Sep 27 2008

Termos de Serviço

Published by Marcos Marado under Direitos Digitais

Já falei sobre Termos de Serviço aqui no “ ”: sobre o facto de raramente as pessoas os lerem, e o porquê disso ser um erro. Hoje volto ao tema, mas sobre outro prisma.

O não precisa de Termos de . que os tem, eles apenas podem restringir aquilo que os utilizadores podem fazer com ele. É tão simples quanto isto. O é protegido por copyright, ou, em , pelos de Autor. Para definir os termos desses mesmos , o autor pode, caso queira explicitar algo que a lei dos de Autor não o faça, fazê-lo através da de utilização desse mesmo . É isso que acontece com os : estes são licenciados com uma “ ” — tipicamente uma das presentes nesta lista — que definem, além de quem é o titular da autoria do dito , quais são as suas condições de utilização, modificação, distribuição e o que mais ao autor lhe aprouver.

Ainda assim, há quem queira subverter a natureza das , fazendo com que, para além delas, os seus utilizadores tenham ainda de aceitar um conjunto de termos ou um de forma a poder usar os ditos .

Casos recentes disso são o Google Chrome e o Mozilla Firefox.

O caso do foi badalado, não por ter termos de , mas sim pelo que diziam esses termos. A reacção foi tão forte que o sentiu-se forçado a mudá-los, como podemos ver no anúncio da mudança:

[...]diversos utilizadores atentos e bloggers exprimiram preocupações quanto à Secção 11 dos termos de do que tenta dar-nos sobre qualquer conteúdo gerado pelo utilizador e “submetido, publicado ou mostrado em ou através” do browser.

[...]Pedimos desculpa por nos ter escapado isto, mas já está corrigido, e vocês podem ler os termos do actualizados do .

Infelizmente, este anúncio não vem sem uma “mentira oculta”:

Esta secção foi incluída porque, segundo a lei de copyright, o precisa daquilo que é chamada uma “” para mostrar ou transmitir conteúdo.

Ora, um browser - ou outro qualquer - precisa de uma , não só para “mostrar ou transmitir conteúdo”, mas para tudo o resto. A questão é que o já tem uma : a BSD license. Se querem um exemplo de um browser que tem apenas uma e não força os seus utilizadores a terem de assinar termos de , vejam por exemplo o IceCat.

Mas também o Mozilla tem uma , e desde o 3.0.2 que a exibe para aceitação da primeira vez que um utilizador corre o browser. Bem, tem não, teve. Depois de criticada, a e o estiveram mesmo numa prova de fogo quando a decidiu que ela era um problema que tinha de ser solucionado. E isso movimentou tanta poeira que a CEO da Mozilla falou sobre o assunto, prometeu remover a EULA e finalmente fê-lo.

E assim temos as provas de que não só o não precisa de EULAs ou Termos de , mas também de que quando a se junta e faz pressão sobre algo que está mal, as coisas podem funcionar. Pena é que a não tenha batido o pé com o tal como fez com o … Será porque ainda não há para GNU/? Será a GNU/ mais alerta a este tipo de situações?

mmarado Termos de Serviço Marcos Marado escreve no
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Sep 04 2008

Telecoms Package perde força. Ainda falta a votação

Published by Bruno Miguel under outras notícias

Anteontem, vários membros do Europeu (PE), representantes da Comissão Europeia e do Conselho Europeu discutiram, em sessão de plenário, o famoso - pelas piores razões - Telecoms Package. Dos 50 membros do PE que falaram, apenas uma minoria defendeu o , e a maioria defendeu a desta proposta por a considerarem perigosa para os humanos.

No mesmo dia, o European Data Protection Supervisor (EDPS), o organismo europeu  independente encarregue da protecção de pessoais, publicou um comentário sobre o , onde afirma que esta proposta é uma porta aberta para a «monitorização em massa dos utilizadores da » e «a » para a resposta gradual proposta pela presidência francesa, algo que deve ser evitado.

Isto são boa notícias, mas a votação desta proposta só será realizada a 23 deste mês. Por isso, não podemos deitar os foguetes antes da festa. Contactem os nossos representantes no PE e exijam o seu voto na desta proposta que pretende tornar a no europeu num big brother onde todos são considerados culpados até prova em contrário. Mas não se esqueçam de manter a educação e o respeito que todas as pessoas merecem.

