Dec 02 2008

SeaMonkey

Published by Bruno Miguel under análises

O dispensa apresentações; já quase todos sabem que é o mantido pela e pela comunidade. Já o SeaMonkey precisa delas.

Antes de haver , havia um pacote de aplicações da chamado Application Suite, que incluía um , um de email e newsgroups, um de e um simples de . Certo dia, a decidiu focar-se apenas no e no . Então, o Application Suite foi descontinuado.
Como acontece no mundo do , um grupo de voluntários decidiu trazer de novo à vida o Application Suite, chamou-lhe e licenciou-o sob a Public License (MPL). Hoje, este pacote de está de boa saúde e recomenda-se.

seamonkey SeaMonkey

A mais recente ( à deste texto) do é a 1.1.13 e está disponível em diversos idiomas e para diferentes plataformas.  Todos os seus componentes - , de email e newsgroups, de e de - estão relativamente bem integrados. É um pouco como o Kontact, mas com um interface GTK, que, verdade seja dita, não é dos mais bonitos que anda por aí. Felizmente, tal como o , tem várias extensões e temas disponíveis, por isso é relativamente fácil alterar a aparência do se não gostarem dela, assim como aumentar as funcionalidades dos .

Não pensem que, por ter o Application Suite, que o não é tão capaz de mostrar os como o . Ambos usam o Gecko para fazer render aos , por isso o que o consegue mostrar correctamente, também o , em princípio, consegue mostrar. E é mais “leve” que o - para mim, uma característica muito boa.

Uma das coisas que mais gostei no foi a pré-visualização do conteúdo de um separador: basta mover o cursor para cima de um separador aberto, mas que não está a ser acedido, para vermos uma pré-visualização do seu conteúdo. Parecendo que não, é algo bastante útil - se tiverem várias links do mesmo abertas ao mesmo , vão perceber o que quero dizer. A leveza deste pacote de aplicações foi outra coisa que me surpreendeu pela positiva.

Sinceramente, recomendo o . Como já referi, é leve, é possível ter uma pré-visualização dos separadores, mas também tem um de email com suporte para IMAP e um de , e conseguiu abrir sem problemas todos os que visitei com ele.

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Nov 08 2008

Creative Commons - Uma Cultura de Partilha

Published by Marcos Marado under Direitos Digitais

A está a fazer a sua para doações para 2008, e para celebrar a foi feito um pequeno chamado “A Shared Culture”. Sendo também ele licenciado em , tomei a de fazer uma tradução do , e com ele fazer este texto.

O que significa ser humano se não tivermos uma cultura de ? E o que significa uma cultura de se não a pudermos partilhar? Foi apenas nos últimos 100 ou 150 anos que começámos a restringir fortemente a forma como a cultura é usada. Hoje, a formou uma infrastrutura onde qualquer pessoa pode participar sem pedir permissão. Temos todas estas novas tecnologias que permitem às pessoas expressarem-se, ter controlo sobre os seus próprios impulsos criativos, mas a está a meter-se no caminho. A está desenhada para salvar o mundo da frustrada.

Há aqueles que realmente querem partilhar as suas obras, que as colocam na porque as querem partilhar em determinados termos. Por isso criou-se uma forma mais simples dos criadores dizerem ao mundo “aqui está a que eu quero que a minha obra criativa tenha, aqui estão as coisas que vocês podem fazer com ela”. Posso reproduzi-la? Posso copiá-la? Posso colocá-la no meu livro? Posso usar essa fotografia? Posso fazer uma nova dela?

A dá ferramentas aos criadores para tomarem uma escolha quanto aos direitos de autor. As podem cobrir tudo aquilo que é coberto pelo de autor. Todas as dizem “tens de me dar atribuição. Eu criei isto, dá-me crédito pelo trabalho que fiz.” As escolhas bases são:

  • pode ser usado para fins comerciais ou não?
  • podem ser feitos trabalhos derivados, versões e adaptações ou não?
  • tem a obra de ser partilhada de igual forma, de modo a que se alguém usar a obra terá de a partilhar com a mesma ?

