Aug 20 2008

SFLC publicou guia onde explica como se deve respeitar a GPL

Published by Bruno Miguel under notícias livres

Já foi mostrado várias vezes em tribunal que as licenças - como a GNU General Public License, por exemplo - são válidas e devem ser respeitadas. Infelizmente, de tempos a tempos temos conhecimentos de situações de desrespeito destas licenças e falta de vontade, por parte dos desrespeitadores, em resolver a situação a bem.

A fim de ajudar a educar quem utiliza e quem tem que passar por uma situação em que se vê acusado de desrespeito da , o Software Freedom Law Center () publicou um guia onde explica como se podem evitar violações da criada por Richard Stallman e como estar de acordo com os termos da aquando da utilização e de licenciado sob a General Public .

Este guia está em PDF e Postscript e destina-se a todos aqueles, sejam ou indivíduos singulares, que usam e distribuem .

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Jul 01 2008

KURUMIN NG 8.06

bootsplash_1-300x224 KURUMIN NG 8.06

Lançada recentemente esta New/Next Generation do kurumin que não é mais do que “” de por parte de Carlos Morimoto (kurumin) e de Leandro Santos (kalango). Ainda bem que o fizeram já que cada um tinha abandonar os respectivos .
Embora não os conheça pessoalmente e nunca ter trocado com eles mais do um ou outro comentário ou (contam-se com os dedos de uma mão) na são velhos conhecidos desde o em que eu comecei a comprar a PC Master. Agora já não a compro, apenas devido ao de cerca de 6 meses que uma simples demora a chegar a , mas tenho acompanhado o trabalho deste , principalmente Carlos Morimoto, no Guia do Hardware.
Esta 8.06 segue a já habitual linha de facilidade de /configuração o que a torna numa séria candidata a ser uma das primeiras experiências de todos os que pretendam experimentar a “”. Desta vez é baseada no kubuntu e é mesmo de lidar bastando o , um Live CD e arrancar o através desse mesmo CD e posteriormente instalado caso gostem do que viram. Logo no início, embora não tenha a opção de poder escolher a linguagem a utilizar ficando-se pelo do e Inglês, pode e deve-se optar pelo de bastando, para isso, premir a tecla F3 e escolher.
Neste meu (Paix) tudo correu às mil maravilhas tendo detectado todo o logo à primeira e é esse exactamente o objectivo desta essencialmente dirigida para o “”:
- ;
- detecção imediata de quase todo o ;
- conjunto de ferramentas que permitem todos os ;
- evita ao máximo a inclusão de mais do que um para determinada função.

Absolutamente recomendável, diria quase indispensável para os mais novatos.

Quem quiser experimentar já sabe que pode ir ao do costume - “darkstar“.


jocaferro KURUMIN NG 8.06 José Rocha escreve no PL todas as terças um sobre Sistemas Operativos Abertos.
Podem encontrar mais artigos como este no seu blog pessoal.

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Jan 22 2008

Guia de segurança livre no Windows

Published by João Matos under Uncategorized

no tem sido um ponto em que a pouco se tem preocupado até às ultimas versões do XP e também no . Neste apresentamos alguns que tornam o mais seguro e daremos também algumas dicas para que o seu sistema não sofra de males de saude.

Desde a sua origem qualquer sistema é virtualmente imune a vírus. Esta imunidade é conseguida através de uma função simples do sistema que são as . Desde 1969 quando foi criado os sistemas têm de (root) e normais. As de têm privilégios para modificar tudo no sistema já as normais, não têm privilégios suficientes para alterar as definições avançadas do sistema. que um entra no sistema ganha as que o utilizador logado no sistema tiver, assim, se estiver logado como , qualquer malicioso terá a capacidade de fazer o que quiser ao sistema. Se estiver a utilizar uma limitada esse não terá a possibilidade de fazer grandes males ao . É um tipo de pro-activa, pois protege mesmo antes da infecção. Nos sistemas e apenas depois da comercialização do NT já foi possível implementar este tipo de , já que as versões anteriores eram sistemas mono-utilizador. Mesmo implementando este novo tipo de no seu novo , a não foi pro activa na e mesmo havendo a possibilidade de limitar as de utilizadores, por vários motivos a MS não o fez e os seus sistemas baseados no NT (2k, xp, etc) continuaram a ter por defeito a de a principal.