{via La Quadrature du Net}

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Aug 02 2008

Vigia

Published by Marcos Marado under notícias livres

Vigia - ou, em legalês, “conservação de gerados ou tratados no contexto da oferta de serviços de comunicações electrónicas publicamente disponíveis ou de redes públicas de comunicações” - foi esta a lei que foi aprovada no passado dia 17 de Julho de 2008 em , tornando-se a Lei n.º 32/2008, que transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2006/24/CE, do Europeu e do Conselho, de 15 de Março.

Ainda que bem melhor do que a directiva em si, e melhor do que a texto inicialmente proposto pelas entidades que redigiram esta Lei, não podemos deixar de tecer os nossos comentários.

Em primeiro lugar, há que estipular o enquadramento, e dizer sem ressalvas que esta é uma das muitas Leis incluídas do “pacote ”: aquelas que só existem e foram aprovadas através do recurso ao , incutido e englobado no pretexto da iminência da “ameaça terrorista”, algo que se veio tornando comum pós-11/Set. Define a própria Lei que aqui se examina «Crime Grave» como sendo

“crimes de , criminalidade violenta, criminalidade altamente organizada, sequestro, rapto e tomada de reféns, crimes contra a identidade cultural e integridade , contra a do , falsificação de ou títulos equiparados a e crimes abrangidos por convenção sobre da aérea ou marítima.”

A Lei em si, dita que, a partir do momento em que seja publicada uma portaria a definir quais os mecanismos tecnológicos certos para a preservação dos recolhidos, todos aqueles que providenciem “serviços de comunicação” têm três meses para os adaptar de forma a que um conjunto enorme de - relativos a quem usou o , quando, e para com quem - passem a ser registados e guardados durante o prazo de um .

Podemo-nos focar em dois aspectos desta lei: o facto de ela estar a criar um de vigia, em que todas as comunicações são registadas porque podem, potencialmente, ser usadas para fazer “comunicações criminosas”, estabelecendo assim que todos são “potenciais culpados”, ou então o facto de esta mesma lei, para o conseguir, está a restringir a de todos aqueles que quiserem, em , criar um que possa ser usado para efeitos de comunicação, porque estes passam agora a ser obrigados a registar todas essas comunicações. E que não se julgue que esta lei vai afectar apenas os ISP’s e as de telecomunicações: cada vez mais existem serviços que permitem a comunicação entre utilizadores - mas quão seguros serão estes sistemas, quando o anonimato tem de ser abolido para a desta lei?

Liam-se já no passado, aquando da aprovação da directiva comunitária, opiniões sobre esta Lei:

Leis semelhantes a estas (algumas bem piores, diga-se) foram aprovadas nos EUA, após o 11 de Setembro, levando ao encerramento de muitos Talkers, já que os autores se recusaram a manter sobre os utilizadores.

Mais uma lei que, a ser aprovada, irá permitir mais uma forma de controlo sobre a sociedade. É para os governantes incutirem medos na população, neste caso, basta mencionar o vocábulo .
E fazendo uso dos medos das pessoas lá vão arranjando leis que permitam controlar as populações…

A The Foundation for a Free Information Infrastructure (FFII) considerou, aquando da directiva, que

O Europeu aprovou hoje uma directiva que criará a maior de de a nível mundial, monitorizando todas as comunicações dentro da UE

e já depois desta lei ter sido aprovada em , outros Portugueses a comentam:

com a introdução desta directiva europeia, estamos a caminhar a passos largos para a tal (Des)Ordem Mundial, o tal Único Mundial, que muitos mencionam e que a cada dia se torna mais presente e mais sufocante.

Até quando vamos deixar os nossos dirigentes políticos recorrerem ao para nos controlar?

mmarado Vigia Marcos Marado escreve no
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Jul 05 2008

Restrições Digitais de Direitos (DRM)

Published by Marcos Marado under Direitos Digitais

Já se falou do termo diversas vezes aqui pelo Programas Livres. Mas o que é isso?


