models could potentially result in a significant increase of people without access to technology – thus achieving the exact opposite of what they set out to do - increasing the digital divide in Europe.

In order to address these challenges, governments, industry (including proprietary and OSS vendors) and civil society are already working together to drive greater awareness of the benefits of technology and investing in e-skills and education across the populations – see for example the European Alliance on Skills for Employability. The main goal of the Alliance is to help better co-ordinate industry and community investments, services and other offerings, dialogue and engagement with NGOs and public authorities in a way that enhances the positive impact of ICT literacy and professional training on employability prospects of the young, the disabled, older workers and other unemployed or under-employed people throughout the European Union – thereby seeking to address the digital divide.

The Written declaration therefore falls short of doing anything about its stated objective. In fact it does something much more radical, which many of the ones signing it might well not have been aware of – it drastically changes the procurement policies of European institutions, effectively excluding all but OSS solutions from its use.

Should you be interested in presenting an opinion to your local Member of Parliament please contact ofni.noitavonnirofseciov|ue#ofni.noitavonnirofseciov|ue

More information will be posted up on the following website https://www.voicesforinnovation.org/

Links to the written declaration can be found on the European Commission’s website http://osor.eu/news/meps-petition-european-parliament-switch-to-open-source

A proposta de que este grupo lobista fala está longe de ser o que eles afirmam. Quando o negócio do patrão está ameaçado, vale tudo, mesmo fazer interpretações incorrectas e tentar induzir as pessoas em erro, como poderão verificar na transcrição da resolução.

EUROPEAN PARLIAMENT
2004- 2009

19.5.2008

0046/2008

WRITTEN DECLARATION
pursuant to Rule 116 of the Rules of Procedure by Jean Louis Cottigny, Pierre Pribetich, Michel Rocard, Bronisław Geremek and Daniel Cohn-Bendit on the use of open source

Lapse date: 25.9.2008

DC\721370EN.doc
PE406.962v01-00
EN

0046/2008 Written declaration on the use of open source

The European Parliament, – having regard to Rule 116 of its Rules of Procedure,

A. having regard to the growing disparities in access to information and communication technologies in the European Union, reflected in the establishment of a digital divide, a new cause of social disparity which further excludes an already vulnerable population,

B. whereas these new technologies have become an essential tool in areas as varied as employment, education, information etc.,

C. whereas European citizens have the inalienable right freely to access documents and information from the institutions which represent them,

D. whereas the use of open source is one of the effective ways of reducing this digital divide and whereas this solution, established by some Member States in their administrations, delivers significant results,

1. Calls on the European Union to take the necessary measures to help finance public research on open source ;

2. Calls for Parliament to switch its whole computer network to this type of ;

3. Instructs its President to forward this declaration, together with the names of the signatories, to the parliaments of the Member States, the Council and the Commission, so that they may join forces on this measure.

É por estas e por outras que a proposta para regulamentar o devia ser aprovada o mais rapidamente possível. O , actualmente, é uma “terra sem lei”, onde a falta de transparência é regra.

O uso de nem devia ser discutido. Não usar e apoiar numa democracia e numa instituição democrática é como bloquear a participação dos cidadãos. E isso não é democracia, é corporativismo.

{via NOOOXML}

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Aug 13 2008

Os Sistemas Operativos Integrados

Published by Carlos Martins under OpenHardware

A semana passada falei-vos dos e da possível revolução que eles representam ao chamar a atenção para a importância do sistema operativo que vos permite “trabalhar” com o .

so

Afinal, para que precisamos nós de um Sistema Operativo? Porque motivo nos pedem para que se pague muitas centenas de euros por uma coisa que… “não faz nada”? (Especialmente quando consideramos que temos alternativas gratuitas?)

Lembro-me perfeitamente de inúmeros casos, onde após o longo de do (ainda na altura do 95) as pessoas me perguntavam: “E agora? Como é que escrevo uma carta? Como é que faço aquelas folhas cheias de números?” Ao que eu dizia: “Naaah, espere… agora é preciso mais esses .”

É certo que não é função do sistema operativo providenciar tudo isso - é certo - (embora a o tenha tentado quando integrou o seu Explorer no , com resultados que não foram lá bem conseguidos), mas isso apenas serve para colocar em causa a actual dos sistemas operativos.

Levado ao extremo, pedem-nos que paguemos por um bocado de que efectivamente “não faz nada,” a não ser permitir correr outros .