A solução passa por utilizar de utilizador limitadas, o que num sistema significa perder recursos. Ou não…

O Sudown faz num sistema aquilo que o sudo faz num sistema , dar privilégios de a uma limitada.
A é simples e é feita através da sua normal. Depois de instalado recomenda que coloque uma senha para proteger a de utilizador.

Para que a fique concluida e o coloque as basta que o execute.

Agora a de utilizador deixa de ter privilégios e operações como alguns ou alterar definições do painel de controlo deixam de estar acessíveis, como por exemplo alterar as definições das de rede, parar serviços e até alterar as horas.

Como ter privilégios então?

Para aceder ao painel de controlo basta clicar com o botão direito em cima do ambiente de trabalho e escolher “sudo Control Panel” é então solicitada palavra-passe.

auth Guia de segurança livre no Windows

Para um basta clicar com o botão direito em cima do de e escolher

“sudo nome_do_programa”

também é possível faze-lo através da linha de comando basta escrever sudo nome do .
que o é executado ele permanece por alguns minutos em execução, ou seja, a esta com privilégios de enquanto estiver uma chave na bandeja do sistema e não é necessário estar a colocar a palavra-passe enquanto ela lá permanecer.

Agora mesmo que algum vírus passe por uma de , os estragos que consegue fazer já são menores.

Uma das formas de mais pro-activas existentes são as firewalls. As firewalls a nível aplicacional não são tão boas como as que funcionam através de routeamentos de NAT, mas pelo menos impedem os utilizadores mal intencionados de utilizaram portas de tcp para entrarem num sistema

iSafer é um gráfica que funciona basicamente a nível do winsock que é uma do que serve de ponte entre o TCP/IP e as aplicações.
Embora à primeira seja questionável uma de que utiliza uma da MS que pode conter não corrigidas, manter o sistema também faz parte da pelo que resolve dois problemas e é obrigatório.
A é simples e depois de instalado a utilização também é simples.

isafer

Não tem up’s chatos que alguma aplicação sendo do utilizador ou sistema tenta aceder à . Limita-se a bloquear o acesso e deixar o utilizador escolher o que permitir.
Como? Assim que inicia, o mostra uma pequena aplicação no canto inferior direito que mostra o da , clicar em opções leva-nos até às configurações.

“FW Rule Set” permite-nos criar regras. Criar uma regra é tão simples como clicar em “add rule” seleccionar o separador “Application rule” clicar em “browse” seleccionar aplicação e escolher “Allow”.
Também é possível abrir portas especificas ou conjuntos de portas para por exemplo ou peer-2-peer.
Se alguma aplicação deixou depois de funcionar depois da do o melhor é executar a aplicação em causa com o separador “ log” activo. Se a aplicação estiver a tentar aceder e for bloqueada vai aparecer uma aplicação normalmente no sentido “OUT” com a permissão “deny”, para autorizar basta clicar com o botão direito em cima e “add aplication rule” para autorizar a saida.
O também permite ver as partilhas de e fazer buscas por portas abertas ou fechadas no separador “Port Scan”.
Provavelmente a única utilizável.

Agora que as pro activas estão instaladas e configuradas e partindo do principio que o sistema esta e não tem as infecções por vírus serão mínimas, serão maioritariamente por do utilizador.

Clamwin é a para do antivírus , bastante utilizado em .
É um antivírus simples e de utilizar.

0_clamwin Guia de segurança livre no Windows

A é o habitual, seguinte até ao concluir. Depois de instalado, coloca um ícone na área de , onde possibilita o acesso às funções e ao principal.

As suas principais características são:

  • automáticas.
  • A possibilidade de buscas por vírus.
  • Integração no explorador do .
  • Utilização através da linha de comando
  • Busca automática de vírus nos ’s descarregados no outlook express.

É importante ainda indicar que o não tem em real, ou seja, ele não detecta vírus automaticamente tem de ser através de uma especifica do utilizador solicitando uma , seja através da integração com o explorador ou .

Quem tiver uma máquina com boas capacidades existe ainda a possibilidade de usar o winpooch que usa o para procurar vírus no sistema em real.

Para alguns a não existência do real time scanner pode ser um problema, portanto, medidas adicionais podem ser tomadas para procurar por vírus assim que eles entram no . tanto através do , como através do de .