Quando compra um carro, ele é seu. Pode fazer o que quiser com ele: conduzi-lo, abri-lo, desmontá-lo… O que quiser, logo que não cometa com ele nenhuma ilegalidade. Quando compra um copo, ele é seu: pode usá-lo quantas vezes quiser, dá-lo, parti-lo, usá-lo para beber ou para fazer dele uma escultura. O que quiser - é seu. Mas… o que acontece quando compra, por exemplo, um CD?

Felizmente a sigla já não é totalmente desconhecida do consumidor, mas, ainda assim, ele tipicamente não sabe a que se refere. é uma sigla, significando formalmente, Digital Rights Management, mas, mais apropriadamente, Digital Restrictions Management, ou, em Português Digital de . Termos como protecção contra cópia normalmente referem-se a estas tecnologias. O é uma espécie de “método anti-roubo” como aqueles que existem em algumas lojas, em que um alarme dispara se saires da loja com algo sem pagar. Mas será apenas isso?

Como o seu nome indica, a de digitais aplica-se somente aos meios digitais. O conteúdo digital tem ganho popularidade sobre o conteúdo analógico por dois motivos: o primeiro deve-se ao facto das vantagens técnicas associadas com a sua produção, reprodução e manipulação e o segundo porque, na maioria das vezes, a qualidade é superior em relação ao analógico. Desde o nascimento dos pessoais, os arquivos de conteúdo digital tornaram-se um meio de fazer cópias de modo ilimitado sem aparecer qualquer perda na qualidade das cópias subsequentes. conteúdo analógico perde qualidade com cada geração copiada e frequentemente durante o seu uso normal. A popularidade da e das ferramentas para partilhar arquivos simplificou a distribuição de conteúdo digital.

A disponibilidade de múltiplas cópias perfeitas de material sujeito a de autor foi entendida pela indústria como um golpe ao seu modelo de negócio, em especial dentro da indústria fonográfica, cinematográfica e dos jogos electrónicos. Aqueles que publicam material digital têm modelos de negócio que recaem na habilidade de obter lucro por cada cópia feita do trabalho digital, e algumas vezes por cada execução daquele material. O foi criado e planeado por essas e indivíduos, ainda oferecendo o conteúdo digital, mas com medidas para permitir o controle da duplicação e disseminação do seu conteúdo.

O não protege Autores nem Consumidores - apenas a Indústria.

Mas qual é o problema com o ?

As grandes corporações descrevem as tecnologias como tecnologias de “ de ”, mas, na realidade, estas tecnologias fazem de .

Pegando na analogia anterior, a dos alarmes nas portas das lojas, e como ainda é possível “roubar” músicas e filmes depois de os ter comprado, os alarmes terão de ser colocados na porta de entrada da sua casa. E na sua porta das traseiras. E na porta da garagem. E na do arrumo. E em cada uma das passagens de ar para ventilação. Pode parecer caro todos estes alarmes, mas não se preocupe: é a sua casa e portanto não serão as lojas a pagar por esses alarmes, é você que os vai em sua casa. Vem com o privilégio de ouvir a música ou ver o filme que comprou. Ter de dizer “sim, vou estes alarmes”.

Mas estas tecnologias não fazem apenas soar um alarme quando você tenta roubar algo. Elas tipicamente:

  • detectam quem acede a cada obra, quando e sob quais condições, e reportam essa informação ao provedor da obra
  • autorizam ou negam da maneira irrefutável o acesso a obra, de com as condições que podem ser alteradas unilateralmente pelo provedor da obra
  • quando autorizam o acesso, fazem-no sob condições restritivas que são fixadas unilateralmente pelo provedor da obra, independentemente dos que a lei fornece ao autor ou ao público

As tecnologias podem controlar os consumidores restringindo-lhes o acesso a filmes, música, literatura e , ou, mais precisamente, todo e qualquer de digital.

Numa loja, se for apanhado a roubar você pode ser enviado à prisão. No caso do , apenas lhe confiscam aquilo que, segundo os alarmes, tentou roubar. Eles não ouvem a sua explicação, não lhe deixam falar com a gerência da loja. Confiscam o que roubou e deixam-no prosseguir o seu caminho. O problema aqui é que você não sabe o que faz os alarmes disparar. E não pode reclamar se achar que o alarme não devia ter disparado. Não pode dizer “não quero alarmes em minha casa” - a não ser que queira abdicar, sem receber o de volta, de aquilo que comprou.