Com os , vemos que afinal talvez - na maior parte dos casos - não seja necessário um sistema operativo que custa centenas de euros e ocupar Gigabytes de epaço em

E começam a surgir até que oferecem um mini sistema operativo integrado na motherboard que permite realizar a maioria das operações, sem que seja necessário ter um sistema operativo “tradicional” instalado: na , falar num de , , ver fotos, etc.

Tal como nunca nenhum de vocês se preocupou em um sistema operativo no telemóvel (é só ligar e usar), porque razão não poderão/deverão os poder ser usados de forma semelhante?

Curiosamente, no início era mesmo isso que acontecia - de forma mais “BÁSICA”, com a maioria dos de outros tempos a ter um de na BIOS, permitindo que se ligasse o e se escrevessem -; algo que mais tarde foi dispensado à medida que os PCs evoluíram. Mas eis que chegamos a um ponto em que parecemos destinados a regressar a esse mesmo velho conceito de ter um sistema operativo integrado no . Um S.O. que poderá não dispensar o uso de um S.O. mais completo e potente instalado num rígido (ou ), mas que para a maioria das funções será mais que suficiente.

Actualmente, há várias a trabalhar nisto - como a Splashtop -, mas de forma proprietária e “fechada” - mas de futuro, espera-se que isto se torne um e que todos nós possamos escolher um sistema operativo integrado que possamos num chip especial existente nos para arranque instantâneo.

No entanto, a longo prazo e com o de memórias não voláteis, tudo isto se poderá tornar redundante - com a possibilidade de desligarmos os equipamentos e voltar a ligá-los estando eles prontos a funcionar sem necessidade do de “arranque.”

cmartins Os Sistemas Operativos Integrados Carlos Martins escreve no PL todas as quartas um sobre . Podem encontrar mais artigos como este no seu Aberto até de Madrugada.

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Jul 29 2008

Microsoft tornou-se membro da Apache Software Foundation

Published by Bruno Miguel under opiniões

Como já é do conhecimento geral de quem segue com um mínimo de atenção as notícias de tecnologia (basta seguirem os pasquins publicitários que se dizem media de tecnologia), a tornou-se um platinum partner da Apache Foundation e vai trabalhar com esta fundação em vários .

Para conseguir este estatuto, a teve que desembolsar nada mais que 100 mil dólares, quantia que terá que pagar anualmente por forma a manter este estatuto.

Como meio já desenvolveu e/ou fez uma análise a esta notícia e a outra metade já as leu, não há necessidade de eu o fazer. Prefiro antes as vossas opiniões acerca desta iniciativa tomada pela .

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Jul 19 2008

Programas Livres e o Governo

Published by Marcos Marado under Direitos Digitais

Foi uma quinzena prolífica com assuntos sobre os quais escrever, mas a escolha recaiu para este por ser, talvez, o mais grave de todos os anúncios feitos nos últimos tempos.

Na defesa e informáticas, é costume referir-se que um bom profissional na área tem de ter um pouco de paranóico. É um conceito que não deve ser tomado levianamente: a informática é um trabalho que nunca está feito, e quando não se vêm resultados é quando as coisas estão a correr melhor. O trabalho na informática só é posto em causa quando a dita foi comprometida. Assim, “ser paranóico” significa saber que “tudo o que pode acontecer, vai acontecer”, e o trabalho de defesa informática passa por identificar potenciais vértices de ataque, e proteger-se deles.

Assim, não deixa de ser irónico ler na comunicação social que o Ministério da Defesa fez estabeleceu uma parceria com a Norte-Americana para a criação de um centro de investigação. Dessa notícia, destaco o seguinte:

Esta parceria [...] estabelecerá e desenvolverá uma plataforma de trabalho conjunto para potenciar a economia de local em torno do mercado da defesa nacional. Neste campo, a quer integrar as componentes desenvolvidas no Language Development Centre de Lisboa, utilizando a língua portuguesa nos respectivos interfaces e disponibilizar conteúdos técnicos necessários ao Centro de Inovação, nomeadamente através da criação de uma biblioteca sobre a plataforma .NET, da organização de workshops e acções de formação com à utilização e à divulgação das tecnologias emergentes necessárias às actividades do centro.