O ClamMail é um proxy de pop3 e a sua função é a de filtrar os ’s antes deles chegarem a caixa de entrada do de .
Este torna-se necessário porque o tem apenas integração com o Outlook Express.
Ele funciona como um proxy com cache e está à escuta numa porta. O de é configurado para o utilizar e que é feito um pedido ao de antes dos ’s chegarem à caixa de entrada do de , são filtrados e desinfectados. Se estiverem limpos aparecem normalmente na caixa de entrada, se filtrados apenas aparecem os headers com a mensagem de que o continha malware.

clammail

A do é simples e a integração com o sistema excelente. Depois de instalado ele é adicionado aos serviços do e os podem ser vistos no log viewer do sistema. Também é colocado como applet do painel de controlo e ícone na área de .
A configuração é feita no de , independentemente do que se estiver a utilizar. Basta ir às definições da e no do de colocar ‘localhost’. No do username deve estar

user\POP3_server:[porta][-/+]

por exemplo

utilizador@domininio.pt\mail.dominio.pt:110-

ou seja \ do de pop3 : a porta utilizada (normalmente 110) seguido do sinal de + ou - para o caso de ser necessária, ou não do de .

A de do é o e as são regulares e automáticas. Uma essencial para quem tem em que não fazem controlo de vírus.

SafeDownload

Safe download é uma para o que permite pesquisar os efectuados pelo .
Muitos dos vírus são descarregados através do ao , principalmente através dos cada vez mais comuns webmail que permitem ter acesso ao no .
O que esta faz é tão simples como chamar o antivírus para saber se aquele é vírus ou está infectado por um vírus.

safedownload

Para esta análise utilizaremos o , antivírus , pelo que é necessário que seja previamente instalado.
Depois de instalada a , vamos às opção das e no scanner 1 procuramos a do

clamscan.exe

depois introduzimos os argumentos. Os argumentos podem ser bastantes, mas para simplesmente funcionar basta algo como

--bell -- --database=c:\docume~1\alluse~1\.\db c:\docume~1\user\ambien~1 -

O que isto faz é pedir ao para apitar e remover quando encontrar um vírus ou infectado utilizando a de naquela . O hífen “-” representa o descarregado.
Como o clamscan não aceita espaços em branco sem aspas e a não aceita as aspas, pelo que é necessário recorrer ao método de nomenclatura de DOS, 8+3, ou seja, 8 caracteres para o nome do + 3 para a . A forma como funciona é simples, os não podem ter mais do que 8 caracteres pelo que por exemplo só pode ser “documen~”, ou seja, “documen” mais o til “~” para indicar que o nome continua. Outros argumentos importantes podem ser encontrados aqui:

://forum.softwareblaze.com/viewtopic.?t=127

O clamscan que vem por defeito no é um pouco lento pois que executado ele tem o de arranque somado com o de . Se configurado para fazer uma ao a determinadas horas quase que nem damos , mas executado manualmente ou mesmo chamado pela o de espera pode ser chato.
Neste caso o melhor é optar por uma alternativa ao . Uma alternativa que é na o mesmo que o , ou seja o clamav, mas sem as funcionalidades do , o mais importante: clamd e clamdscan. O clamd é um daemon e o clamdscan é o scanner como o clamscan mas utiliza o clamd.
O problema é que o clamd foi feito para ser um de e não para ser executado no e não existe um que coloca o clamd como portanto tem de ser colocado manualmente. Os passos são os seguintes.

São necessários o Instsrv.exe e o Srvany.exe do Resource Kit, são ferramentas do sistema operativo, mas por não serem não colocaremos o link.

Abrimos a linha de comando navegamos até à onde foi instalado o Resource kit e exectamos o comando

INSTSRV.EXE "clamd" SRVANY.EXE

No regedit deve haver agora a chave

HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\clamd

em que o ImagePath aponta para o SRVANY.EXE

dentro dessa chave criamos a chave “Parameters” com a classe em branco.

Dentro dessa chave criamos o valor com o nome “Application”, tipo de “REG_SZ” e em “String”, o caminho completo para o clamd.exe

Para arrancar o basta digitar na

NET START clamd

No entanto é aconselhável utilizar o gestor de serviços para iniciar ou parar o e coloca-lo em automático para ser executado no arranque

Agora que quiserem um anti-vírus rápido utilizamos o clamdscan e ele faz o scan com metade do podemos utiliza-lo na ou mesmo criar uma do , mas atenção que o clamdscan não aceita o ” - ” como o clamscan do clawin melhor é colocar apenas a directoria para onde vão os .