Mas lembre-se: você tem uma escolha. Não comprar produtos com .

Mas… Se o é assim tão mau, porque existe?

O é mau para ambas as pontas da cadeia de valor: o produtor e o consumidor. No entanto o intermediário tem a ganhar com isto. Peguemos no exemplo da música: A indústria discográfica quer controlar a distribuição da sua música. Eles querem chegar ao maior número possível de pessoas, mas querem receber de cada uma delas. Como isso implica saber como é que usa a música que comprou, eles decidiram que era interessante se pudessem cobrar por cada tipo de uso que dá à sua música: se a quiser ouvir no compra de uma forma, se quiser ouvir no seu carro terá de a comprar de outra forma, se ainda a quiser ter no seu leitor de mp3, terá de adquiri-la outra vez. Com a queda das vendas de música, cobrar mais àqueles que pagam por ela ainda se lhes afigurou mais atractivo. Mas a música já não era sua? Não podia fazer com ela o que quisesse? Na realidade não: se compra um CD mas não o consegue copiar, se compra uma música em digital mas não a consegue tocar no seu leitor demp3, então ela não é verdadeiramente sua: quando a comprou, foi-lhe forçado, com ela, um conjunto de .

Uma posição comum sobre este tema é “pois, isso realmente não é bom, mas a mim não me afecta, por isso não quero saber”. Mas isso pode sair-lhe gorado: um bom exemplo é o caso da .

Em 2004 a criou uma loja online chamada “MSN Music”, cuja música era vendida com um sistema de chamado PlaysForSure. Em 2006 a fechou a loja, e abriu uma outra, chamada Zune Marketplace, com outro sistema de . Aqueles que compraram músicas na primeira loja, têm agora de requisitar para ouvir a música que já compraram: têm direito a cinco , que terão de ser inseridas em cinco instalações do . Recentemente a anunciou que, a partir de 1 de Setembro, as músicas por eles compradas só tocariam nas instalações de onde estão as . Se tivessem de reinstalar o sistema operativo, ou actualizar a sua (do XP para o , por exemplo), perderiam a , deixando de poder ouvir a música que já compraram. Ah, e se tentassem, mesmo que não conseguissem, “enganar os alarmes”… estariam a cometer uma ilegalidade. Depois de todas as reacções a este anúncio, invariavelmente negativas, a voltou atrás: uma boa mostra de como a online consegue defender-se e pressionar corporações como esta. Mas as notícias não são animadoras: eles prometem adiar este prazo de 1 de Setembro para algures em 2011, onde irão decidir de que forma agir. Adiam assim o problema, na esperança que o assunto caia no esquecimento. Mas, para quem comprou música lá, não está à espera que ela “dure mais três anos”: devia ter o direito a poder tê-la, para .

E agora? Volta a comprar produtos com ?

Para saber mais sobre este assunto, incluindo como ajudar a combater estes sistemas, dirija-se ao site do DRM-PT.

mmarado Restrições Digitais de Direitos (DRM) Marcos Marado escreve no
PL ao Sábado sobre Digitais.
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Jan 22 2008

Guia de segurança livre no Windows

Published by João Matos under Uncategorized

no tem sido um ponto em que a pouco se tem preocupado até às ultimas versões do XP e também no . Neste apresentamos alguns que tornam o mais seguro e daremos também algumas dicas para que o seu sistema não sofra de males de saude.

Desde a sua origem qualquer sistema é virtualmente imune a vírus. Esta imunidade é conseguida através de uma função simples do sistema que são as . Desde 1969 quando foi criado os sistemas têm de (root) e normais. As de têm privilégios para modificar tudo no sistema já as normais, não têm privilégios suficientes para alterar as definições avançadas do sistema. que um entra no sistema ganha as que o utilizador logado no sistema tiver, assim, se estiver logado como , qualquer malicioso terá a capacidade de fazer o que quiser ao sistema. Se estiver a utilizar uma limitada esse não terá a possibilidade de fazer grandes males ao . É um tipo de pro-activa, pois protege mesmo antes da infecção. Nos sistemas e apenas depois da comercialização do NT já foi possível implementar este tipo de , já que as versões anteriores eram sistemas mono-utilizador. Mesmo implementando este novo tipo de no seu novo , a não foi pro activa na e mesmo havendo a possibilidade de limitar as de utilizadores, por vários motivos a MS não o fez e os seus sistemas baseados no NT (2k, xp, etc) continuaram a ter por defeito a de a principal.