Vejamos:

  • O Ministério de Defesa Português estabeleceu uma parceria com uma empresa Norte-Americana para a criação de um centro de investigação
  • o para a defesa nacional vai integrar componentes desenvolvidas pela dita empresa Norte-Americana
  • os técnicos estarão disponíveis através de uma biblioteca sobre uma plataforma proprietária e fechada, da dita empresa Norte-Americana
  • ao abrigo deste protocolo, a dita empresa irá incentivar a utilização e proceder à divulgação das suas tecnologias

Neste caso, nem vale a pena pegar no ponto em que se vê o Português estar a estabelecer uma parceria com uma empresa condenada pela União Europeia. Servir-nos-à apenas destacar o facto do Ministério de Defesa Português estar a colocar-se, voluntariamente e de agrado, à mercê de uma empresa estrangeira, cujo background não é de louvar, passando a usar proprietário e fechado, do qual não poderá validar e apenas confiar na sua , e, como agradecimento, promove a publicitação dos produtos da dita empresa.

Fica-nos ainda um gosto amargo por não saber porque não houve concurso público para a atribuição desta parceria, ou a curiosidade em saber quem é que tomou a decisão de entregar desta forma a Defesa Nacional, quanto temos em Sistemas Operativos abertos como o Alinex ou a Caixa Mágica, quando temos em institutos dedicados à questão da como o CERT do Instituto Pedro Nunes, quanto temos em variadíssimas que trabalham de uma forma mais aberta e clara, como as várias -membro da ESOP.

Fica-nos um gosto amargo por ver-mos o gastar milhões num que, em vez de melhorar a situação no país, a piora.

mmarado Programas Livres e o Governo Marcos Marado escreve no
PL ao Sábado sobre Digitais.
Podem
encontrar mais artigos como este no seu blog pessoal.

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Jun 20 2008

Microsoft admite vitória do ODF

Published by Bruno Miguel under notícias livres

Num certame organizado pela Red Hat, Stuart McKee, da , anunciou publicamente que o « claramente ganhou», ao mencionar o suporte para este padrão na próxima do .

Durante o seu discurso, Stuart McKee disse ainda que a empresa está a mudar para um modelo de negócio que não se baseia em manter os seus clientes sujeitos ao vendor lock-in (sujeitos à vontade da empresa, que não liga nenhum ao ).

via Software Livre no Sapo

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Mar 18 2008

Reduza as distracções com o MinimOther

Published by Bruno Miguel under rapidinhas

MinimOther é um para quem quer reduzir ao mínimo as distracções enquanto está ao . Quando executado, este minimiza automaticamente todas as , excepto a que está activa.

A última do MinimOther é de 2005, por isso à partida não deverá ser compatível com o . Mas se decidirem testá-la na última do sistema operativo da , digam-nos o resultado.

bullet Download

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Jan 22 2008

Guia de segurança livre no Windows

Published by João Matos under Uncategorized

no tem sido um ponto em que a pouco se tem preocupado até às ultimas versões do XP e também no . Neste apresentamos alguns que tornam o mais seguro e daremos também algumas dicas para que o seu sistema não sofra de males de saude.

Desde a sua origem qualquer sistema é virtualmente imune a vírus. Esta imunidade é conseguida através de uma função simples do sistema que são as . Desde 1969 quando foi criado os sistemas têm de (root) e normais. As de têm privilégios para modificar tudo no sistema já as normais, não têm privilégios suficientes para alterar as definições avançadas do sistema. que um entra no sistema ganha as que o utilizador logado no sistema tiver, assim, se estiver logado como , qualquer malicioso terá a capacidade de fazer o que quiser ao sistema. Se estiver a utilizar uma limitada esse não terá a possibilidade de fazer grandes males ao . É um tipo de pro-activa, pois protege mesmo antes da infecção. Nos sistemas e apenas depois da comercialização do NT já foi possível implementar este tipo de , já que as versões anteriores eram sistemas -utilizador. Mesmo implementando este novo tipo de no seu novo , a não foi pro activa na e mesmo havendo a possibilidade de limitar as de utilizadores, por vários motivos a MS não o fez e os seus sistemas baseados no NT (2k, xp, etc) continuaram a ter por defeito a de a principal.

A solução passa por utilizar de utilizador limitadas, o que num sistema significa perder recursos. Ou não…

O Sudown faz num sistema aquilo que o sudo faz num sistema , dar privilégios de a uma limitada.
A é simples e é feita através da sua normal. Depois de instalado recomenda que coloque uma senha para proteger a de utilizador.