Em , a por vírus na do próprio clam demora 17 segundos com o clamscan e 6 segundos com o clamdscan.

Este não podia terminar sem as , que são habituais, mas ainda assim pouco utilizadas.
Cuidado por onde anda, nem todos os são seguros.
Cuidado com aquilo que descarregas, seja através do em , aceitar do ou anexos em de .
Existem que nos enchem de , cookies de rastreamento e nos fazem colocar os nossos para fins indevidos, esses também nos podem levar a fazer o de spyware. Confie no .
Outra forma mais é através dos contactos, qualquer vírus dos mais comuns, assim que afecta o pc procura o adressbook do contactos do outlook e do e começa a reenviar-se.
Quem nunca falou com alguém com o infestado? Montes de de antes da pessoa começar realmente a falar… Utilizem alternativas como o jabber.
’s indesejados são o prato do dia. Basta deixar o em qualquer website em puro texto (como este que escrevo) e logo ele vai passar por um webpage crawler e adicionado a uma de que vai posteriormente dar a alguém que vai juntar esse a uma lista e vender a . Essas usam-nas então para e são completas de tal forma que permitem reconstruir a vida de uma pessoa com poucos cuidados.
Depois a caixa de entrada fica cheia de muitos não são simples mas contém por vezes links para vírus alojados em na . cuidado um tão simples como um com um titulo que diz as minhas fotos de verão e no texto clique aqui podem apontar para um vírus que depois de descarregado pode ter como consequência a perda total dos no . Tenham em atenção o link do ele vai ser algo como ://xpto.qq/a_localização/ficheiro_perigoso.exe podem colocar o em cima do link que vai aparecer na de (baixo) status do , se for grande e não der para ver a (3 digitos após o nome do ) cliquem com o botão direito façam copiar da e colem no bloco de . Atenção, mesmo que a origem pareça fidedigna não se esqueçam que pode ter vindo do do amigo infectado.
Já em relação ao è mais de perceber se é ou não vírus, pois basta perguntar à pessoa com quem estamos a falar se tentou enviar um link ou .

E não se esqueçam: A melhor e mais pro-activa passa por cada um de nós.

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Jan 21 2008

ClamWin 0.92

Published by Bruno Miguel under actualização

O anti-vírus open source , já mencionado no algumas vezes - numa delas no “ de no ” -, tem .

A é a 0.92 e já suporta totalmente o e o sistema de dos sistemas . Para além disso, foi corrigido o bug que fazia com que um temporário fosse indevidamente apagado.

O download do pode ser feito no oficial. Para o complementar, podem utilizar o Winpooch, também ele já aqui mencionado no .

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Oct 24 2007

Clamwin

Published by João Matos under Uncategorized

é a para do antivírus , bastante utilizado em .
É um antivírus simples e de utilizar.

0_clamwin Clamwin

A é o habitual, seguinte até ao concluir. Depois de instalado, coloca um ícone na área de , onde possibilita o acesso às funções e ao principal.

As suas principais características são:

  • automáticas.
  • A possibilidade de buscas por vírus.
  • Integração no explorador do .
  • Utilização através da linha de comando
  • Busca automática de vírus nos ’s descarregados no outlook express.

É importante ainda indicar que o não tem em real, ou seja, ele não detecta vírus automaticamente tem de ser através de uma especifica do utilizador solicitando uma , seja através da integração com o explorador ou .

Esta um guia de utilização da Magazine.

Licença Sítio oficial Sist. operativo Idioma portátil Transferir Proglivre ajuda/suporte
GPL Sítio oficial Windows Inglês Portátil Transferir - Ajuda / Suporte

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Oct 04 2007

Guia de segurança livre no Windows - Parte I

Published by João Matos under guias livres

Vamos dar inicio a um completo sobre no . O será baseado em e dicas. Será publicado em partes mas no final os ficarão no repositório e o será colocado, completo, na secção de . Por falta de apoio, não foi possível testar a capacidade real de todas as dicas, mas são em teórica uma boa forma de proteger um ligado à

de no - Parte I

no tem sido um ponto em que a pouco se tem preocupado até às ultimas versões do XP e também no . Neste apresentamos alguns que tornam o mais seguro e daremos também algumas dicas para que o seu sistema não sofra de males de saude.

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Jul 08 2007

SourceForge.net 2007 Community Choice Awards

Published by João Matos under notícias livres

sf.net_awardsJá estão seleccionados os nomeados para os SourceForge.net 2007 Community Choice Awards.