A solução passa por utilizar de utilizador limitadas, o que num sistema significa perder recursos. Ou não…

O Sudown faz num sistema aquilo que o sudo faz num sistema , dar privilégios de a uma limitada.
A é simples e é feita através da sua normal. Depois de instalado recomenda que coloque uma senha para proteger a de utilizador.

Para que a fique concluida e o coloque as basta que o execute.

Agora a de utilizador deixa de ter privilégios e operações como alguns ou alterar definições do painel de controlo deixam de estar acessíveis, como por exemplo alterar as definições das de rede, parar serviços e até alterar as horas.

Como ter privilégios então?

Para aceder ao painel de controlo basta clicar com o botão direito em cima do ambiente de trabalho e escolher “sudo Control Panel” é então solicitada palavra-passe.

auth Guia de segurança livre no Windows

Para um basta clicar com o botão direito em cima do de e escolher

“sudo nome_do_programa”

também é possível faze-lo através da linha de comando basta escrever sudo nome do .
que o é executado ele permanece por alguns minutos em execução, ou seja, a esta com privilégios de enquanto estiver uma chave na bandeja do sistema e não é necessário estar a colocar a palavra-passe enquanto ela lá permanecer.

Agora mesmo que algum vírus passe por uma de , os estragos que consegue fazer já são menores.

Uma das formas de mais pro-activas existentes são as firewalls. As firewalls a nível aplicacional não são tão boas como as que funcionam através de routeamentos de NAT, mas pelo menos impedem os utilizadores mal intencionados de utilizaram portas de tcp para entrarem num sistema

iSafer é um gráfica que funciona basicamente a nível do winsock que é uma do que serve de ponte entre o TCP/IP e as aplicações.
Embora à primeira seja questionável uma de que utiliza uma da MS que pode conter não corrigidas, manter o sistema também faz parte da pelo que resolve dois problemas e é obrigatório.
A é simples e depois de instalado a utilização também é simples.

isafer

Não tem up’s chatos que alguma aplicação sendo do utilizador ou sistema tenta aceder à . Limita-se a bloquear o acesso e deixar o utilizador escolher o que permitir.
Como? Assim que inicia, o mostra uma pequena aplicação no canto inferior direito que mostra o da , clicar em opções leva-nos até às configurações.

“FW Rule Set” permite-nos criar regras. Criar uma regra é tão simples como clicar em “add rule” seleccionar o separador “Application rule” clicar em “browse” seleccionar aplicação e escolher “Allow”.
Também é possível abrir portas especificas ou conjuntos de portas para por exemplo ou peer-2-peer.
Se alguma aplicação deixou depois de funcionar depois da do o melhor é executar a aplicação em causa com o separador “ log” activo. Se a aplicação estiver a tentar aceder e for bloqueada vai aparecer uma aplicação normalmente no sentido “OUT” com a permissão “deny”, para autorizar basta clicar com o botão direito em cima e “add aplication rule” para autorizar a saida.
O também permite ver as partilhas de e fazer buscas por portas abertas ou fechadas no separador “Port Scan”.
Provavelmente a única utilizável.

Agora que as pro activas estão instaladas e configuradas e partindo do principio que o sistema esta e não tem as infecções por vírus serão mínimas, serão maioritariamente por do utilizador.

Clamwin é a para do antivírus , bastante utilizado em .
É um antivírus simples e de utilizar.

0_clamwin Guia de segurança livre no Windows

A é o habitual, seguinte até ao concluir. Depois de instalado, coloca um ícone na área de , onde possibilita o acesso às funções e ao principal.

As suas principais características são:

  • automáticas.
  • A possibilidade de buscas por vírus.
  • Integração no explorador do .
  • Utilização através da linha de comando
  • Busca automática de vírus nos ’s descarregados no outlook express.

É importante ainda indicar que o não tem em real, ou seja, ele não detecta vírus automaticamente tem de ser através de uma especifica do utilizador solicitando uma , seja através da integração com o explorador ou .

Quem tiver uma máquina com boas capacidades existe ainda a possibilidade de usar o winpooch que usa o para procurar vírus no sistema em real.