Para que a fique concluida e o coloque as basta que o execute.

Agora a de utilizador deixa de ter privilégios e operações como alguns ou alterar definições do painel de controlo deixam de estar acessíveis, como por exemplo alterar as definições das de rede, parar serviços e até alterar as horas.

Como ter privilégios então?

Para aceder ao painel de controlo basta clicar com o botão direito em cima do ambiente de trabalho e escolher “sudo Control Panel” é então solicitada palavra-passe.

auth Guia de segurança livre no Windows

Para um basta clicar com o botão direito em cima do de e escolher

“sudo nome_do_programa”

também é possível faze-lo através da linha de comando basta escrever sudo nome do .
que o é executado ele permanece por alguns minutos em execução, ou seja, a esta com privilégios de enquanto estiver uma chave na bandeja do sistema e não é necessário estar a colocar a palavra-passe enquanto ela lá permanecer.

Agora mesmo que algum vírus passe por uma de , os estragos que consegue fazer já são menores.

Uma das formas de mais pro-activas existentes são as firewalls. As firewalls a nível aplicacional não são tão boas como as que funcionam através de routeamentos de NAT, mas pelo menos impedem os utilizadores mal intencionados de utilizaram portas de tcp para entrarem num sistema

iSafer é um gráfica que funciona basicamente a nível do winsock que é uma do que serve de ponte entre o TCP/IP e as aplicações.
Embora à primeira seja questionável uma de que utiliza uma da MS que pode conter não corrigidas, manter o sistema também faz parte da pelo que resolve dois problemas e é obrigatório.
A é simples e depois de instalado a utilização também é simples.

isafer

Não tem up’s chatos que alguma aplicação sendo do utilizador ou sistema tenta aceder à . Limita-se a bloquear o acesso e deixar o utilizador escolher o que permitir.
Como? Assim que inicia, o mostra uma pequena aplicação no canto inferior direito que mostra o da , clicar em opções leva-nos até às configurações.

“FW Rule Set” permite-nos criar regras. Criar uma regra é tão simples como clicar em “add rule” seleccionar o separador “Application rule” clicar em “browse” seleccionar aplicação e escolher “Allow”.
Também é possível abrir portas especificas ou conjuntos de portas para por exemplo ou peer-2-peer.
Se alguma aplicação deixou depois de funcionar depois da do o melhor é executar a aplicação em causa com o separador “ log” activo. Se a aplicação estiver a tentar aceder e for bloqueada vai aparecer uma aplicação normalmente no sentido “OUT” com a permissão “deny”, para autorizar basta clicar com o botão direito em cima e “add aplication rule” para autorizar a saida.
O também permite ver as partilhas de e fazer buscas por portas abertas ou fechadas no separador “Port Scan”.
Provavelmente a única utilizável.

Agora que as pro activas estão instaladas e configuradas e partindo do principio que o sistema esta e não tem as infecções por vírus serão mínimas, serão maioritariamente por do utilizador.

Clamwin é a para do antivírus , bastante utilizado em .
É um antivírus simples e de utilizar.

0_clamwin Guia de segurança livre no Windows

A é o habitual, seguinte até ao concluir. Depois de instalado, coloca um ícone na área de , onde possibilita o acesso às funções e ao principal.

As suas principais características são:

  • automáticas.
  • A possibilidade de buscas por vírus.
  • Integração no explorador do .
  • Utilização através da linha de comando
  • Busca automática de vírus nos ’s descarregados no outlook express.

É importante ainda indicar que o não tem em real, ou seja, ele não detecta vírus automaticamente tem de ser através de uma especifica do utilizador solicitando uma , seja através da integração com o explorador ou .

Quem tiver uma máquina com boas capacidades existe ainda a possibilidade de usar o winpooch que usa o para procurar vírus no sistema em real.

Para alguns a não existência do real time scanner pode ser um problema, portanto, medidas adicionais podem ser tomadas para procurar por vírus assim que eles entram no . tanto através do , como através do de .