As categorias são:
* Melhor ferrmenta ou para
* Melhor para
* Melhor para jogadores
* Melhor para
* Melhor para comunicações
* Melhor novo
* Melhor ao utilizador
* Melhor tecnico
* que mais colabora
* Melhor ferrramenta ou utilitario para gestores de sistemas

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Jun 03 2007

GPLv3, 4º Rascunho.

Published by João Matos under notícias livres

GPLv3Foi lançado o 4º e ultimo rascunho da 3 da mais utilizada por , a General Public (). As alterações mais importantes são a compatibilidade com a 2ª da Apache e a proibição de acordos semelhantes ao acordo /Novel após 28 de Março. Para além de que qualquer que tenha partes patenteadas, se for liberado sob a , a patente tem de ser liberada com o .

Ainda sobre o novo rascunho:

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Mar 18 2007

Guias (tutoriais) Mediacoder - Visão geral

Published by Luís Bastos under guias livres

Mediacoder é um que permite a conversão entre vários . É uma poderosa. É versátil e consegue quase todos os formatos vídeo e áudio existentes. Como não existe muita informação sobre o uso deste decidi iniciar um conjunto de , também conhecidos por tutoriais, que espero facilitarão o uso desta excepcional . Se alguém quiser juntar-se a mim neste é obviamente bem vindo.

A usada para este foi a 0.6.0 build 3515

A 0.6.0 ainda está em desenvolvimento por isso deve ser usada com algum cuidado. A que eu testei que me parece mais estável é a 0.6.0pre2

mediacoder logo

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Dec 09 2006

Instalar as drivers da ATI no Ubuntu 6.06 LTS

Published by Pepe under guias linux

De facto, têm havido muitos e tutorias na sobre como as da no Ubuntu e nenhum deles funciona…
Aqui esse que descobri funciona perfeitamente, isso acabou com os meus problemas no Ubuntu (OpenGL)
Site de onde descobri (caso vos interesse)

Esse é válido para ambas as arquitecturas 32-bit e 64-bit:

1 - Edite o arquivo -restricted-modules-common

Introduza no terminal:

$ sudo gedit /etc/default/-restricted-modules-common

Encontre a linha

DISABLED_MODULES=""

Deixe assim:

DISABLED_MODULES=”fglrx”

2 - Instalando a

Baixe o (32 bit ou 64 bit)
Certifique-se de ter habilitado os repositórios universe e multiverse

Introduza no terminal:

$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install module-assistant build-essential
$ sudo apt-get install fakeroot dh-make debconf libstdc++5 -headers-$(uname -r)

3 - Gerando os pacotes .

Entre no diretório onde foi baixado o aquivo .run

Introduza no terminal:

$ bash --installer-8.29.6.run --buildpkg Ubuntu/

4 - Instalando os pacotes . gerados

Introduza no terminal:

$ sudo dpkg -i xorg--fglrx_8.29.6-1_i386. (altere de i386 para x86_64 se for essa a sua arquitectura)
$ sudo dpkg -i fglrx--source_8.29.6-1_i386. (altere de i386 para x86_64 se for essa a sua arquitectura)
$ sudo dpkg -i fglrx-control_8.29.6-1_i386. (altere de i386 para x86_64 se for essa a sua arquitectura)

5 - Removendo os antigos pacotes . do fglrx em /usr/src/

Introduza no terminal:

$ sudo rm /usr/src/fglrx-*.

Se isso disser que o arquivo não existe então pule esse passo

6 - Compilando o novo module

Introduza no terminal:

$ sudo module-assistant prepare
$ sudo module-assistant update
$ sudo module-assistant build fglrx
$ sudo module-assistant install fglrx
$ sudo depmod -a

Nota: No caso de atualizações do e necessário recompilar o module (a partir do passo 6)

7 - Atualizando o xorg.conf

Introduza no terminal:

$ sudo aticonfig --initial
$ sudo aticonfig --overlay-type=Xv

8 - Reinicie o PC

9 - Verificando se a do está correcta

Entre no terminal e digite o comando

fglrxinfo

Deve aparecer algo semelhante a isso:

display: :0.0 screen: 0
OpenGL vendor string: Technologies Inc.
OpenGL renderer string: (nome da tua placa gráfica - por exemplo: Mobility Radeon X1600)
OpenGL version string: 2.0.6065 (8.29.6)

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