Para alguns a não existência do real time scanner pode ser um problema, portanto, medidas adicionais podem ser tomadas para procurar por vírus assim que eles entram no . tanto através do , como através do de .

O ClamMail é um proxy de pop3 e a sua função é a de filtrar os ’s antes deles chegarem a caixa de entrada do de .
Este torna-se necessário porque o tem apenas integração com o Outlook Express.
Ele funciona como um proxy com cache e está à escuta numa porta. O de é configurado para o utilizar e que é feito um pedido ao de antes dos ’s chegarem à caixa de entrada do de , são filtrados e desinfectados. Se estiverem limpos aparecem normalmente na caixa de entrada, se filtrados apenas aparecem os headers com a mensagem de que o continha malware.

clammail

A do é simples e a integração com o sistema excelente. Depois de instalado ele é adicionado aos serviços do e os podem ser vistos no log viewer do sistema. Também é colocado como applet do painel de controlo e ícone na área de .
A configuração é feita no de , independentemente do que se estiver a utilizar. Basta ir às definições da e no do de colocar ‘localhost’. No do username deve estar

user\POP3_server:[porta][-/+]

por exemplo

utilizador@domininio.pt\mail.dominio.pt:110-

ou seja \ do de pop3 : a porta utilizada (normalmente 110) seguido do sinal de + ou - para o caso de ser necessária, ou não do de .

A de do é o e as são regulares e automáticas. Uma essencial para quem tem em que não fazem controlo de vírus.

SafeDownload

Safe download é uma para o que permite pesquisar os efectuados pelo .
Muitos dos vírus são descarregados através do ao , principalmente através dos cada vez mais comuns webmail que permitem ter acesso ao no .
O que esta faz é tão simples como chamar o antivírus para saber se aquele é vírus ou está infectado por um vírus.

safedownload

Para esta análise utilizaremos o , antivírus , pelo que é necessário que seja previamente instalado.
Depois de instalada a , vamos às opção das e no scanner 1 procuramos a do

clamscan.exe

depois introduzimos os argumentos. Os argumentos podem ser bastantes, mas para simplesmente funcionar basta algo como

--bell -- --database=c:\docume~1\alluse~1\.\db c:\docume~1\user\ambien~1 -

O que isto faz é pedir ao para apitar e remover quando encontrar um vírus ou infectado utilizando a de naquela . O hífen “-” representa o descarregado.
Como o clamscan não aceita espaços em branco sem aspas e a não aceita as aspas, pelo que é necessário recorrer ao método de nomenclatura de DOS, 8+3, ou seja, 8 caracteres para o nome do + 3 para a . A forma como funciona é simples, os não podem ter mais do que 8 caracteres pelo que por exemplo só pode ser “documen~”, ou seja, “documen” mais o til “~” para indicar que o nome continua. Outros argumentos importantes podem ser encontrados aqui:

://forum.softwareblaze.com/viewtopic.php?t=127

O clamscan que vem por defeito no é um pouco lento pois que executado ele tem o de arranque somado com o de . Se configurado para fazer uma ao a determinadas horas quase que nem damos , mas executado manualmente ou mesmo chamado pela o de espera pode ser chato.
Neste caso o melhor é optar por uma alternativa ao . Uma alternativa que é na o mesmo que o , ou seja o clamav, mas sem as funcionalidades do , o mais importante: clamd e clamdscan. O clamd é um daemon e o clamdscan é o scanner como o clamscan mas utiliza o clamd.
O problema é que o clamd foi feito para ser um de e não para ser executado no e não existe um que coloca o clamd como portanto tem de ser colocado manualmente. Os passos são os seguintes.

São necessários o Instsrv.exe e o Srvany.exe do Resource Kit, são ferramentas do sistema operativo, mas por não serem não colocaremos o link.

Abrimos a linha de comando navegamos até à onde foi instalado o Resource kit e exectamos o comando

INSTSRV.EXE "clamd" SRVANY.EXE

No regedit deve haver agora a chave

HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\clamd

em que o ImagePath aponta para o SRVANY.EXE

dentro dessa chave criamos a chave “Parameters” com a classe em branco.