O ClamMail é um proxy de pop3 e a sua função é a de filtrar os ’s antes deles chegarem a caixa de entrada do de .
Este torna-se necessário porque o tem apenas integração com o Outlook Express.
Ele funciona como um proxy com cache e está à escuta numa porta. O de é configurado para o utilizar e que é feito um pedido ao de antes dos ’s chegarem à caixa de entrada do de , são filtrados e desinfectados. Se estiverem limpos aparecem normalmente na caixa de entrada, se filtrados apenas aparecem os headers com a mensagem de que o continha malware.

clammail

A do é simples e a integração com o sistema excelente. Depois de instalado ele é adicionado aos serviços do e os podem ser vistos no log viewer do sistema. Também é colocado como applet do painel de controlo e ícone na área de .
A configuração é feita no de , independentemente do que se estiver a utilizar. Basta ir às definições da e no do de colocar ‘localhost’. No do username deve estar

user\POP3_server:[porta][-/+]

por exemplo

utilizador@domininio.pt\mail.dominio.pt:110-

ou seja \ do de pop3 : a porta utilizada (normalmente 110) seguido do sinal de + ou - para o caso de ser necessária, ou não do de .

A de do é o e as são regulares e automáticas. Uma essencial para quem tem em que não fazem controlo de vírus.

SafeDownload

Safe download é uma para o que permite pesquisar os efectuados pelo .
Muitos dos vírus são descarregados através do ao , principalmente através dos cada vez mais comuns webmail que permitem ter acesso ao no .
O que esta faz é tão simples como chamar o antivírus para saber se aquele é vírus ou está infectado por um vírus.

safedownload

Para esta análise utilizaremos o , antivírus , pelo que é necessário que seja previamente instalado.
Depois de instalada a , vamos às opção das e no scanner 1 procuramos a do

clamscan.exe

depois introduzimos os argumentos. Os argumentos podem ser bastantes, mas para simplesmente funcionar basta algo como

--bell -- --database=c:\docume~1\alluse~1\.\db c:\docume~1\user\ambien~1 -

O que isto faz é pedir ao para apitar e remover quando encontrar um vírus ou infectado utilizando a de naquela . O hífen “-” representa o descarregado.
Como o clamscan não aceita espaços em branco sem aspas e a não aceita as aspas, pelo que é necessário recorrer ao método de nomenclatura de DOS, 8+3, ou seja, 8 caracteres para o nome do + 3 para a . A forma como funciona é simples, os não podem ter mais do que 8 caracteres pelo que por exemplo só pode ser “documen~”, ou seja, “documen” mais o til “~” para indicar que o nome continua. Outros argumentos importantes podem ser encontrados aqui:

://forum.softwareblaze.com/viewtopic.php?t=127

O clamscan que vem por defeito no é um pouco lento pois que executado ele tem o de arranque somado com o de . Se configurado para fazer uma ao a determinadas horas quase que nem damos , mas executado manualmente ou mesmo chamado pela o de espera pode ser chato.
Neste caso o melhor é optar por uma alternativa ao . Uma alternativa que é na o mesmo que o , ou seja o clamav, mas sem as funcionalidades do , o mais importante: clamd e clamdscan. O clamd é um daemon e o clamdscan é o scanner como o clamscan mas utiliza o clamd.
O problema é que o clamd foi feito para ser um de e não para ser executado no e não existe um que coloca o clamd como portanto tem de ser colocado manualmente. Os passos são os seguintes.

São necessários o Instsrv.exe e o Srvany.exe do Resource Kit, são ferramentas do sistema operativo, mas por não serem não colocaremos o link.

Abrimos a linha de comando navegamos até à onde foi instalado o Resource kit e exectamos o comando

INSTSRV.EXE "clamd" SRVANY.EXE

No regedit deve haver agora a chave

HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\clamd

em que o ImagePath aponta para o SRVANY.EXE

dentro dessa chave criamos a chave “Parameters” com a classe em branco.

Dentro dessa chave criamos o valor com o nome “Application”, tipo de “REG_SZ” e em “String”, o caminho completo para o clamd.exe

Para arrancar o basta digitar na

NET START clamd

No entanto é aconselhável utilizar o gestor de serviços para iniciar ou parar o e coloca-lo em automático para ser executado no arranque

Agora que quiserem um anti-vírus rápido utilizamos o clamdscan e ele faz o scan com metade do podemos utiliza-lo na ou mesmo criar uma do , mas atenção que o clamdscan não aceita o ” - ” como o clamscan do clawin melhor é colocar apenas a directoria para onde vão os .

Em , a por vírus na do próprio clam demora 17 segundos com o clamscan e 6 segundos com o clamdscan.