Não há requisitos: não tens de fazer nada com a tua obra a não ser aquilo que quiseres fazer com ela. O de autor é teu, o que foi feito pela foi dar-te o de exercer o teu de autor em mais formas, e de formas mais simples. A ideia é potenciar esses impulsos criativos que as tecnologia solta, e tirar a do meio do caminho.

O trabalho da Creative Commens é criar a infra-estrutura para este novo tipo de cultura, uma nova forma de cultura folk. Alguém de Deli, alguém de Nova Iorque, alguém de Singapura poderá sentir-se confortável em usar uma fotografia que foi criada e ofereida por alguém dos Estados Unidos, ou na China, ou em qualquer país onde a se tenha extendido, com a sua identidade preservada, o que significa que as pessoas podem realmente criar novos tipos de coisas, juntar-se e construir coisas: colagens que as pessoas podem fazer com as fotografias que outros tiraram, usar ferramentas como o CCMixter para fazer juntos… No fundo, trata-se de criatividade e ligação. Acesso e controlo.

As são usadas tanto por amadores, que simplesmente por paixão fazem o que fazem e querem partilhar para que outros possam usar as suas obras, como por organizações comerciais. No final, as criarão um espaço para o sucesso de muitos actores da economia de lucro.

é uma ponte para o futuro: tem-se de deixar de pensar em conteúdo e passar a pensar nas comunidades. Comunidades que são criadas em torno do produto, e a que as permitem potenciam estas comunidades a formarem-se. Uma comuna física é como um parque onde todos podem entrar em igualdade. Uma comuna com trabalhos intelectuais é na realidade muito mais . Vai realmente ser o pilar para a comunicação entre as pessoas, convívio entre culturas, espaço para mais conversação, mais de expressão… E é esse o tipo de espaço que a está a tentar criar.


Podem também ouvir este texto em formato audio [ACTUALIZADO: Agora nos formatos WAV, FLAC, Ogg e MP3]. Tanto este texto como o audio estão licenciados com a CC BY-NC-SA.

Créditos:

mmarado Creative Commons - Uma Cultura de Partilha Marcos Marado escreve no
PL ao Sábado sobre .
Podem
encontrar mais artigos como este no seu blog pessoal.

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Oct 08 2008

Mini-Servidor Web

Published by Carlos Martins under OpenHardware

Quando se fala em , o mais comum é começarem a imaginar uma sala enorme recheada de caixotes barulhentos onde computadores topo-de-gama debitam as páginas que constituem a .

Mas, não tem que ser esse o caso… Aliás, podem ter o vosso próprio num espaço mais pequeno que um cartão de apresentação.

wsbcv3-450-300x210 Mini-Servidor Web

Usando um 24f e mais um punhado de componentes electrónicos, podem criar o vosso mini (micro?) que disponibilizará paginas guardadas num cartão de memória .

Não será para todos, mas é sem dúvida um bastante interessante, não só pelo que faz - mas também pelas inúmeras possibilidades de expansão a que se adequa.

cmartins Mini-Servidor Web Carlos Martins escreve no PL todas as quartas um artigo sobre . Podem encontrar mais artigos como este no seu blog Aberto até de Madrugada.

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Sep 26 2008

Do desktop para a web. Bom ou mau?

Published by Bruno Miguel under opiniões

As aplicações estão a tornar-se cada vez mais populares e é quase um facto que, dentro de algum , elas serão tão populares como as aplicações locais (ou de , se preferirem). Isto é prático porque, independentemente do sistema e do local, a aplicação, à partida, mantém sempre o mesmo interface e só necessita de um para ser acedida.
Mas também levanta algumas preocupações, como a impossibilidade de distribuir e alterar essa aplicação de acordo com as nossas necessidades, e a informação inserida nessas aplicações, em boa parte dos casos, nunca ser realmente nossa. Basta ler os termos de serviços e as políticas de para constatarmos isso. Dou um exemplo: o DropBox. De acordo com os termos de serviço deste - passo a redundância - serviço, eles podem vender todos os que inserimos na nossa se precisarem do capital dessa venda para não encerrarem a actividade. Podemos sempre encriptar os , mas isso não é garantia absoluta.