Dentro dessa chave criamos o valor com o nome “Application”, tipo de “REG_SZ” e em “String”, o caminho completo para o clamd.exe

Para arrancar o basta digitar na

NET START clamd

No entanto é aconselhável utilizar o gestor de serviços para iniciar ou parar o e coloca-lo em automático para ser executado no arranque

Agora que quiserem um anti-vírus rápido utilizamos o clamdscan e ele faz o scan com metade do podemos utiliza-lo na ou mesmo criar uma do , mas atenção que o clamdscan não aceita o ” - ” como o clamscan do clawin melhor é colocar apenas a directoria para onde vão os .

Em , a por vírus na do próprio clam demora 17 segundos com o clamscan e 6 segundos com o clamdscan.

Este não podia terminar sem as , que são habituais, mas ainda assim pouco utilizadas.
Cuidado por onde anda, nem todos os são seguros.
Cuidado com aquilo que descarregas, seja através do em , aceitar do ou anexos em de .
Existem que nos enchem de , cookies de rastreamento e nos fazem colocar os nossos para fins indevidos, esses também nos podem levar a fazer o de spyware. Confie no .
Outra forma mais é através dos contactos, qualquer vírus dos mais comuns, assim que afecta o pc procura o adressbook do contactos do outlook e do e começa a reenviar-se.
Quem nunca falou com alguém com o infestado? Montes de de antes da pessoa começar realmente a falar… Utilizem alternativas como o jabber.
’s indesejados são o prato do dia. Basta deixar o em qualquer website em puro texto (como este que escrevo) e logo ele vai passar por um webpage crawler e adicionado a uma de que vai posteriormente dar a alguém que vai juntar esse a uma lista e vender a . Essas usam-nas então para e são completas de tal forma que permitem reconstruir a vida de uma pessoa com poucos cuidados.
Depois a caixa de entrada fica cheia de muitos não são simples mas contém por vezes links para vírus alojados em na . cuidado um tão simples como um com um titulo que diz as minhas fotos de verão e no texto clique aqui podem apontar para um vírus que depois de descarregado pode ter como consequência a perda total dos no . Tenham em atenção o link do ele vai ser algo como ://xpto.qq/a_localização/ficheiro_perigoso.exe podem colocar o em cima do link que vai aparecer na de (baixo) status do , se for grande e não der para ver a (3 digitos após o nome do ) cliquem com o botão direito façam copiar da e colem no bloco de . Atenção, mesmo que a origem pareça fidedigna não se esqueçam que pode ter vindo do do amigo infectado.
Já em relação ao è mais de perceber se é ou não vírus, pois basta perguntar à pessoa com quem estamos a falar se tentou enviar um link ou .

E não se esqueçam: A melhor e mais pro-activa passa por cada um de nós.

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Oct 18 2007

iSafer

Published by João Matos under notícias livres

é um gráfica que funciona basicamente a nível do winsock que é uma do que serve de ponte entre o TCP/IP e as aplicações.
Embora à primeira seja questionável uma de que utiliza uma da MS que pode conter não corrigidas, manter o sistema também faz parte da pelo que resolve dois problemas e é obrigatório.
A é simples e depois de instalado a utilização também é simples.

isafer

Não tem up’s chatos que alguma aplicação sendo do utilizador ou sistema tenta aceder à . Limita-se a bloquear o acesso e deixar o utilizador escolher o que permitir.
Como? Assim que inicia, o mostra uma pequena aplicação no canto inferior direito que mostra o da , clicar em opções leva-nos até às configurações.
“FW Rule Set” permite-nos criar regras. Criar uma regra é tão simples como clicar em “add rule” seleccionar o separador “Application rule” clicar em “browse” seleccionar aplicação e escolher “Allow”.
Também é possível abrir portas especificas ou conjuntos de portas para por exemplo ou peer-2-peer.
Se alguma aplicação deixou depois de funcionar depois da do o melhor é executar a aplicação em causa com o separador “ log” activo. Se a aplicação estiver a tentar aceder e for bloqueada vai aparecer uma aplicação normalmente no sentido “OUT” com a permissão “deny”, para autorizar basta clicar com o botão direito em cima e “add aplication rule” para autorizar a saida.
O também permite ver as partilhas de e fazer buscas por portas abertas ou fechadas no separador “Port Scan”.
Provavelmente a única utilizável.

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