Este não podia terminar sem as , que são habituais, mas ainda assim pouco utilizadas.
Cuidado por onde anda, nem todos os são seguros.
Cuidado com aquilo que descarregas, seja através do em , aceitar do ou anexos em de .
Existem que nos enchem de , cookies de rastreamento e nos fazem colocar os nossos para fins indevidos, esses também nos podem levar a fazer o de spyware. Confie no .
Outra forma mais é através dos contactos, qualquer vírus dos mais comuns, assim que afecta o pc procura o adressbook do contactos do outlook e do e começa a reenviar-se.
Quem nunca falou com alguém com o infestado? Montes de de antes da pessoa começar realmente a falar… Utilizem alternativas como o jabber.
’s indesejados são o prato do dia. Basta deixar o em qualquer website em puro texto (como este que escrevo) e logo ele vai passar por um webpage crawler e adicionado a uma de que vai posteriormente dar a alguém que vai juntar esse a uma lista e vender a . Essas usam-nas então para e são completas de tal forma que permitem reconstruir a vida de uma pessoa com poucos cuidados.
Depois a caixa de entrada fica cheia de muitos não são simples mas contém por vezes links para vírus alojados em na . cuidado um tão simples como um com um titulo que diz as minhas fotos de verão e no texto clique aqui podem apontar para um vírus que depois de descarregado pode ter como consequência a perda total dos no . Tenham em atenção o link do ele vai ser algo como ://xpto.qq/a_localização/ficheiro_perigoso.exe podem colocar o em cima do link que vai aparecer na de (baixo) status do , se for grande e não der para ver a (3 digitos após o nome do ) cliquem com o botão direito façam copiar da e colem no bloco de . Atenção, mesmo que a origem pareça fidedigna não se esqueçam que pode ter vindo do do amigo infectado.
Já em relação ao è mais de perceber se é ou não vírus, pois basta perguntar à pessoa com quem estamos a falar se tentou enviar um link ou .

E não se esqueçam: A melhor e mais pro-activa passa por cada um de nós.

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Nov 05 2007

O caso Mandriva na Nigéria

Published by Pedro Cavaco under outras notícias

WinSucks O caso Mandriva na NigériaAté à uns dias atrás a Nigéria tinha negociações para a distribuição de Mandriva nos seus portáteis de uso escolar. O negócio estava feito, pronto a arrancar, quando da noite para o dia o da Nigéria afirma que afinal os vão utilizar, . François Bancilhon, CEO da , redige uma carta aberta a Steve Ballmer ( o malabarista), acusando esta situação de ser um acto de sujo, ao que Steve Ballmer metaforicamente respondeu: Ya Right! e nada mais acrescentou.

As prospecções para o mercado da Nigéria foram um buraco autêntico para a , ela vai receber o que lhe iria ser destinado com o negócio, mas a coisa morre ai. Como todos sabemos nenhum (não confundir com desgoverno) no seu perfeito juízo paga dois sistemas operativos na integra só porque sim… Visto isto, a comprou , os fins justificam os meios, outras oportunidades de negócio irão agora tornar-se mais fáceis e se a coisa correr bem o suporte de longa data será lucrativo.

Não obstante a tudo isto, temos que observar e ser directos no mau mercado existente… é como ter um restaurante a competir com o MC dos Hamburgers, o restaurante até pode ser bem melhor pelas ofertas e possibilidades que dá, sendo isso uma boa ameaça, mais vale acabar com ela no inicio, ganha o MC mas perdem todos, mercados de nunca foram sinónimo de maior qualidade ou grande oferta, caso contrário a não precisava de fazer isto.

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Sep 25 2007

Canadian Labour Congress adopta OpenOffice

Published by João Matos under notícias livres

Use OpenOffice.org O Canadian Labour Congress vai adoptar o .

Com a intenção de substituir o WordPerfect o Canadian Labour Congress decidiu adoptar o . Embora seja evidente que os motivos sejam o custo visto o total da poupança estimado seja de 60000 dólares, aspectos como a das grandes corporações que restringem os dos utilizadores, a de modificar o aberto e a flexibilidade do foram também aspectos apreciados.

Segundo Andrew Southworth, responsável do Departamento de Informática da instituição:
“Preciso de pensar no amanhã [e considerar] as necessidades futuras. Enquanto a prepara o seu aberto, nós no departamento de informática sabemos que o negócio da é a venda de , não a de . Portanto, para mim a questão não era ‘Porquê o .org?’ era ‘Porquê a ?’ ”

fonte

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Sep 16 2007