As aplicações são práticas. Podemos aceder a elas em , no trabalho, em de amigos, num cyber café. Podemos aceder em qualquer lado, só precisamos de um gadget - um simples telemóvel basta - e acesso à net. Não temos que as manter, instalar, nada. É só usar e já está. Bom, não é?
Não necessariamente. E a nossa ? Se essa aplicação for proprietária, voltamos ao mesmo: não a podemos alterar e nunca sabemos se essa aplicação faz algo mais do que devia, como recolher informação sem autorização. Isto não é paranóia, acontece mesmo. Recordam-se daquela aplicação que permitia fazer uma cópia local dos emais da nossa do Gmail? Ela, secretamente, enviava as introduzidas para a de email do seu criador. Como era uma aplicação proprietária, era muito difícil alguém saber o que ela estava a fazer. Alguém acabou por descobrir e viu que o era um lobo com pele de cordeiro.
O proprietário, seja ele para o ou para a , não levanta só problemas de ordem social: também é uma boa fonte de insegurança porque ninguém, para além de quem desenvolveu a aplicação, sabe o que ela realmente faz. Tanto quanto sabem, uma aplicação proprietária pode apenas fazer o que alega ou até roubar informação sensível do vosso computador, como e números de cartões de crédito e respectivos pins.
Outro problema é a portabilidade da informação. Se um serviço fechar, como iremos nós fazer uma cópia dessa informação? E mesmo que consigamos, será que ela vai estar num formato proprietário que ninguém sabe como aceder? Se usarem um formato , esse entrave desaparece, mas outro aparece: uma possível (digo possível porque não sei até que ponto essa violação existirá depois da empresa fechar portas) violação dos termos do serviço que tínhamos aceite.

Felizmente, as aplicações não têm que ser proprietárias. Basta escolher uma que permita que ela possa ser distribuída, alterada e usada para o fim que vocês bem entenderem. Uma dessas é a AGPL, uma da GNU General Public License criada com as aplicações em mente.
De acordo com esta , todo o deve ter uma forma de mostrar aos utilizadores o seu código-fonte. Normalmente, é uma link onde clicam e aparece o código-fonte dessa página. O serviço de microblogging, Identi.ca, está licenciado sob a AGPLv3 e o seu código pode ser descarregado livremente ou visto no próprio serviço.
As aplicações para a seguem um pouco a ideia do OpenPGP - a web of trust (ou de confiança, em português). Ao mostrar o código-fonte, os criadores da aplicação estão a dizer aos utilizadores que não fazem nada no escuro, que são pessoas de confiança. Ao usar aplicações regidas por uma , os utilizadores estão a retribuir essa confiança. A confiança é recíproca e todos sabem o que se passa, como num estado verdadeiramente democrático.

Para uma exposição completa dos problemas das aplicações proprietárias e da importância das para estas aplicações, leiam este artigo da Free Software Magazine. O seu autor, Ryan Cartwright, faz uma exposição bastante boa destes problemas e da importância das nas aplicações .

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Sep 07 2008

Google Chrome

Published by António Sousa under análises

Já era anunciado faz algum um da empresa , e aí está ele o Google Chrome. Com tanta “euforia” à volta deste novo , decidi experimentá-lo.

À primeira vista, parece praticamente igual ao outros que existem no mercado: tem um aspecto minimalista sem grandes opções, embora sem que nos apercebamos da quantidade de funcionalidades que tem inserido.

google-chrome Google Chrome

Podemos começar pela omnibox. Duma forma simplista, a barra de endereços tem ao mesmo duas funcionalidades: a “normal” e a de uma caixa de pesquisa. Assim, ao invés de introduzir um endereço, introduz-se uma ou mais palavras e aparecerá uma pesquisa com os relacionados com a palavra procurada.

Ao criarmos um novo separador, o mostra-nos informação sobre as páginas e motores de pesquisa que utilizamos com maior frequência, separadores fechados recentemente e guardados.

Atalhos de aplicação: torna-se agora possível guardar para certos como se de um pré-instalado se tratasse.

Gestor de , a mais “estranha” das funcionalidades: permite ver detalhes sobre os processos que estão a ser executados através do , conseguindo o utilizador encerrar um dos processos de forma simples e rápida.

Dá possibilidade do utilizador navegar na sem deixar qualquer rasto, informa-nos caso o endereço que desejamos visitar tenha possibilidade de ser um “suspeito”, tem uma forma fácil de guardar uma página (basta clicar na estrelinha)  e importa as definições do nosso .

Miais alguns aspectos a salientar são o facto de ao iniciar-se um download, a transferência (e a sua informação) aparecem logo no canto inferior esquerdo, e sempre que passamos o rato por um link surge-nos no mesmo local o endereço completo desse link.

Tem integrado o Gears (permite acesso offline a serviços que normalmente só funcionam quando estão on-line), e utiliza o renderizador (também utilizado no Safari e no Epiphany).

Dando agora uso à minha humilde opinião, achei o interessante para utilizadores não muito exigentes em termos de navegação. Embora tenha um acesso directo a , seja leve na sua execução, e possua dois recursos que julgo serem inovadores para da sua “classe” (falo concretamente no atalhos de aplicações e no gestor de ), falha em pontos muito “básicos” como um botão de acesso directo à homepage e um suporte para .

Acredito que estas pequenas falhas serão corrigidas em versões posteriores. Para quem estiver interessado neste novo fica desde já  saber de este se encontra sob a BSD, está traduzido em 43 línguas (entre as quais o pt-PT), ainda só funciona em ambientes Windows e pode ser descarregado aqui.

Até para a semana, abraço!

Licença Sítio oficial Sist. operativo Idioma portátil Transferir Proglivre Proglivre
BSD Sítio oficial Windows InglêsPortugalBrasil Portátil Transferir - Ajuda / Suporte

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Dec 04 2007

Sétima edição da “Full Circle Magazine”

Published by Bruno Miguel under outras notícias

A sétima edição da ” já está disponível para download e, como sempre, com vários artigos interessantes.

Nesta edição, aprenderão a instalar o Ubuntu Studio e o protocolo de acesso SSH, ficarão a conhecer cinco leitores , terão oportunidade de ler a sétima parte do sobre a aplicação de paginação e poderão ficar a conhecer a análise feita à aplicação Wubi Installer.

A ” é a publicação oficial da comunidade Ubuntu, onde são publicados vários artigos sobre e sobre o Ubuntu.

do lançamento: http://fullcirclemagazine.org/2007/11/29/issue-7-released/
Download: http://www.fullcirclemagazine.org/issue-7/

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Dec 04 2007

Liferea 1.4.9

Published by Bruno Miguel under actualização

Lars Linders anunciou o lançamento da mais recente estável do seu de feeds para GNU/Linux: 1.4.9.

As alterações, nesta nova , são as seguintes:
- adição das teclas de atalho Crtl+W para fechar separadores;
- corrigido o erro que fazia “crashar” a aplicação sempre que se marcavam como lidos os itens de uma ;
- corrigido o erro que fazia com que as descrição das feeds se perdessem quando se reiniciava o ;
- correcção do erro que reportava, erradamente, que uma instância do já estava a ser executada quando se abria a aplicação;
- actualização da tradução para japonês;

O download da aplicação são, aproximadamente, 1.5MBs. As instruções para a compilação a partir do código-fonte estão no oficial do .

oficial: http://liferea.sourceforge.net/
Instruções: http://liferea.sourceforge.net/install.htm

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Nov 19 2007

repositorio livre

Published by João Matos under notícias livres

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